Eu duvido muito de mim e das coisas que penso. E por isso as transcrevo.
Não tente entender. E se realmente quiser entender, me pergunte. A tua conclusão preciptada só pode piorar o quadro no qual extenso as minhas palavras e que você pode julgar; o dever do escriba é sempre (a seu modo, linguagem e têmpo) dizer das coisas de seu coração, de sua fé e de seu tempo.
Boi voador não pode.
Conheço o oculto de meu peito e adentro dele sei das coisas de meu coração - das quais admiro e exulto em ais. E por isso escrevo. E danço tango com a morte e como um pastel nas horas vagas.
E a escrita transcorre entre sua íris entre o lírico, épico, e belo; mas sabe lá tu de quê escrevo. Falo de minha vida, minha luta, minha saudade, dos pássaros, da geral que pia, e do peixinho-da-lagoa. Minha temática é híbrida e florida, mas você só pode entender se seguir meus passos de forma que ao eu te explicar porque faço uma coisa; o significado e valor que ela tem - pode não parecer, mas todos nós temos valor e significado, peso, história e legado; só precisamos saber se estamos fazendo jus a nossa bagagem ou sendo extremamente cuzões.
Como já dito anteriormente nos anais desse blog, a função do escriba é denunciar e por na história o que acontece contra os fascínios e os facínoras que nos cercam - e eu, como aclamado e dito escriba (e por vezes proclamado profeta da estepe), escrevo e transcrevo o que me circundeia.
Tal qual Jeremias (Jr XX;VII-XVIII), instalo em mim a lamentação ad infinitvm de um "profeta" que incute a verdade de Deus em comunhão com a situação dos homens, e escrevendo pois sobre as linhas apuradas de quem antes ouviu e sentiu Deus, nos pássaros eu vejo/sinto/ouço todas as coisas que acontecem de maneira ferrenha e apressada contra meus olhos, carne e alma: Falo da vista da janela, da amada, do vento, do amor, da morte, da lamúria e da Excelsa Glória de Deus, que se encobre e se vela nos altos Céus, que agora derramando gotas de chuva, abençoa a cada um de nós, que apressados nem sentimos o milagre da vida - seja pelo guarda-chuva, medo de desfazer a escova do cabelo, ou de ficar gripado.
Assim como o profeta, escrevo das carnes que sangram não (tanto) por desabafo, mas por um motivo bélico de denúncia: Pelo povo que padece, sofre e perece; eis, Padre Deus, minha missiva. E assim como o profeta, tangeste minhas mãos e minha boca com a tenaz para que eu dissesse e falasse com o peito e o coração; e das noites da taverna: bebi, berrei, briguei, embriaguei, e fui herói. Disse a eles o que escarnece sua alma e denunciei a atitude que corroe a alma, mas que eles não são capazes de aceitar.
Subi ao altar. Sentei-me a destra do altar, na escada. Naquele instante, naquele nosso pequeno tractvs, ficou decidido entre nós dois o que havia de ser; e assim como o profeta, fui tentado, posto ao sopé da morte, mas ainda sim vivo fiquei para exercer minha parte do tractvs e da nossa aliança, e ainda sim quando eles fôssem reis, eu os pisaria para mostrar a sujeira, e quando eles fôssem pôstos em humilhação, eu os mostraria o verdadeiro reinado e espólio que Me ensinastes.
Não os julgo. Mas os condeno, e peço ao Juíz que mude os corações endurecidos, e deixe as lindas garôtas ouvirem, e os Céus turvarem. Peço a paz, a calmaria, e o abraço que os braços procuram - de causa urgente e passível de morte. Ah, assim como o profeta digo a iniquidade do meu povo, e faço minha parte além da denúncia, pelas obras e pela ação-em-fé. E isso me basta; ainda que eu o ache tão pouco, mas Me ensinaste Tua matemática, e nos dias mais soturnos, mandaste teus mais diferentes e diversos amigos para ter comigo, e por Tua imensa Glória o pouco que tive dividi - e se multiplicou, e quando nada tive, obtive tudo de Tuas mãos, e quando meus olhos choravam, foi lá Tu e desceste até mim e me segurou em Teus braços, e quando estava Tu deveras ocupado salvando os meus a quem onerosamente orei, mandaste novamente os Teus. E vi você.
E assim como o profeta; sabendo de meus imensos erros e incapacidades, escolhi Você e o Seu partido assim como me escolheste, me capacitaste e me enviaste para a messe barulhenta e briguenta do cativeiro, e com isso escrevi minha história na Tua e me prometi que meu nome seria sublinhado para que fôsse o Teu mais brilhoso, e até hoje os Teus amigos me ensinam diariamente esta lição; e não me arrependo de estar e viver neste lado da história, de forma alguma. Pois, assim como o profeta, és a minha Força, Certeza, e Alegria. E nunca seja eu objeto ou fiança, pois não sou e nunca fui merecedor de nada de bom que me ocorreu até aqui, Bom Pai.
É tudo pela sua imensa Misericórida.
Epitáfio do Marcus Queiroz. Apoia esse blog, faz um pix pra nózes: marcusvini15@hotmail.com
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terça-feira, 1 de novembro de 2022
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terça-feira, 26 de junho de 2018
Blusa de Linho.
Cecília, todas as cadências e nuances são seus. São eternamente e totalmente teus. Todas as formas, texturas, gostos, tempos, tons e contra-tempos, viradas e arremetes; Ah, Cecília, meu coração está tão afã esperando você. Minha vida inteira seria apenas meia vida se eu não te esperasse ou não te delegasse minha forma de vida - seria loucura de vida se você não estivesse comigo o tempo tôdo do tempo do mundo, e seria maior loucura se eu não soubesse que você seria tutora do meu caminho com o Cavaleiro Guerreiro do Cavalo Imaculado.
E quando os sinos dobram, eles falam de você, e quando as pombas batem as asas em bemol, são arrebóis das tuas pentatônicas, os motores dos carros afinados em Fá, das nuvens que se fazem de escala para sobre os prumos dos Céus, te ver escrever um cântico nôvo. Um cântico de amôr, um fôlego de vida pro teu filho, para esse coração cansado, para meu secularismo tão curto, e tão intenso, tão cheio de histórias que levei até sua casa para te pedir discernimento, e coragem, e proteção.
Vire-se para o Sol, ó minha flôr-de-novembro, quem te mandou se olhar para uma erva rasteira de março assim? Deve ser de ti, providas das lágrimas de nossa senhora, que nos deixam crescer como as trepidantes trepadeiras que nascem fazem, crescem sem pedir licença, somos nós quem nos fazemos assim - nos sabemos. A tua côr solfeja um Lá maior setimado me amenizando de crescer tão rasteiro, mas me fazer entender que te divides da tua fôrça comigo, e daí do teu lençol freático, me lança a água. Água Viva.
Ah, Cecília, me delegaste a função mais franciscana e mais dominicana do panteão, me fez ser de música e para a música, e na hora da rejeição, quando os outros viraram os seus alpendres e altares, você me acolheu na tua casa e no teu holocausto. E hoje sou coluna com deficiente destreza de teu pilar, estou rachado e esmaecido, mas estou aqui, e por você, eu sou. Me trouxe na rés da sociedade, aonde me valho de pouca música que me vale e me basta, aonde conheci os meus e os meus (poucas vezes) me valeram, e aonde pronunciei teu nome, e o nome dos Teus, e Do Teu. Preguei sem pregar, e rezei sem me aperceber, chorei por lágrimas floridas de escalas de Mi Menor, e sorri quando o Fá em nona contrastava com Ré em nona, dando aquela nossa dissonância que ninguém entende, mas que nos faz tão minha, e tão seu.
E assim, vejo o quanto nunca estive só desde que você se dispôs (e não há outra palavra, Mãe, sabemos disso mui bem) a cuidar de mim. Me fiz menino, para esconder debaixo do teu sari, para chorar minhas tristezas e louvar minhas alegrias. Na hora da solidão, foi minha amiga, na hora da tristeza, meu conforto, na hora do medo, minha estrutura, e quando duvidei, você foi quem me trouxe de volta pro lado de cá. E quando a barra pesava (como tantas vezes pesou e ainda pesa, ainda pena), corríamos nós dois para debaixo do sari da Mãe das Candeias, e lá acampávamos até a tristeza e agonia passar, foram tantas percas, e tanta tristeza, tanto gosto de aço na boca, e tanta fuligem no rosto, o ocaso, e desânimo que você livrou de mim - Ah, Cecília, como é boa a vida do teu lado, e como é boa tua tutela sobre minhas carnes. E se te cabe saber, todas as vezes que de madrugada amei a madeira contra as cordas de aço, foi procurando você, foi querendo estar com você. Foi me valendo de você, que me refiz, e aumentei as apostas na crença do Invisível, fazendo dessa vida menos cã quando você está aqui comigo, o tempo passa mais devagar, e as alegrias se tornam mais doces, e o som se deixa uniforme, e você mostra os caminhos das pedras para chegar até o Excelso.
Foi por você, que ainda estou aqui. E é por você que quero ir mais longe, quero levar o teu pendão até onde eu puder, e divulgar a missão, disseminar a palavra sobre todos os solos, e dizer todas as palavras que não te pôdes dizer, e que minha língua pode (e vai) dizer. Quero a alegria de te encontrar e dizer: Bom trabalho, garotão. Quero te encher de te orgulho e te dar um cheiro, e sentir você por aqui. Até o fim.
E quando os sinos dobram, eles falam de você, e quando as pombas batem as asas em bemol, são arrebóis das tuas pentatônicas, os motores dos carros afinados em Fá, das nuvens que se fazem de escala para sobre os prumos dos Céus, te ver escrever um cântico nôvo. Um cântico de amôr, um fôlego de vida pro teu filho, para esse coração cansado, para meu secularismo tão curto, e tão intenso, tão cheio de histórias que levei até sua casa para te pedir discernimento, e coragem, e proteção.
Vire-se para o Sol, ó minha flôr-de-novembro, quem te mandou se olhar para uma erva rasteira de março assim? Deve ser de ti, providas das lágrimas de nossa senhora, que nos deixam crescer como as trepidantes trepadeiras que nascem fazem, crescem sem pedir licença, somos nós quem nos fazemos assim - nos sabemos. A tua côr solfeja um Lá maior setimado me amenizando de crescer tão rasteiro, mas me fazer entender que te divides da tua fôrça comigo, e daí do teu lençol freático, me lança a água. Água Viva.
Ah, Cecília, me delegaste a função mais franciscana e mais dominicana do panteão, me fez ser de música e para a música, e na hora da rejeição, quando os outros viraram os seus alpendres e altares, você me acolheu na tua casa e no teu holocausto. E hoje sou coluna com deficiente destreza de teu pilar, estou rachado e esmaecido, mas estou aqui, e por você, eu sou. Me trouxe na rés da sociedade, aonde me valho de pouca música que me vale e me basta, aonde conheci os meus e os meus (poucas vezes) me valeram, e aonde pronunciei teu nome, e o nome dos Teus, e Do Teu. Preguei sem pregar, e rezei sem me aperceber, chorei por lágrimas floridas de escalas de Mi Menor, e sorri quando o Fá em nona contrastava com Ré em nona, dando aquela nossa dissonância que ninguém entende, mas que nos faz tão minha, e tão seu.
E assim, vejo o quanto nunca estive só desde que você se dispôs (e não há outra palavra, Mãe, sabemos disso mui bem) a cuidar de mim. Me fiz menino, para esconder debaixo do teu sari, para chorar minhas tristezas e louvar minhas alegrias. Na hora da solidão, foi minha amiga, na hora da tristeza, meu conforto, na hora do medo, minha estrutura, e quando duvidei, você foi quem me trouxe de volta pro lado de cá. E quando a barra pesava (como tantas vezes pesou e ainda pesa, ainda pena), corríamos nós dois para debaixo do sari da Mãe das Candeias, e lá acampávamos até a tristeza e agonia passar, foram tantas percas, e tanta tristeza, tanto gosto de aço na boca, e tanta fuligem no rosto, o ocaso, e desânimo que você livrou de mim - Ah, Cecília, como é boa a vida do teu lado, e como é boa tua tutela sobre minhas carnes. E se te cabe saber, todas as vezes que de madrugada amei a madeira contra as cordas de aço, foi procurando você, foi querendo estar com você. Foi me valendo de você, que me refiz, e aumentei as apostas na crença do Invisível, fazendo dessa vida menos cã quando você está aqui comigo, o tempo passa mais devagar, e as alegrias se tornam mais doces, e o som se deixa uniforme, e você mostra os caminhos das pedras para chegar até o Excelso.
Foi por você, que ainda estou aqui. E é por você que quero ir mais longe, quero levar o teu pendão até onde eu puder, e divulgar a missão, disseminar a palavra sobre todos os solos, e dizer todas as palavras que não te pôdes dizer, e que minha língua pode (e vai) dizer. Quero a alegria de te encontrar e dizer: Bom trabalho, garotão. Quero te encher de te orgulho e te dar um cheiro, e sentir você por aqui. Até o fim.
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sábado, 8 de abril de 2017
Bangladesh.
Precisamos - como uma unidade - fazer algo sobre Bangladesh. Não só como lá, mas como em Nicarágua, como em Bophal, no Níger e no Nepal, ou as daqui. Precisamos urgentemente - e se achar longe, comece com as daqui, então, já é um ótimo e promissor começo.
Em Cristo, Buda, ou Krishna, independente do ser, a lição é idêntica: Amar o outro como se ama, se despir das maldades desse mundo, e ser claro como a água sagrada que jorra da pia. Ah, ela não é? Numas partes do Camboja, ainda não existe essa regalia.
Quando olhamos a nossa volta, e vemos tudo o que temos, conseguimos, e usufruimos, fica difícil de imaginar que existam pessoas realmente na pior maré. Nossos irmãos, e eu quando me posso, ajudo os meus, posso, por muitas vezes não os ter ajudado do jeito certo (se há um jeito correto para isso), mas o que pude fazer, eu fiz, e nunca - Obrigado, Deus Triúno - precisei tacar na cara ou trazer a clara-luz, assim como quando me ajudaram, também me salvaram, de alguma forma, de alguma coisa. E em tempos da fome, quando tive dinheiro, dei. Emprestei. Na dôr, chorei o chôro e prometi do bôm ânimo. Para a mais linda, dei a Cecília, e pro mais amado, minha devoção cega. Na solidão, fui quem chamava, e batia no portão da casa, e na dúvida, não me fiz certeza, mas ajudei a cabeça agitada a se encontrar. E nada por mim, nunca por mim. Tijolo por tijolo, pedra por pedra. Deus acima de tudo.
A quem gosto, oferto meu melhor, a quem amo, componho meu melhor, a quem dou melhor melhor, de música não faço, pois a música - apesar de pura - é suja antes os pés D'Ele. Ai, Mãe Cecília, olha a gente aqui outra vez, na barra do sari, aguentando firme o tranco e as viradas do destino, a dor de dente e a incerteza do caminho certo. A dor do desatino que tina com o ter pra ver pra crer - eu ainda acredito e levanto o pendão de tudo que creio, e de tudo, nada mais restou, a não ser o que guardei com mais amôr, mais afinco e mais nostalgjia no meu ser. O sorriso da gratidão, é o penhor da minha salvação, e motivo de querer ser cada vez mais quem está lá na hora do bicho pegar, e não no fim-da-feira.
Devemos ajudar o povo de Bangladesh, as pessôas no nosso país, e a nós mesmos, porém, gradativamente - tendo calma para nos equilibarmos com nosso jarrobatão para poder trespassar lanceiros e dividir o peso do outro. Precisamos de mais ombros, precisamos de amôr, compreensão, e atualmente quem mais prega isso é quem menos tem, menos deseja, "menos é" - e meu coração geme e chora profundamente com isso. Vivemos uma era de falso desinteresse, de fingir não se importar e de niilismo, de um foda-se precipitado que sai da boca de pessôas que mais repelem que atrai. Solidão é um câncer. E fere. E deixa sequela. E pode voltar. E mata. Deixa as cartas chegarem, solta o cabelo, ou prende de trança, toma um café, um chá, um suco, se põe na janela e olha o Sol se pôr: O milagre diário do firmamento que Deus te deu e você até agora - muito provávelmente - não agradeceu. A questão, não é ter gente bôba ou submissa, a questão é ter o tal "mais amôr por favor" que vocês tanto se pregam, mas acabam pregando suas carnes no ocaso. E eu lhes amaldiçoo por isso. Ninguém é maior que ninguém. Se você ao menos entendeu metade do que disse, eu me alegro; Caso não, eu peço: Ajude a criançada de Bangladesh.
Em Cristo, Buda, ou Krishna, independente do ser, a lição é idêntica: Amar o outro como se ama, se despir das maldades desse mundo, e ser claro como a água sagrada que jorra da pia. Ah, ela não é? Numas partes do Camboja, ainda não existe essa regalia.
Quando olhamos a nossa volta, e vemos tudo o que temos, conseguimos, e usufruimos, fica difícil de imaginar que existam pessoas realmente na pior maré. Nossos irmãos, e eu quando me posso, ajudo os meus, posso, por muitas vezes não os ter ajudado do jeito certo (se há um jeito correto para isso), mas o que pude fazer, eu fiz, e nunca - Obrigado, Deus Triúno - precisei tacar na cara ou trazer a clara-luz, assim como quando me ajudaram, também me salvaram, de alguma forma, de alguma coisa. E em tempos da fome, quando tive dinheiro, dei. Emprestei. Na dôr, chorei o chôro e prometi do bôm ânimo. Para a mais linda, dei a Cecília, e pro mais amado, minha devoção cega. Na solidão, fui quem chamava, e batia no portão da casa, e na dúvida, não me fiz certeza, mas ajudei a cabeça agitada a se encontrar. E nada por mim, nunca por mim. Tijolo por tijolo, pedra por pedra. Deus acima de tudo.
A quem gosto, oferto meu melhor, a quem amo, componho meu melhor, a quem dou melhor melhor, de música não faço, pois a música - apesar de pura - é suja antes os pés D'Ele. Ai, Mãe Cecília, olha a gente aqui outra vez, na barra do sari, aguentando firme o tranco e as viradas do destino, a dor de dente e a incerteza do caminho certo. A dor do desatino que tina com o ter pra ver pra crer - eu ainda acredito e levanto o pendão de tudo que creio, e de tudo, nada mais restou, a não ser o que guardei com mais amôr, mais afinco e mais nostalgjia no meu ser. O sorriso da gratidão, é o penhor da minha salvação, e motivo de querer ser cada vez mais quem está lá na hora do bicho pegar, e não no fim-da-feira.
Devemos ajudar o povo de Bangladesh, as pessôas no nosso país, e a nós mesmos, porém, gradativamente - tendo calma para nos equilibarmos com nosso jarrobatão para poder trespassar lanceiros e dividir o peso do outro. Precisamos de mais ombros, precisamos de amôr, compreensão, e atualmente quem mais prega isso é quem menos tem, menos deseja, "menos é" - e meu coração geme e chora profundamente com isso. Vivemos uma era de falso desinteresse, de fingir não se importar e de niilismo, de um foda-se precipitado que sai da boca de pessôas que mais repelem que atrai. Solidão é um câncer. E fere. E deixa sequela. E pode voltar. E mata. Deixa as cartas chegarem, solta o cabelo, ou prende de trança, toma um café, um chá, um suco, se põe na janela e olha o Sol se pôr: O milagre diário do firmamento que Deus te deu e você até agora - muito provávelmente - não agradeceu. A questão, não é ter gente bôba ou submissa, a questão é ter o tal "mais amôr por favor" que vocês tanto se pregam, mas acabam pregando suas carnes no ocaso. E eu lhes amaldiçoo por isso. Ninguém é maior que ninguém. Se você ao menos entendeu metade do que disse, eu me alegro; Caso não, eu peço: Ajude a criançada de Bangladesh.
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segunda-feira, 6 de junho de 2016
Ponta de Areia.
Espero, que daqui pra frente, seja diferente. Que a Cookie esteja comigo pra sempre, e que eu nunca mais volte a viver ou passar pelo que passei. Não quero me ferir, e nem por isso quero ferir meus amigos, meus semelhantes, nem a ninguém; E como um bom homem que sou, quero seguir minha vida e minha felicidade em eternas e constantes transformações - eterna busca que culmina no prazer de se amar, se estar em paz, se gostar de verdade e nunca mais voltar para a tristeza; Enfim longe de mim.
Busco o que a vida não me deu, e furtei do sorriso das crianças, das gotas de chuva que me molharam o cabelo, do Milton rolando na vitrola, da alegria sem fim de ser e estar feliz pelo clima, pelo Sol, pelo Vebnto, pela Cookie batendo com o rabo em minha cara, e com tudo aquilo que está guardado e espero receber logo, hora essa ou hora outra, e que minha felicidade esteja completa nisso para sempre. Para todo o sempre.
Acredito que tudo o que fiz, fiz ao meu modo, fui sucinto, verdadeiro e agi da forma que muitas pessoas agiriam, e não fiz nada por impulso, ou maledicentemente - muito pelo contrário: Procurei palavras, aguentei palavras, sorri quando quis chorar e tomei notícias que me doeram a alma, mas tudo o que é amargo, não me machuca ou dói, me fere a alma, mas a fortalece, e mesmo eu sabendo que todo peso do mundo as vezes me dói as costas, quando ele resolve voltar a se penar e mostrar sua real força bruta: O soco que me dói o estômago, me dói as ventas, e me faz chorar copiosamente para deleite do mal que me quer em antigo, a minha vida está guardada num Sacrário, e só Maria tem chave, e só Cecília intercede, e só eu morro quando for a minha hora de morrer. Eu só vou deixar esfa carne quando for a minha hora, e ninguém há de dizer isto, e nem o contrário; Pois mais forte é Deus que habita acima de nossas cabeças, e nos faz cada vez mais fortes, sinceros, eternos e confiantes. E a cerveja só se faz gostosa quando envolve satisfação - ou de companhia, ou de alegria, ou de vencer, ou de benção.
E tudo aquilo que se oculta, ou se faz mentiroso, cai por terra, e é levado pela água corrente, igual a tudo aquilo que um dia tentei fazer de certo por errado, e o tempo afastou de mim. A verdade reina nos olhos, ouvidos, boca e espírito dos de bems e dos capacitados, daqueles que Deus quis que soubessem a verdade, e a verdade absoluta se encontra nas ruas, na pressa do metrô, da cerveja no bar, do sorriso da vitória, do dia de pagamento e dos dez reais achados no bolso da calça antes de por pra lavar.
E que todo dia traga uma alegria constante, com gosto, cheiro e sabor de jasmim, e que cubra de amor quem vive seco.
Busco o que a vida não me deu, e furtei do sorriso das crianças, das gotas de chuva que me molharam o cabelo, do Milton rolando na vitrola, da alegria sem fim de ser e estar feliz pelo clima, pelo Sol, pelo Vebnto, pela Cookie batendo com o rabo em minha cara, e com tudo aquilo que está guardado e espero receber logo, hora essa ou hora outra, e que minha felicidade esteja completa nisso para sempre. Para todo o sempre.
Acredito que tudo o que fiz, fiz ao meu modo, fui sucinto, verdadeiro e agi da forma que muitas pessoas agiriam, e não fiz nada por impulso, ou maledicentemente - muito pelo contrário: Procurei palavras, aguentei palavras, sorri quando quis chorar e tomei notícias que me doeram a alma, mas tudo o que é amargo, não me machuca ou dói, me fere a alma, mas a fortalece, e mesmo eu sabendo que todo peso do mundo as vezes me dói as costas, quando ele resolve voltar a se penar e mostrar sua real força bruta: O soco que me dói o estômago, me dói as ventas, e me faz chorar copiosamente para deleite do mal que me quer em antigo, a minha vida está guardada num Sacrário, e só Maria tem chave, e só Cecília intercede, e só eu morro quando for a minha hora de morrer. Eu só vou deixar esfa carne quando for a minha hora, e ninguém há de dizer isto, e nem o contrário; Pois mais forte é Deus que habita acima de nossas cabeças, e nos faz cada vez mais fortes, sinceros, eternos e confiantes. E a cerveja só se faz gostosa quando envolve satisfação - ou de companhia, ou de alegria, ou de vencer, ou de benção.
E tudo aquilo que se oculta, ou se faz mentiroso, cai por terra, e é levado pela água corrente, igual a tudo aquilo que um dia tentei fazer de certo por errado, e o tempo afastou de mim. A verdade reina nos olhos, ouvidos, boca e espírito dos de bems e dos capacitados, daqueles que Deus quis que soubessem a verdade, e a verdade absoluta se encontra nas ruas, na pressa do metrô, da cerveja no bar, do sorriso da vitória, do dia de pagamento e dos dez reais achados no bolso da calça antes de por pra lavar.
E que todo dia traga uma alegria constante, com gosto, cheiro e sabor de jasmim, e que cubra de amor quem vive seco.
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segunda-feira, 13 de abril de 2015
O Evangelho da Vida segundo o Porco Do Mato.
Bep, acorda, sai da concha e brilha, sai de onde estás e louva o dia, porque tudo foi feito pelo Sol, e o mundo ruleia por nós.
Serenamente, uma estrela tocaria o solo com sua mais louca vontade de cruzar os Céus, rasgando a sua fuligem e véus, aonde nunca mais se pudesse existir: A casa cheia, o copo meio-completado, o moto-perpétuo, as roupas no varal, cambraia embaixo das panelas e micro-ondas, a vontade de ir embora. É tão resoluto quanto a vontade de vê-la. Velar-lá, vê lá, que tempo é, que horas são, que segundo se faz presente o que quero, Seu cabelo encaracolado, seu pé pequeno, sua coxa grossa, a boca pequena e carnuda, os seios em abundância que ousam sair do decote do vestido.
A estrada empoeirada cinzenta que me afastou me tantas cousas, que me levou e trouxe do do marasmo da solidão, dos amigos, da cerveja, daquela praia cheia de perdas, das pedras que atiraram em mim e nem sei se ainda estou vivo, e nem sei aonde estou, e nem sei se eu ainda estou pensando no que queria. Você sabe o que eu sei que eu pensei o mesmo que você quando vi aquela música tocar e aquele sorriso brotar dos furtosos que olham por nós. Por quê usar uma blusa tão grossa numa brisa repentina? Porque quis, Por quê olhar pra trás quando se pode caminhar extensivamente sem destino algum no mundo quando se pode apenas trilhar o mesmo velho caminho? Porque cada um tem seu destino guardo nos doces véus e mistérios de Deus, mesmo assim podendo alterar suas estradas.
Você acredita que o sorriso da criança tem mais de Deus do que na mão cravejada de anéis de ouro daquele homem que bate a mão na Sanctae Regvlae no Paço da Sé? Eu estou aqui, eu estou aqui. Eu sempre estive aqui.
Todas as estradas se cruzam, e todas as pessoas tendem a se encontrar e se ver um dia, ou de novo, ou pra sempre, ou pra nunca mais; E eu estou fadado a ver seu rosto novamente e novamente. A charada sincopada de vestido e salto, o penhoir vermelho e meia branca, a branca saltada num batom negro, que morde, beija, belisca. Urra.
Olha para o Céu, e vede. Todas as coisas, tantas coisas mal se comparam quando vistas em som separado. Una todos os sons, e mesmo no caos tenha em certeza, que todos os sons juntos, em frequência e tom diferente, emanam em si sua mensagem, abra os ouvidos de ouvir, os olhos de ver e ponha um som no olhar. Não tenha medo sequer do que eles dizem, o que eles dizem só diz, e o que você diz, faz, acontece. Dos teus cachos brotam as bençãos, as melodias, as profecias e a maravilha do amor puro e límpido, e sincero, Mãe Maria passou na frente pisando na cobra fea e nos escondendo debaixo de sua saia, nos livrando do dragão. Amén.
Serenamente, uma estrela tocaria o solo com sua mais louca vontade de cruzar os Céus, rasgando a sua fuligem e véus, aonde nunca mais se pudesse existir: A casa cheia, o copo meio-completado, o moto-perpétuo, as roupas no varal, cambraia embaixo das panelas e micro-ondas, a vontade de ir embora. É tão resoluto quanto a vontade de vê-la. Velar-lá, vê lá, que tempo é, que horas são, que segundo se faz presente o que quero, Seu cabelo encaracolado, seu pé pequeno, sua coxa grossa, a boca pequena e carnuda, os seios em abundância que ousam sair do decote do vestido.
A estrada empoeirada cinzenta que me afastou me tantas cousas, que me levou e trouxe do do marasmo da solidão, dos amigos, da cerveja, daquela praia cheia de perdas, das pedras que atiraram em mim e nem sei se ainda estou vivo, e nem sei aonde estou, e nem sei se eu ainda estou pensando no que queria. Você sabe o que eu sei que eu pensei o mesmo que você quando vi aquela música tocar e aquele sorriso brotar dos furtosos que olham por nós. Por quê usar uma blusa tão grossa numa brisa repentina? Porque quis, Por quê olhar pra trás quando se pode caminhar extensivamente sem destino algum no mundo quando se pode apenas trilhar o mesmo velho caminho? Porque cada um tem seu destino guardo nos doces véus e mistérios de Deus, mesmo assim podendo alterar suas estradas.
Você acredita que o sorriso da criança tem mais de Deus do que na mão cravejada de anéis de ouro daquele homem que bate a mão na Sanctae Regvlae no Paço da Sé? Eu estou aqui, eu estou aqui. Eu sempre estive aqui.
Todas as estradas se cruzam, e todas as pessoas tendem a se encontrar e se ver um dia, ou de novo, ou pra sempre, ou pra nunca mais; E eu estou fadado a ver seu rosto novamente e novamente. A charada sincopada de vestido e salto, o penhoir vermelho e meia branca, a branca saltada num batom negro, que morde, beija, belisca. Urra.
Olha para o Céu, e vede. Todas as coisas, tantas coisas mal se comparam quando vistas em som separado. Una todos os sons, e mesmo no caos tenha em certeza, que todos os sons juntos, em frequência e tom diferente, emanam em si sua mensagem, abra os ouvidos de ouvir, os olhos de ver e ponha um som no olhar. Não tenha medo sequer do que eles dizem, o que eles dizem só diz, e o que você diz, faz, acontece. Dos teus cachos brotam as bençãos, as melodias, as profecias e a maravilha do amor puro e límpido, e sincero, Mãe Maria passou na frente pisando na cobra fea e nos escondendo debaixo de sua saia, nos livrando do dragão. Amén.
domingo, 2 de junho de 2013
Reza.
Obrigado, Meu Bom Deus por tudo. Muito, muito, muito obrigado mesmo. Obrigado por sua bondade sob nós, sobre os aprendizados, pela coragem, determinação, amor, e dom de fazer dor florar alegria no coração da Byrdie. Muito grato por tudo isso que me dás a mão-pronta, e eu nem sei como agradecer, ou louvar a tua graça.
Obrigado, também, ao meu pai, que há tanto floreou histórias de reis e cavaleiros medievais e pela intervenção que valeu um soco na cara de alguém, e a devoção no meu Glorioso São Cristóvão, que me guiou nos passos firmes, Meu Glorioso São Jorge Da Capadócia que me valeu na hora do aperreio e me deu coragem que há tanto perdi em algum back-corner mental, e principalmente a minha mãe e minha vó, por eu ainda ser um gentleman, e como todo bom guerreiro protegido pelo Guerreiro Do Cavalo Imaculado, ter a força e vontade de intervir na maldade fea. Obrigado por tudo isso, Meu Deus.
Obrigado, pela minha armadura, pelos anjos no meu caminho, pela força sobre-humana, por ser rude, seco, feio, burro e bobo, obrigado pelo beijo bom, pelo abraço, pelo riso, e pela frieza de perdoar o inimigo ante a batalha fea. Obrigado, obrigado, e obrigado.
Deus, perdoa. Perdoa cada um de nós, principalmente eu e ela por estarmos correndo atrás de nossa vida, nossa felicidade, e por eles, que se julgam liberais, extremos, inteligentes, leitores, "de presença", mas não tem a coragem que destes em mim hoje.
Obrigado por eu novamente ter um sorriso que ilumine até o fundo da minha alma, Bondoso. Obrigado por achar uma pessoa que compartilhe de mim, a simplicidade, o amor, a esperança, a fé, e a coragem. Obrigado pelo Senhor me dar a chave de um coração tão maltratado, que agora bate vivo, e tão inteligente, e tão maravilhoso, e não por mim, mas porque tu me deu este merecimento, Bom Deus.
Deus, obrigado pro tudo que está ao meu redor, e todas as coisas que emanam energia positiva. Que eu possa, lindamente, retribuir. E o que me mandar negativa, que eu prisme para positiva. Abençoe cada um de nós, Deus, crianças tão bobas, e abençoa aquela linda menina que chorou pelo medo, mas, depois da presença de seus anjos, chorou de emoção quando viu as pinturas, desenhos, e sacrários no Mosteiro de São Bento.
Abençoa, aquela que é hoje uma das pessoas mais importantes e influentes na minha vida. Obrigado, Meu Glorioso São Jorge pela força dada a mim, nunca lhe retribuirei tal graça. Mãe Aparecida, e Mãe das Candeias, suas lindas! Obrigado por esse manto gostoso que nos cobre, intercede, e livra a gente dessa mesma maldade fea. Ah como eu as amo.
Deus, abençoa toda a plantação de trigo. Cada uma de nós - sementes tortas, retas, finas e grossas - tem uma chance de ser feliz. Multiplique essa chance a cada um de nós, bom Deus. Que se não deu certo, que tentemos com outro solo fértil, até que floresça e cresça a linda Rosa - Vivença do ser.
Byrdie, olha pro Céu e disfarça essa sua lágrima d'alegria, como quem viu Deus. Deus está dentro de ti. Olha para as pessoas e vê, que o mundo é lindo e tudo vai continuar, continuar, para louvar sua vitória. Deixa eu sorrir e beijar tua boca, essa boca, aonde me perco de devaneio em razão. Sorri para o Jardineiro Deus, que cultiva cada uma dessas flores, mas, que flor é mais rosa que rosa? Amada seja essa sua rosa, esta nossa rosa. Me puxe e ande comigo, me tenha em seus braços, eu vou te amar, juro! Eu vou te equilibrar, e toda a maldade, não deseje de volte. Cultive bondade, para o bem florar ao nosso redor, assim como florou entre eu e você, e há de florar mais na frente. Byrdie, você quer namorar comigo?
Obrigado, também, ao meu pai, que há tanto floreou histórias de reis e cavaleiros medievais e pela intervenção que valeu um soco na cara de alguém, e a devoção no meu Glorioso São Cristóvão, que me guiou nos passos firmes, Meu Glorioso São Jorge Da Capadócia que me valeu na hora do aperreio e me deu coragem que há tanto perdi em algum back-corner mental, e principalmente a minha mãe e minha vó, por eu ainda ser um gentleman, e como todo bom guerreiro protegido pelo Guerreiro Do Cavalo Imaculado, ter a força e vontade de intervir na maldade fea. Obrigado por tudo isso, Meu Deus.
Obrigado, pela minha armadura, pelos anjos no meu caminho, pela força sobre-humana, por ser rude, seco, feio, burro e bobo, obrigado pelo beijo bom, pelo abraço, pelo riso, e pela frieza de perdoar o inimigo ante a batalha fea. Obrigado, obrigado, e obrigado.
Deus, perdoa. Perdoa cada um de nós, principalmente eu e ela por estarmos correndo atrás de nossa vida, nossa felicidade, e por eles, que se julgam liberais, extremos, inteligentes, leitores, "de presença", mas não tem a coragem que destes em mim hoje.
Obrigado por eu novamente ter um sorriso que ilumine até o fundo da minha alma, Bondoso. Obrigado por achar uma pessoa que compartilhe de mim, a simplicidade, o amor, a esperança, a fé, e a coragem. Obrigado pelo Senhor me dar a chave de um coração tão maltratado, que agora bate vivo, e tão inteligente, e tão maravilhoso, e não por mim, mas porque tu me deu este merecimento, Bom Deus.
Deus, obrigado pro tudo que está ao meu redor, e todas as coisas que emanam energia positiva. Que eu possa, lindamente, retribuir. E o que me mandar negativa, que eu prisme para positiva. Abençoe cada um de nós, Deus, crianças tão bobas, e abençoa aquela linda menina que chorou pelo medo, mas, depois da presença de seus anjos, chorou de emoção quando viu as pinturas, desenhos, e sacrários no Mosteiro de São Bento.
Abençoa, aquela que é hoje uma das pessoas mais importantes e influentes na minha vida. Obrigado, Meu Glorioso São Jorge pela força dada a mim, nunca lhe retribuirei tal graça. Mãe Aparecida, e Mãe das Candeias, suas lindas! Obrigado por esse manto gostoso que nos cobre, intercede, e livra a gente dessa mesma maldade fea. Ah como eu as amo.
Deus, abençoa toda a plantação de trigo. Cada uma de nós - sementes tortas, retas, finas e grossas - tem uma chance de ser feliz. Multiplique essa chance a cada um de nós, bom Deus. Que se não deu certo, que tentemos com outro solo fértil, até que floresça e cresça a linda Rosa - Vivença do ser.
Byrdie, olha pro Céu e disfarça essa sua lágrima d'alegria, como quem viu Deus. Deus está dentro de ti. Olha para as pessoas e vê, que o mundo é lindo e tudo vai continuar, continuar, para louvar sua vitória. Deixa eu sorrir e beijar tua boca, essa boca, aonde me perco de devaneio em razão. Sorri para o Jardineiro Deus, que cultiva cada uma dessas flores, mas, que flor é mais rosa que rosa? Amada seja essa sua rosa, esta nossa rosa. Me puxe e ande comigo, me tenha em seus braços, eu vou te amar, juro! Eu vou te equilibrar, e toda a maldade, não deseje de volte. Cultive bondade, para o bem florar ao nosso redor, assim como florou entre eu e você, e há de florar mais na frente. Byrdie, você quer namorar comigo?
domingo, 20 de março de 2011
Amanhã...
Todos os dias, as mães-árvores são as mesmas, e não se alteram em nada, deixando apenas o mundo ser o mundo, enquanto elas fincam suas idéias e mudam também a nós, nos renovando o ser.
Criança, tens coragem de controlar o tempo?
Ninguém quer realmente saber mais do seu amor, mas quer tura liberdade para o teu bem - e futuras trocas de favor - e teu sanismo.
Somos todas marmotas de Rei Algum.
Quando vós, cheios de espaços cheios de ego, e vazios de sentimento mútuo ou colectivo, vemos a realidade; Muralhas caem, assim como alguns caem por terra. Caucaso é como Césio, e abriremos para o Sol em um vôo como abrimos/abriremos "A Rosa Primal De Mulher" um dia.
O Cástor e eu; Sabemos que Júpiter tem razão; Tudo é uma orgia níilista sem sentido algum, prestes a ser devorada pelo monstro da lagoa.
O latido do cão antigo se assemelha ao do cão novo, e o mundo - Ah! Esse sim, admirável mundo -, continua-me sendo um moinho. Ricos ficarão ricos, pobres e pobres estes, morrerão enquanto os herdeiros do Céu vencerem na vida e virarem dos Céus e do Ska. Todos eles, assim como nós, cairam por terra e tiveram que começar Do Zero Adiante.
Criança, tens coragem de controlar o tempo?
Ninguém quer realmente saber mais do seu amor, mas quer tura liberdade para o teu bem - e futuras trocas de favor - e teu sanismo.
Somos todas marmotas de Rei Algum.
Quando vós, cheios de espaços cheios de ego, e vazios de sentimento mútuo ou colectivo, vemos a realidade; Muralhas caem, assim como alguns caem por terra. Caucaso é como Césio, e abriremos para o Sol em um vôo como abrimos/abriremos "A Rosa Primal De Mulher" um dia.
O Cástor e eu; Sabemos que Júpiter tem razão; Tudo é uma orgia níilista sem sentido algum, prestes a ser devorada pelo monstro da lagoa.
O latido do cão antigo se assemelha ao do cão novo, e o mundo - Ah! Esse sim, admirável mundo -, continua-me sendo um moinho. Ricos ficarão ricos, pobres e pobres estes, morrerão enquanto os herdeiros do Céu vencerem na vida e virarem dos Céus e do Ska. Todos eles, assim como nós, cairam por terra e tiveram que começar Do Zero Adiante.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Perseverança - Flash-Back (III de IV)
Renasço, morro.
Me faço presente em todas as linhas, em todas as horas, em todas as cores; Melhor dizendo; Quero eu me fazer presente em tudo seu. Diga que queres o mesmo de mim. Serei-lhe eternamente grato e feliz, por enfim viver a vida, e estar com a Melhor Pessoa Do Mundo ao meu lado: Você.
Você me diz, em silêncio, o que não desejo ouvir, e isso toma, retoma, ecoa trinta vezes três mil na minha mente; Isso não há de me abater. Como pouco no almoço, qual o molho? Nenhum. Apenas perdi você, coisa que nunca deveria ter rolado.
Toca a nossa música, uma lágrima, duas...Uma cachoeira de feelin's desaba em meu rosto, porque eu choro? Porque a Morena não é mais a Minha Morena, parecia ser tão óbvio, e poucos souberam, hoje de manhã, inda botei a rosquinha, e logo pensei: Tenho que ter você de volta. Parece agora ser tão real, ainda tenho sua blusa comigo, ela me dá mais e mais forças para lutar, para que além da blusa, ganhe a calça, a blusa, e o conteúdo - o melhor, por assim dizer - Que é você. Todinha para mim.
Eu Amo Você Minha Menina, desde o dia em que te vi, até a hora em que caí, eu quero estar sempre com você, e essa é a minha sina, meu real sentimento.
Me beije agora, pois eles estão vindo, devem ser entre seis ou oito, mas, eles vem para mim, e antes que eu morra no meio d'Eles, diga que você me ama, para qu'Eu morra então de amor por você, Minha Pequena.
Vigia e olha, ora por mim, guardemo-nos, um nos braços do outro, como uma muralha, criando-se nossa fortaleza, aonde nos protejamos d'Esses maldosos todos. Eu quero você, e lutarei pelo amor que sei bem que tens por mim, até o meu último suspiro, pois se te esperei, infantemente eu irei te esperar agora, mas, vos saiba que lhe quero desde agora, por isso estarei desde agora a ter seu amor; Pela Graça De Deus.
Sim, eu estou na crista da onda da Perseverança.
Me faço presente em todas as linhas, em todas as horas, em todas as cores; Melhor dizendo; Quero eu me fazer presente em tudo seu. Diga que queres o mesmo de mim. Serei-lhe eternamente grato e feliz, por enfim viver a vida, e estar com a Melhor Pessoa Do Mundo ao meu lado: Você.
Você me diz, em silêncio, o que não desejo ouvir, e isso toma, retoma, ecoa trinta vezes três mil na minha mente; Isso não há de me abater. Como pouco no almoço, qual o molho? Nenhum. Apenas perdi você, coisa que nunca deveria ter rolado.
Toca a nossa música, uma lágrima, duas...Uma cachoeira de feelin's desaba em meu rosto, porque eu choro? Porque a Morena não é mais a Minha Morena, parecia ser tão óbvio, e poucos souberam, hoje de manhã, inda botei a rosquinha, e logo pensei: Tenho que ter você de volta. Parece agora ser tão real, ainda tenho sua blusa comigo, ela me dá mais e mais forças para lutar, para que além da blusa, ganhe a calça, a blusa, e o conteúdo - o melhor, por assim dizer - Que é você. Todinha para mim.
Eu Amo Você Minha Menina, desde o dia em que te vi, até a hora em que caí, eu quero estar sempre com você, e essa é a minha sina, meu real sentimento.
Me beije agora, pois eles estão vindo, devem ser entre seis ou oito, mas, eles vem para mim, e antes que eu morra no meio d'Eles, diga que você me ama, para qu'Eu morra então de amor por você, Minha Pequena.
Vigia e olha, ora por mim, guardemo-nos, um nos braços do outro, como uma muralha, criando-se nossa fortaleza, aonde nos protejamos d'Esses maldosos todos. Eu quero você, e lutarei pelo amor que sei bem que tens por mim, até o meu último suspiro, pois se te esperei, infantemente eu irei te esperar agora, mas, vos saiba que lhe quero desde agora, por isso estarei desde agora a ter seu amor; Pela Graça De Deus.
Sim, eu estou na crista da onda da Perseverança.
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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Sobre a definição do: "Meu Herói."
E quem de nós iria até os Santos Confins do Inferno para salvar alguém?
Digo, não no sentido "Constantine" ou "WitoldPickeliano" da coisa, mas, algo como os bombeiros, ou até mesmo os heróis verdadeiros, heróis como nós que pegam o mesmo metrô, comem da mesma comida, e morrem e caem na mesma terra. Pessoas como nós.
Sim, somos todos heróis. Desde o negão fedido com o sovaco na nossa cara no metrô até a mulher baranga que roça a bolsa enorme na nossa cara no ônibus, todos nós, somos heróis em ascenção; Quase um...Sei lá, Rei Arthur em potencial.
Acho lisonjeiro e até um pouco docemente febril da parte de alguns heróis, não quererem aparecer, mas, isso é certo. Nos dias atuais, ser herói é posar nu para uma revista, fazer uma ponta na novela da Globo, e gravar um CD qualquer, e mais além: Ser rainha-de-bateria (ou destaque)de alguma G.R.E.S. da vida, e assim se cuidar. Agradeço a vocês, heróis anônimos (principalmente você, que sustenta você, sua amada, e teus três filhos com um salário de 550,00), por estarem de novo aqui, lendo e relendo palavras tortas, e cricando no anúncio, para vosso cronista mundano ganhar um santo troco.
Faço hoje, a cadeira de vocês, heróis verdadeiros. Os que emprestam dinheiro aos que necessitam, ou fazem "o bem sem olhar a quem" (e sem saber que tipo de bem fizeram); A você que deixa de comer um confeito depois do almoço, para levar um agrado ao teu filho; OU MELHOR AINDA: A você que chega cansado, fudido, estarrecido do serviço escravo, não tem um dinheiro no bolso, e lê meu escrito, e vai agora dar valor a tua vida; Sobre ti: Dou-te minha benção de escritor-nomadê-marmotador-do beco, para que você veja que a vida é menos que a morte, e mais que dinheiro. A vida é ter seus filhos no colo, seu cachorro contigo, um lindo amor a se viver, e trabalhar e receber seu ordenado. Para você...Toda a feliccitá do mundo; Meu Herói.
Ótima Noite.
Digo, não no sentido "Constantine" ou "WitoldPickeliano" da coisa, mas, algo como os bombeiros, ou até mesmo os heróis verdadeiros, heróis como nós que pegam o mesmo metrô, comem da mesma comida, e morrem e caem na mesma terra. Pessoas como nós.
Sim, somos todos heróis. Desde o negão fedido com o sovaco na nossa cara no metrô até a mulher baranga que roça a bolsa enorme na nossa cara no ônibus, todos nós, somos heróis em ascenção; Quase um...Sei lá, Rei Arthur em potencial.
Acho lisonjeiro e até um pouco docemente febril da parte de alguns heróis, não quererem aparecer, mas, isso é certo. Nos dias atuais, ser herói é posar nu para uma revista, fazer uma ponta na novela da Globo, e gravar um CD qualquer, e mais além: Ser rainha-de-bateria (ou destaque)de alguma G.R.E.S. da vida, e assim se cuidar. Agradeço a vocês, heróis anônimos (principalmente você, que sustenta você, sua amada, e teus três filhos com um salário de 550,00), por estarem de novo aqui, lendo e relendo palavras tortas, e cricando no anúncio, para vosso cronista mundano ganhar um santo troco.
Faço hoje, a cadeira de vocês, heróis verdadeiros. Os que emprestam dinheiro aos que necessitam, ou fazem "o bem sem olhar a quem" (e sem saber que tipo de bem fizeram); A você que deixa de comer um confeito depois do almoço, para levar um agrado ao teu filho; OU MELHOR AINDA: A você que chega cansado, fudido, estarrecido do serviço escravo, não tem um dinheiro no bolso, e lê meu escrito, e vai agora dar valor a tua vida; Sobre ti: Dou-te minha benção de escritor-nomadê-marmotador-do beco, para que você veja que a vida é menos que a morte, e mais que dinheiro. A vida é ter seus filhos no colo, seu cachorro contigo, um lindo amor a se viver, e trabalhar e receber seu ordenado. Para você...Toda a feliccitá do mundo; Meu Herói.
Ótima Noite.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Crepúsculo Esmeralda.
Eu enterro meus dedos pela areia, e é frio e nublado como um céu roxo sem fim com nuvens brancas e azuis desenhadas com raios.
Eu estou só.
Mesmo eu estando com Deus e com a Morena e a Asa Veloz dos dias, eu estou só. Ninguém vem ao meu auxílio; Então fico eu perdido em pensamentos sobre o cavalo que fiz. Fico eu perdido em tanto o que de pensar, e em remoer mágoas que não causam diferença, eu fico com raiva do que não é meu, e isso me causa espanto.
Seguro então a areia com mais força, deixando ela escapar dos meus dedos, como você escapa de mim a cada passo que dou, a cada esquina que ando, quando penso em nós e ante-nós.
Sinto cíumes do passado.
Levanto-me; Amaldiçoo o vento que me trás pensamentos de destruição! E deixo uma lágrima escorrer inocentemente, me perdoando do erro. Sei bem eu que estou errado e rezo a Deus para que a próxima onda me acerte. Eu prometi a mim mesmo que eu ia te cuidar e proteger, mas mais uma vez eu falhei, como em todas as outras vezes.
A onda então me acerta e me deixo ser acertado em alvo-cheio, e desço para as profundezas do reino D'Além-Mar. Meu riso se funde co'a água, minha traquéia se abre...Nada mais resta, logo eu penso em nós, me encomendo, e caio em paz. Só. Com nós.
E então quando cair o Crepúsculo Esmeralda, terei eu capido na paz de meu ser, e você será de novo um rouxinol alivre, de tudo o que lhe acauso mal ou influenço em teu altar, tua vivença, eu Nagô, vou estar. Me pense, e tente ver, que coisas podem ser esquecidas, por mais que doam e se remoam no nosso coração ariano e defeituoso.
Eu estou só.
Mesmo eu estando com Deus e com a Morena e a Asa Veloz dos dias, eu estou só. Ninguém vem ao meu auxílio; Então fico eu perdido em pensamentos sobre o cavalo que fiz. Fico eu perdido em tanto o que de pensar, e em remoer mágoas que não causam diferença, eu fico com raiva do que não é meu, e isso me causa espanto.
Seguro então a areia com mais força, deixando ela escapar dos meus dedos, como você escapa de mim a cada passo que dou, a cada esquina que ando, quando penso em nós e ante-nós.
Sinto cíumes do passado.
Levanto-me; Amaldiçoo o vento que me trás pensamentos de destruição! E deixo uma lágrima escorrer inocentemente, me perdoando do erro. Sei bem eu que estou errado e rezo a Deus para que a próxima onda me acerte. Eu prometi a mim mesmo que eu ia te cuidar e proteger, mas mais uma vez eu falhei, como em todas as outras vezes.
A onda então me acerta e me deixo ser acertado em alvo-cheio, e desço para as profundezas do reino D'Além-Mar. Meu riso se funde co'a água, minha traquéia se abre...Nada mais resta, logo eu penso em nós, me encomendo, e caio em paz. Só. Com nós.
E então quando cair o Crepúsculo Esmeralda, terei eu capido na paz de meu ser, e você será de novo um rouxinol alivre, de tudo o que lhe acauso mal ou influenço em teu altar, tua vivença, eu Nagô, vou estar. Me pense, e tente ver, que coisas podem ser esquecidas, por mais que doam e se remoam no nosso coração ariano e defeituoso.
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Morte
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Sobre...Ah, Sei Lá !
Os senhores leitores e Deus que me perdoem: Mas, eu sou da contra. Modéstia a parte, eu sou tudo aquilo que um dia imaginei ser, sou o fogo no deserto e a água corrente na terra seca.
Esquecer e perdoar, citou-me a Brarbuletta, mas, sinto-me totalmente indigno, melhor dizendo, sinto-me totalmente inútil, vendo inúmeras palavras, inúmeros elogios, inúmeras coisas, e eu não poder dizer nada. Aquiles atado. Quem salva o salvador ? Quem cura aquele que cura todos e não sabe se curar ? Sozinho sempre esteve quem andou com/contra a multidão, um sentimento amargo, um gosto azedo na boca, e assim você se sente pronto para partir para uma briga com socos ingleses, cachecol na calça e navalha no feixe de Pallas; Os tempos mudaram.
O seu dia é bom, e você sabe que é, mas, quando voltas cansado dos apertos e pesos, você pensa n'Ela, nas coisas d'Ela, e quer falar com ela. O telefone não atende, ela não está on. Te assusta, imundo ser, que a modernidade esteja na tua fuça, e isso não te aproxime d'Ela. Você pensa em mil hipóteses; Nenhuma delas te acalma. Você vai perder a linha agora, não perca a linha, não perca a razão, perdeu. Agora tudo o que ouves, sentes e falas, tem tom de amargura, raiva...
E te assusta mais ainda, é que tudo a lembra, e nenhuma música te acalma, e no Tempo Da Montanha Selvagem, você reza para que o passado seja uma realidade, e o futuro um sonho bom, e que tudo esteja nos planos de Deus. Você pede a Deus provas, motivos, e até mesmo razões, e tem medo de incitar isso a Ela, pois, isso causará uma bomba pior qual a da Hiroshima, os Japs. Você hoje, se sente insosso. Você tem medo de bater de frente com aquilo que lhe faz bem, e tem medo de cobrar satisfações, e que do nada isso suma, e que não volte mais.
Cá entre nós: Se é tão bom estar só; Por que você tem medo de perder Ela meu irmãozinho ?
A vida é uma sobreforça amena, que nos mata a cada rajada de ar. E se não for você, que nem seja mais alguém, que o amor que reforça o peito como uma armadura de Luz, seja o mesmo que esteja dentro do peito d'Ela, fazendo ela pensar tudo isso igualzinho, só que invertendo os fatos. Que a ilusão, possa um dia - Queira Deus que irá de ser - ser a relidade, e que a áspide seja pisada, e o leão, trucidado.
Esquecer e perdoar, citou-me a Brarbuletta, mas, sinto-me totalmente indigno, melhor dizendo, sinto-me totalmente inútil, vendo inúmeras palavras, inúmeros elogios, inúmeras coisas, e eu não poder dizer nada. Aquiles atado. Quem salva o salvador ? Quem cura aquele que cura todos e não sabe se curar ? Sozinho sempre esteve quem andou com/contra a multidão, um sentimento amargo, um gosto azedo na boca, e assim você se sente pronto para partir para uma briga com socos ingleses, cachecol na calça e navalha no feixe de Pallas; Os tempos mudaram.
O seu dia é bom, e você sabe que é, mas, quando voltas cansado dos apertos e pesos, você pensa n'Ela, nas coisas d'Ela, e quer falar com ela. O telefone não atende, ela não está on. Te assusta, imundo ser, que a modernidade esteja na tua fuça, e isso não te aproxime d'Ela. Você pensa em mil hipóteses; Nenhuma delas te acalma. Você vai perder a linha agora, não perca a linha, não perca a razão, perdeu. Agora tudo o que ouves, sentes e falas, tem tom de amargura, raiva...
E te assusta mais ainda, é que tudo a lembra, e nenhuma música te acalma, e no Tempo Da Montanha Selvagem, você reza para que o passado seja uma realidade, e o futuro um sonho bom, e que tudo esteja nos planos de Deus. Você pede a Deus provas, motivos, e até mesmo razões, e tem medo de incitar isso a Ela, pois, isso causará uma bomba pior qual a da Hiroshima, os Japs. Você hoje, se sente insosso. Você tem medo de bater de frente com aquilo que lhe faz bem, e tem medo de cobrar satisfações, e que do nada isso suma, e que não volte mais.
Cá entre nós: Se é tão bom estar só; Por que você tem medo de perder Ela meu irmãozinho ?
A vida é uma sobreforça amena, que nos mata a cada rajada de ar. E se não for você, que nem seja mais alguém, que o amor que reforça o peito como uma armadura de Luz, seja o mesmo que esteja dentro do peito d'Ela, fazendo ela pensar tudo isso igualzinho, só que invertendo os fatos. Que a ilusão, possa um dia - Queira Deus que irá de ser - ser a relidade, e que a áspide seja pisada, e o leão, trucidado.
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Para Ontem; Avante.
...E, de certo, a bonanza nos atinge por completo.
Nos tornamos, ao inteiro, uma pequenina sujeira da unha de Deus, assim vendo a grandeza do Mestre.
Dever-se-há de agradecer por tudo, até do aprendizado. Do dia até a semana, culminando o mês e findando o ano. Dever-se-há de sempre ser uma persona, e nunca d'Alterar tua face.
Nos momentos de dúvida, e tribulações, é ali, na'Quele momento que devemos nos apegar mais ainda na Sobre-Força d'Ele. Pois nas horas em que você sofrer "sem ninguém", ele sim enxugou teu pranto e te deu força. Deus é amigo; Deus é bom; Deus é amor; Deus é Deus; Deus é Nosso e dos Nossos.
Devemos, nos entregar e entregar o nosso nas mãos do altíssimo, poisde tudo Ele vê, e de tudo ele sente, pois é da paz o sossego e do instrumento a música, e do sentimento, o Amor Maior que possamos receber.
Tudo é nosso, só nos basta apenas manter a fé.
Nos tornamos, ao inteiro, uma pequenina sujeira da unha de Deus, assim vendo a grandeza do Mestre.
Dever-se-há de agradecer por tudo, até do aprendizado. Do dia até a semana, culminando o mês e findando o ano. Dever-se-há de sempre ser uma persona, e nunca d'Alterar tua face.
Nos momentos de dúvida, e tribulações, é ali, na'Quele momento que devemos nos apegar mais ainda na Sobre-Força d'Ele. Pois nas horas em que você sofrer "sem ninguém", ele sim enxugou teu pranto e te deu força. Deus é amigo; Deus é bom; Deus é amor; Deus é Deus; Deus é Nosso e dos Nossos.
Devemos, nos entregar e entregar o nosso nas mãos do altíssimo, poisde tudo Ele vê, e de tudo ele sente, pois é da paz o sossego e do instrumento a música, e do sentimento, o Amor Maior que possamos receber.
Tudo é nosso, só nos basta apenas manter a fé.
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Falando sobre a vida; Algo mais.
No infinito ponto de partida, da qual chamamos á vida; A morte é certa. Portanto façamos de nossa vida algo lindo, sendo exemplo aos nossos filhos e nossos semelhantes. Não é pecado tomar uma cerveja com um amigo no bar da esquina, nem dar dinheiro para um mendingo tomar sua cana. É sim dado o termo de pecado quando você mata seus sonhos. Ou pisa por acima de outros, sem perceber que talvez, nunca pisaram aos seus.
O pecado é não dar a chance a quem te ama, renegar a comida dada no prato, esquecer origens e história; Ser do óbvio o contrário, nadar em terra lamacenta, e dizer que faz bem ao ego teu. Que a veracita seja dita: Muros caiam ! Somos todos iguais, por isso, não cometamos o pecado de rotular o outro errôneamente. Sejamos sábios com nostras palavras, elas são nossas armas e nossos escudos. Não cometamos o pecado de sermos melhores. E nem ser pior, porque isso atualmente se encontra na tal feira renascentista chamada "Moda".
Que o amor, caso haja, não caia no pecado do "Não posso, não devo, não faço"; Que todas as suas mentes se abram, que suas vontades sejam saciadas com seu par. Não emita um sinal de wireless falando que é virgem, sendo que já deu pra mais de cem, e que rasga os lábios vaginais, sendo que nem sabes o que é um "culilíngua". Não cometa o sacro-pecado-d'Or de achar que Deus esqueceu de você. Nunca desrespeite uma religião, ela pode ser sua segunda morada, e acredite em algo maior que o Céu e a Terra, e acredite em mim. Esse texto escroto fala não de religião, e sim sobre escolhas na vida, estrada longa, sem paradas, com tanque cheio, e uma música na cabeça. Se você pegar um desvio, que seja o que você escolheu, senão; O arrependimento será de Sete por Sete Mil; E d'Esse pecado, será te condenado o Santo Fogo Do Inferno.
Sem Mais; Paz Em Cristo.
Queiroz; Marcus.
Trint'Um D'Agosto. Miliquentós.
O pecado é não dar a chance a quem te ama, renegar a comida dada no prato, esquecer origens e história; Ser do óbvio o contrário, nadar em terra lamacenta, e dizer que faz bem ao ego teu. Que a veracita seja dita: Muros caiam ! Somos todos iguais, por isso, não cometamos o pecado de rotular o outro errôneamente. Sejamos sábios com nostras palavras, elas são nossas armas e nossos escudos. Não cometamos o pecado de sermos melhores. E nem ser pior, porque isso atualmente se encontra na tal feira renascentista chamada "Moda".
Que o amor, caso haja, não caia no pecado do "Não posso, não devo, não faço"; Que todas as suas mentes se abram, que suas vontades sejam saciadas com seu par. Não emita um sinal de wireless falando que é virgem, sendo que já deu pra mais de cem, e que rasga os lábios vaginais, sendo que nem sabes o que é um "culilíngua". Não cometa o sacro-pecado-d'Or de achar que Deus esqueceu de você. Nunca desrespeite uma religião, ela pode ser sua segunda morada, e acredite em algo maior que o Céu e a Terra, e acredite em mim. Esse texto escroto fala não de religião, e sim sobre escolhas na vida, estrada longa, sem paradas, com tanque cheio, e uma música na cabeça. Se você pegar um desvio, que seja o que você escolheu, senão; O arrependimento será de Sete por Sete Mil; E d'Esse pecado, será te condenado o Santo Fogo Do Inferno.
Sem Mais; Paz Em Cristo.
Queiroz; Marcus.
Trint'Um D'Agosto. Miliquentós.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Nada Mudou (Eu acho).
Há dois anos atrás, o impossível aconteceu.
Há dois anos trás, eu, munido de meus cabelos longos, minha coragem de minuto (termo inventado agora auto-explicativo), e meu celular cheio de músicas, iriam rever amigos, família, e rever o que me fez tanto bem e tanto o mal. Eu iria ver Elizabeth. Era o Dezenove de Maio de 2008. As coisas estavam apens se ajeitando, o dia todo conspirou ao meu favor. No dia em que Napoleão encontrou a Pedra De Roseta para decifrar os mistérios do Egito, eu iria ganhar a companhia da Menina Morena da música.
Minha família, meus amigos, na verdade, tudo fora um pretexto para ver a Minha Musa Nº 1, a Minha Futura Garota, o meu platônico público. E no dia em que morreu Dercy Gonçalves (acho que tinha ela dito que só ficaria comigo quando ela morresse, pelo fato d'Eu ser feio pacas), se consumou nosso amor. Estavamos em quatro, mais, foda-se, era apenas eu e ela, nos abraçavamos, e com um medo, eu coloquei o braço em sua cintura, e arrumei meu chapéu. Ela estava linda, ela era linda, ela era minha. E logo quando todos iriam embora, me findou a coragem, para um selinho.
Ok, o leitor deve estar rindo dessas babacas linhas, vero ? E eu deixo. Pois também olhando em retrospecto, se não fosse pela atitude d'Ele, de dar só um selo, e d'Ela, de encarar a feiura dele e dizer: Só isso ? E o beijar, talvez não houvesse esse escrito comemorando dois anos de um primeiro beijo de um casal. Você pode achar idiota, sem sentido ou sem moral, mas, existem coisas em um casal, que nem um só irá saber como é.
Há dois anos trás, eu, munido de meus cabelos longos, minha coragem de minuto (termo inventado agora auto-explicativo), e meu celular cheio de músicas, iriam rever amigos, família, e rever o que me fez tanto bem e tanto o mal. Eu iria ver Elizabeth. Era o Dezenove de Maio de 2008. As coisas estavam apens se ajeitando, o dia todo conspirou ao meu favor. No dia em que Napoleão encontrou a Pedra De Roseta para decifrar os mistérios do Egito, eu iria ganhar a companhia da Menina Morena da música.
Minha família, meus amigos, na verdade, tudo fora um pretexto para ver a Minha Musa Nº 1, a Minha Futura Garota, o meu platônico público. E no dia em que morreu Dercy Gonçalves (acho que tinha ela dito que só ficaria comigo quando ela morresse, pelo fato d'Eu ser feio pacas), se consumou nosso amor. Estavamos em quatro, mais, foda-se, era apenas eu e ela, nos abraçavamos, e com um medo, eu coloquei o braço em sua cintura, e arrumei meu chapéu. Ela estava linda, ela era linda, ela era minha. E logo quando todos iriam embora, me findou a coragem, para um selinho.
Ok, o leitor deve estar rindo dessas babacas linhas, vero ? E eu deixo. Pois também olhando em retrospecto, se não fosse pela atitude d'Ele, de dar só um selo, e d'Ela, de encarar a feiura dele e dizer: Só isso ? E o beijar, talvez não houvesse esse escrito comemorando dois anos de um primeiro beijo de um casal. Você pode achar idiota, sem sentido ou sem moral, mas, existem coisas em um casal, que nem um só irá saber como é.
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Irmão Sol/Irmã Lua.
Um dia, todos nós iremos ver nosso passado, nossos erros e acertos, e rir deles, como algo normal e banal, que acontece todos os dias. A sua garota vai lhe dar um sorriso e um cheiro, e beijar tua boca como se fosse o primeiro dia da sua vida. Seu dia vai ser tão abençoado, que tudo o que você almejar/querer, Deus há de te mandar em forma de chuva caindo do Céu, e você irá se molhar com o seu desejo, eu tenho certeza disso.
Na hora determinada por você, todo o universo irá conspirar ao seu favor, e as coisas irão te fazer bem, e te mostrar caminhos bons a se seguir, e quando você estiver com tudo, e com todas as forças que regem o universo, e o vento bater ao teu rosto, e o seu amor te abençoar de todo o mal e te livrar do terror, você andará livre na rua, sem medo de balas ou chicotes. No primeiro Raio-De-Sol do dia, você irá tocar a Aurora com seus pensamentos elevados, e na pior hora do seu dia, lembra-te que mesmo quando tetestam ou pisam, existe alguém, e existe sim irmão/irmã, que te guarda, que te olha, que te ama.
Quando o tiro queimar sua roupa, e furar seu coração, olha ao Céu e agradece ao pesadelo, a faca exposta, ao dia chuvoso, aos tiros de fuzil, aos relâmpagos e trovoadas, pelas enchentes e pelos medos mais primários. Pois deles você distinguiu meu irmão, o que é certo e errado, e d'Hoje, você irá aprender que o medo de amar, é o amor que não se recebe, e sim se ganha com merecimento, honra, esforço e amor. Bonanza a nós !
E, te lembra no leito de dormição, que o teu amor vela por você e por teus passos, e é ela que há de te abraçar enquanto tens um sonho ruim, e é ela que há de te puxar a roupa para um beijo gostoso, e é d'Ela que há de prover brigas, para um melhor amor, um amor infinito. Lembra-te amigo, que de teu amor, virá só o bom, o que achas ruim, tolera: É aprendizado, e quando se sentires só, liga ou o chama, e com a fé em Meu Deus, o teu amor há de vir e te cuidar como um bebê, um filho que cês haverão de ter, meu amigo, agradece aos Céus, o teu amor é o mais lindo e mais perfeito, e mais articulado e mais coeso dos amores, és e sois abençoado por Deus - o Lírio dos Dias - E és o Menino que será homem para a Menina Dos Olhos de Ìeovah. Ouça a minha Boa Nova irmão. O tempo bom há de vir agora.
Irmão, Bom-Dia, Boa-Tarde, Boa-Noite. Que Deus e o Irmão Sol e a Irmã Lua guardem teus passos e te façam melhor a cada esquina que dobras. Tenha o perfeito dia. E o globo é escuro, e vê se entende isso, pois nem eu entendo.
E ninguém sabe o quão você é normal.
Na hora determinada por você, todo o universo irá conspirar ao seu favor, e as coisas irão te fazer bem, e te mostrar caminhos bons a se seguir, e quando você estiver com tudo, e com todas as forças que regem o universo, e o vento bater ao teu rosto, e o seu amor te abençoar de todo o mal e te livrar do terror, você andará livre na rua, sem medo de balas ou chicotes. No primeiro Raio-De-Sol do dia, você irá tocar a Aurora com seus pensamentos elevados, e na pior hora do seu dia, lembra-te que mesmo quando tetestam ou pisam, existe alguém, e existe sim irmão/irmã, que te guarda, que te olha, que te ama.
Quando o tiro queimar sua roupa, e furar seu coração, olha ao Céu e agradece ao pesadelo, a faca exposta, ao dia chuvoso, aos tiros de fuzil, aos relâmpagos e trovoadas, pelas enchentes e pelos medos mais primários. Pois deles você distinguiu meu irmão, o que é certo e errado, e d'Hoje, você irá aprender que o medo de amar, é o amor que não se recebe, e sim se ganha com merecimento, honra, esforço e amor. Bonanza a nós !
E, te lembra no leito de dormição, que o teu amor vela por você e por teus passos, e é ela que há de te abraçar enquanto tens um sonho ruim, e é ela que há de te puxar a roupa para um beijo gostoso, e é d'Ela que há de prover brigas, para um melhor amor, um amor infinito. Lembra-te amigo, que de teu amor, virá só o bom, o que achas ruim, tolera: É aprendizado, e quando se sentires só, liga ou o chama, e com a fé em Meu Deus, o teu amor há de vir e te cuidar como um bebê, um filho que cês haverão de ter, meu amigo, agradece aos Céus, o teu amor é o mais lindo e mais perfeito, e mais articulado e mais coeso dos amores, és e sois abençoado por Deus - o Lírio dos Dias - E és o Menino que será homem para a Menina Dos Olhos de Ìeovah. Ouça a minha Boa Nova irmão. O tempo bom há de vir agora.
Irmão, Bom-Dia, Boa-Tarde, Boa-Noite. Que Deus e o Irmão Sol e a Irmã Lua guardem teus passos e te façam melhor a cada esquina que dobras. Tenha o perfeito dia. E o globo é escuro, e vê se entende isso, pois nem eu entendo.
E ninguém sabe o quão você é normal.
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