Eu creio vêemente no sorriso da criança. Me foi dado o ensinamento da matriarca - anciã cheia de rugas, sorriso sem dente e olhar claro e longe, como quem buscasse uma secanja qualquer. Ela me diss que até determinada idade as crianças se mantém em inocência velada, de Deus e dos homens, para logo depois virar um de nós.
Nós, homens do degredo, da classe trabalhadora que choramos de alegria pelo aumento salarial obrigatório, pela mulher bonita que passa na rua, quando nosso chefe falta, ou quando achamos cinco reais perdido em nossos bolsos. Um dia fomos inocentes da maldade, da separação, da política, da religião e do bem e do mal. Depois, nos foi ensinado o dissernimento ao longo do que nossa família vive: Alguns cristãos, outros pagões, coisa que no começo da perca da inocência, não se faz diferente; Mas o que se passa é que hoje vivemos uma era de lutas, em que se faz necessário brigar não por um lado, nem por uma verdade. Ambos os lados são corroídos, e cada um tem sua verdade, acontece que de ante-mão vem a falta de respeito, cousa que não se deveria nunca ocorrer.
Eu, Marcus Queiroz, 23, Áries e Corinthiano, fui criado em berço humilde, num conjunto habitacional num bairro humilde da zona leste de São Paulo, aprendi a ter respeito, respeitar, e exigir o respeito pelo que penso e creio - e tão somente nisso. A falta da consideração sobre o sentimento e vida alheio é violento e sagaz, podendo até causar morte, ou o pior: Isolamento.
Tribos, etnias, religiões, partidos políticos, e tantas outras subdivisões existem para pessoas que querem encontrar tantas outras no mundo, afinal, ninguém está só no mundo, de uma forma ou outra. Mas cai por terra quando alguns grupos se incomodam com outros, e se atacam, se mutilam, não por querer mais mostrar quem é o certo, ou quem é o melhor, mas sim pelo fato da ofensa gratuita e pela falta (dele mesmo, mais uma vez, comigo, no côro:) do respeito.
Eu não sou obrigado a concordar com mil cousas, mas as respeito. Não concordo com palmeirenses, mas os respeito, e tenho amigos alviverdes. Não sou obrigado a concordar com o axé, mas respeito, e tenho grãs amigos que levantam a mãozinha e dão uma rodadinha.
Entenda: O que outro vai fazer da vida dele, não vai interferir na sua. Cada um é senhor do seu destino, da sua vida, cada um tem o direito de fazer o que quiser, desde que (óbvio) não ofenda ninguém, cause injúria ou dano físico em outrém.
A vida, leitor/leitora, é muito mais do que ficar brigando pelo que se acredita. Vai por mim...
Epitáfio do Marcus Queiroz. Apoia esse blog, faz um pix pra nózes: marcusvini15@hotmail.com
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quarta-feira, 16 de dezembro de 2015
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
Janeiro.
Deita-te sobre meu peito, e como quem não quer nada ouve o silêncio. Lá fora apenas o silêncio do vento batendo no vitral da sua sacada, da palmeira ventando forte, da chuva batendo na esquadrimetal alheia, e cá dentro, apenas a minha respiração, que na sua complexa humildade, serve pra te ninar.
Não que seja o que tu merece, mas, é o que posso lhe oferecer. E ainda digo que deveríamos curtir e aproveitar esse momento a cada segundo, cada momento, sem hesitar ou duvidar. A cama que é pequena hoje, aproxima nossos corpos, mas, quando a cama for grande, podemos ter mais espaço para ambos de nós, e para nossas crianças, cachorro, e o que vier, mas, a graça da vida é isso: Lembrar dos dias de namorados na cama de solteiro, se espremendo e comprimindo para poder sentir seu corpo cada vez mais contra o meu.
O amor existe quando existe você. Você existe porque Deus quis alguém para me completar.
Lembra-se de tudo aquilo que foi vivido, e das experiências, das receitas, dos beijos, do sofá, do cachorro, do edredon, e dos banhos. Por quê não manter tudo isso no futuro? Porque se cabe a Deus. Podemos planejar, mas, ter a sensação de certeza, é somente quando chegar lá, quando viver lá. Caso contrário, isto fica engavetado, engessado nas linhas de pensamento alheias e controversas.
Quando as coisas quiserem tomar sua forma, lembremo-nos de tudo aquilo que nos fez nos encontrar, nos ser, e nos estar aqui. Não é qualquer coisa, a qualquer momento que possa derrubar. Pessoas, caminhos, situações, passado, presente e futuro. Ninguém sabe ao certo a história de ninguém. Nem suas reais intenções, porém quando se abre suas chagas para uma pessoa, você está propenso a caminhar uma trilha de mãos dadas com tal pessoa até o fim. Fim este que é hipotético, porque, se for para ser um eternício, não há fim algum. Cabe a nós, nestes entreveros, ter paciência, e ver o passado, pois no que ficou você entende as atitudes, porque no passado foi forjado o agir de hoje, e porque no passado foi feita a base do que somos hoje.
E o resto, todo o resto, é silêncio.
Janeiro.
Não que seja o que tu merece, mas, é o que posso lhe oferecer. E ainda digo que deveríamos curtir e aproveitar esse momento a cada segundo, cada momento, sem hesitar ou duvidar. A cama que é pequena hoje, aproxima nossos corpos, mas, quando a cama for grande, podemos ter mais espaço para ambos de nós, e para nossas crianças, cachorro, e o que vier, mas, a graça da vida é isso: Lembrar dos dias de namorados na cama de solteiro, se espremendo e comprimindo para poder sentir seu corpo cada vez mais contra o meu.
O amor existe quando existe você. Você existe porque Deus quis alguém para me completar.
Lembra-se de tudo aquilo que foi vivido, e das experiências, das receitas, dos beijos, do sofá, do cachorro, do edredon, e dos banhos. Por quê não manter tudo isso no futuro? Porque se cabe a Deus. Podemos planejar, mas, ter a sensação de certeza, é somente quando chegar lá, quando viver lá. Caso contrário, isto fica engavetado, engessado nas linhas de pensamento alheias e controversas.
Quando as coisas quiserem tomar sua forma, lembremo-nos de tudo aquilo que nos fez nos encontrar, nos ser, e nos estar aqui. Não é qualquer coisa, a qualquer momento que possa derrubar. Pessoas, caminhos, situações, passado, presente e futuro. Ninguém sabe ao certo a história de ninguém. Nem suas reais intenções, porém quando se abre suas chagas para uma pessoa, você está propenso a caminhar uma trilha de mãos dadas com tal pessoa até o fim. Fim este que é hipotético, porque, se for para ser um eternício, não há fim algum. Cabe a nós, nestes entreveros, ter paciência, e ver o passado, pois no que ficou você entende as atitudes, porque no passado foi forjado o agir de hoje, e porque no passado foi feita a base do que somos hoje.
E o resto, todo o resto, é silêncio.
Janeiro.
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Feira Da Renascença.
quinta-feira, 7 de agosto de 2014
Carta para Ticó.
Amigo, abre os braços e sente a brisa do vento. Apeia e sente: O vento uiva no teu ouvido, e faz carinhos em demasia no teu cabelo e a vida te põe numa encruzilhada, mas tem a certeza que a cada caminho tomado, há de ter sua alegria em mel, ou tristeza em vinagre. Seja qual lhe for o caminho, estarei aqui em paz quando bem precisar de algum amigo, e que você tenha em si que o caminho que lhe decidir, será abençoado e próspero. Agora, vamos meter o bedelho...
Peço, como um bom amigo que tens em ti a mesma confiança de quem crê num amanhã, que você abra urgentemente seus olhos, pequeno. A vida corre, esvai, esbarra, e passa-lhe entre os dedos: Você mal vê, mal sente, e tampouco usufrui daquilo que lhe é teu por direito: Entendo sua cabeça, mente, forma de agir e pensar, e querer carregar o mundo todo e salvar pessoas da maldade, violência e misérias, porém nem sempre podemos carregar tudo, e algumas vezes é bem necessário deixar cair.
Rogo que você pare urgentemente seu pensar, lave sua mente, e recomece tudo de novo; Não por maldade, mas, para alguém que é tão inteligente, me desperta o atencionar de que você precisa pensar por si, e não mascar idéias alheias, se quiser, espelha-te em mim: Eu pesquiso, eu faço meus dados, eu brigo, luto, bato, bebo e brigo: Minha justiça eu faço na minha cintura, e Deus é meu pendão.
Todos nós, temos a fase da descoberta, do experimentar, do agir, do impulso que embala nossos dias, mas, note urgentemente que o tempo urge, e você ainda não se deslocou. Note que as pessoas começam a trilhar seus rumos, e você fica. Ticó, olha pro Céu e vê que até as aves tem suas escolhas feitas e planejadas, e isto lhes satisfazem por inteiro, seja feliz, independente de tua crença, sexualidade, visão política, amizades ou jeito de vida.
Vê que uma garota linda está do seu lado, e ela está apenas te esperando para você convidar ela para sair (mas, sair de verdade, entende?), tomar um sorvete, e talvez ali, naquela base sólida que seja essa linda menina da risada engraçada e dos olhos de jabuticaba sinceros, talvez ali resida a paz que tanto procura, o amor que tanto possa lhe completar, a companheira para seus pensares, a mulher que pode ser tudo para você...Ou não, né? Vai que tu acha o homem da tua vida por aí.
Desconfie de todas as fontes. Veja todas as histórias, fatos, dados e causos por ângulos diferentes, para assim e só assim você tenha uma versão resumida e superficial da verdade, e de como as pessoas são e agem nas mais variadas situações. Não tenha medo de cair, tenha medo de não gostar de cair; Quem cai gosta de cair porque assim pode ver debaixo das saias do congá, e aprende a ficar forte do corpo...
Seja forte, e não deixe o mal invadir sua tenda. Nunca.
Enfim; Palavras sinceras.
Peço, como um bom amigo que tens em ti a mesma confiança de quem crê num amanhã, que você abra urgentemente seus olhos, pequeno. A vida corre, esvai, esbarra, e passa-lhe entre os dedos: Você mal vê, mal sente, e tampouco usufrui daquilo que lhe é teu por direito: Entendo sua cabeça, mente, forma de agir e pensar, e querer carregar o mundo todo e salvar pessoas da maldade, violência e misérias, porém nem sempre podemos carregar tudo, e algumas vezes é bem necessário deixar cair.
Rogo que você pare urgentemente seu pensar, lave sua mente, e recomece tudo de novo; Não por maldade, mas, para alguém que é tão inteligente, me desperta o atencionar de que você precisa pensar por si, e não mascar idéias alheias, se quiser, espelha-te em mim: Eu pesquiso, eu faço meus dados, eu brigo, luto, bato, bebo e brigo: Minha justiça eu faço na minha cintura, e Deus é meu pendão.
Todos nós, temos a fase da descoberta, do experimentar, do agir, do impulso que embala nossos dias, mas, note urgentemente que o tempo urge, e você ainda não se deslocou. Note que as pessoas começam a trilhar seus rumos, e você fica. Ticó, olha pro Céu e vê que até as aves tem suas escolhas feitas e planejadas, e isto lhes satisfazem por inteiro, seja feliz, independente de tua crença, sexualidade, visão política, amizades ou jeito de vida.
Vê que uma garota linda está do seu lado, e ela está apenas te esperando para você convidar ela para sair (mas, sair de verdade, entende?), tomar um sorvete, e talvez ali, naquela base sólida que seja essa linda menina da risada engraçada e dos olhos de jabuticaba sinceros, talvez ali resida a paz que tanto procura, o amor que tanto possa lhe completar, a companheira para seus pensares, a mulher que pode ser tudo para você...Ou não, né? Vai que tu acha o homem da tua vida por aí.
Desconfie de todas as fontes. Veja todas as histórias, fatos, dados e causos por ângulos diferentes, para assim e só assim você tenha uma versão resumida e superficial da verdade, e de como as pessoas são e agem nas mais variadas situações. Não tenha medo de cair, tenha medo de não gostar de cair; Quem cai gosta de cair porque assim pode ver debaixo das saias do congá, e aprende a ficar forte do corpo...
Seja forte, e não deixe o mal invadir sua tenda. Nunca.
Enfim; Palavras sinceras.
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quinta-feira, 31 de julho de 2014
To Whom It May Concern.
Ahm, oi. Eu sou o Marcus. Marcus Queiroz, eu tenho 22 anos, e escrevo nesse blog desde os meus 15. Se você perceber, desde cedo tento evoluir minha escrita, coisa que deu certo em algumas vezes, e atraiu leitores da China, Rússia, Macedônia, Portugal, Bolívia, Nicarágua, Estados Unidos, Inglaterra, Japão e óbvio, Brasil.
Por aqui passaram muitas fantasias, dimensões, realidades, musas, casos, cartas, pessoas e homenagens (idem para maldições) e já falei muita asneira. Muita mesmo. Só que de uns tempos pra cá, a coisa mudou, entende? Parece que, de repente, minha escrita tinha um tom sério, acusações graves contra a vida, a cama e comida que eles comem, mas, se perdeu, como tudo em minha vida se perde. Álias, me perdoe você que leu meus textos e não entendeu, talvez a mensagem não tenha sido direta o suficiente, talvez não tenha sido pra você, ou tenha sido só um desabafo meu, mesmo. E sim, Cecília é um personagem do futuro, a filha que eu um dia quero ter, não me importa o que aconteça, mesmo sabendo que posso ser um pai bom, quero - se possível - o melhor pai do mundo.
Sou de Áries, e me rege a impaciência e intolerância, só que eu trabalhei tanto este meu lado, que hoje sou paciente até demais, e como digo a alguns amigos: "Estou mais zen que um buda". Mas, estou cansado de ser zen, sabe? Como pode notar a alguns posts atrás, sinto uma extrema, expressa e urgente vontade de deixar tudo para depois (tipo, pra próxima vida, sé quela existe...) e curtir de algum lugar tudo o que houver de merecimento meu.
Leitor, eu já fui ruim, e já fui pisado. Um dia eu resolvi acreditar no amor, e achei que ele poderia florescer pra mim, mas, acho que fui me enganando consecutivamente. Infelizmente, o que ela me disse agora faz todo o sentido: "Não confie em ninguém, nem mesmo em mim". E eu mesmo assim acreditei, quis crer, quis ao menos tanger o Sol e Céu com a cor do nosso amor, seja qual o fosse, mas, pra Ela tanto fez, eu acho, então não me restou nada além de esperar que ela fosse diferente de todas as outras, qu'ela me desse a alegria que eu tanto almejava, que ela botasse meu coração embaixo do seu, ou que lavasse ele na água corrente da cachoeira pra ver se ele se limpava das dores do passado. De nada valeu. Ela finge que está tudo bem, e não nota minha dor, oi, eu sou o Marcus, e como alguns Santos, faço da dor alegria, mesmo não sendo Santo algum (André, me retire de seu altar).
Quem lê meu post, sabe como me sinto sobre Agosto e sabe que a partir d'agora Agosto dá seus rugidos. E agora, levou o Mário para sua somatória. Mês maldito que afastou de mim meus sonhos, anseios, amigos, e agora quem eu amo e meus parentes. Quisera eu ter nascido morto antes de conhecer seus 31 dias de angústia e insensatez. Mário, lembra-te do Domecq, do sorriso, do Karaokê e da macarronada do meu pai, e vê que nada é em vão, nada é passageiro quando se vale a pena, tudo é eterno, e agora, deitado está você sobre essa eternidade - Eternidade essa que Agosto quase tomou pra si, mas Julho se resignou de mim. Agosto, infelizmente já tomou Agnish por completo, e eu sei que a perdi ali.
Por aqui passaram muitas fantasias, dimensões, realidades, musas, casos, cartas, pessoas e homenagens (idem para maldições) e já falei muita asneira. Muita mesmo. Só que de uns tempos pra cá, a coisa mudou, entende? Parece que, de repente, minha escrita tinha um tom sério, acusações graves contra a vida, a cama e comida que eles comem, mas, se perdeu, como tudo em minha vida se perde. Álias, me perdoe você que leu meus textos e não entendeu, talvez a mensagem não tenha sido direta o suficiente, talvez não tenha sido pra você, ou tenha sido só um desabafo meu, mesmo. E sim, Cecília é um personagem do futuro, a filha que eu um dia quero ter, não me importa o que aconteça, mesmo sabendo que posso ser um pai bom, quero - se possível - o melhor pai do mundo.
Sou de Áries, e me rege a impaciência e intolerância, só que eu trabalhei tanto este meu lado, que hoje sou paciente até demais, e como digo a alguns amigos: "Estou mais zen que um buda". Mas, estou cansado de ser zen, sabe? Como pode notar a alguns posts atrás, sinto uma extrema, expressa e urgente vontade de deixar tudo para depois (tipo, pra próxima vida, sé quela existe...) e curtir de algum lugar tudo o que houver de merecimento meu.
Leitor, eu já fui ruim, e já fui pisado. Um dia eu resolvi acreditar no amor, e achei que ele poderia florescer pra mim, mas, acho que fui me enganando consecutivamente. Infelizmente, o que ela me disse agora faz todo o sentido: "Não confie em ninguém, nem mesmo em mim". E eu mesmo assim acreditei, quis crer, quis ao menos tanger o Sol e Céu com a cor do nosso amor, seja qual o fosse, mas, pra Ela tanto fez, eu acho, então não me restou nada além de esperar que ela fosse diferente de todas as outras, qu'ela me desse a alegria que eu tanto almejava, que ela botasse meu coração embaixo do seu, ou que lavasse ele na água corrente da cachoeira pra ver se ele se limpava das dores do passado. De nada valeu. Ela finge que está tudo bem, e não nota minha dor, oi, eu sou o Marcus, e como alguns Santos, faço da dor alegria, mesmo não sendo Santo algum (André, me retire de seu altar).
Quem lê meu post, sabe como me sinto sobre Agosto e sabe que a partir d'agora Agosto dá seus rugidos. E agora, levou o Mário para sua somatória. Mês maldito que afastou de mim meus sonhos, anseios, amigos, e agora quem eu amo e meus parentes. Quisera eu ter nascido morto antes de conhecer seus 31 dias de angústia e insensatez. Mário, lembra-te do Domecq, do sorriso, do Karaokê e da macarronada do meu pai, e vê que nada é em vão, nada é passageiro quando se vale a pena, tudo é eterno, e agora, deitado está você sobre essa eternidade - Eternidade essa que Agosto quase tomou pra si, mas Julho se resignou de mim. Agosto, infelizmente já tomou Agnish por completo, e eu sei que a perdi ali.
Mudando de assunto; Falemos sobre o cotidiano que tanto assolou meu blog, e na carta de hoje não poderia ser diferente: Hoje fez frio, e o frio me sentir sentir um pouco mais inglês, um pouco mais nobre, um pouco mais bonito, um pouco mais vivo, sabe? O frio me anima, e acho que você ainda deve se lembrar de disso. Não sei se na dimensão aonde você se encontra você tem acesso as outras, mas, eu ainda me lembro de você, e muito bem, obrigado.
Lembro de todas as coisas, todos os detalhes, todas as situações, e afins e lembro de todas as coisas que aguentei na vida, o quanto aguento, e quanto talvez eu ainda possa aguentar.
Não me deixe acostumar com tudo isso de novo, por favor. Não por mim, mas, por nós. Olha por mim, e se deixe sangrar, porque a minha carne já está cortada.
terça-feira, 29 de julho de 2014
Canto Chorado
Olha nos meus olhos, e o marejo que sai deles é por tua causa; Cuasa e efeito de saber que logo mais você vai embora, e eu fico. Estaremos separados, e faço votos que logo nos re-encontremos em algum lugar, em algum ponto, em algum plano num papel amarrotado que ficou na minha blusa ou na sua bolsa. Deixo agora, a frieza que tinha antes de ti, voltar a tomar conta de mim, porque a razão entende, mas o coração padece. Te vai em alegria, e eu fico em saudade. Não guarda em teu átrio, porque até minha oração tiro de vossa boca: Está indo, e logo irá ficar por si só.
Dá-me a falta de você, das incríveis noites e maravilhosos dias, dos seus beijos, do sorriso sem fim que um dia foi ofertado a mim, dos planos, e dos riscos que fiz no Céu pra te ensinar das constelações. Lembra de nós quando tiverdes tempo, ou quando não tiver nada melhor para fazer, e lembra do máximo tempo em que fomos felizes, e não chora. Apeia, e ri. Você não precisa disso.
Sinto falta do teu abraço, de teu calor, da tua voz, sândalo, sono e sorriso. Carrega em ti, se quiser e não for causar algum transtorno, uma parte bem pequena de mim aonde nós dois possamos estar juntos. Menina dos olhos, desde já sinto sua falta. Os pequenos desatinos do dia-a-dia já me aflitavam, mas, agora pior fica, cada vez mais...Me atormenta não te ter, sentir teu perfume, cheirar seu pescoço ou ouvir os sinos que tilintam, toda vez que te vejo. E, no fundo, peço que você continue assim, fingindo que não liga, tampouco se importa. Deve ser melhor assim para nós dois.
Não me avise quando chegar, tampouco que fará, ou deixará de fazer lá. Magoará ainda mais. Neste exato momento, me sinto incapaz de não cumprir o que eu tanto prometi a você: Estar contigo a todo momento. Exatamente agora, sinto mil coisas, imagino mais de trezentas cenas de quadro baixo e alto-relevo, e nenhuma delas me acalma, tampouco me anima, inverso: Me sinto absorto e inano, pronto para ser carregado para qualquer lugar que me queiram, porque sua falta é latente. Eu poderia até dizer que "vivi minha vida inteira sem você" e por isso um tempo sem tua presença seria bico, mas, não. Talvez minha vida, a vida que eu anseiava de verdade, está agora ocorrendo. Meu bem, eu te amo. Eu te amo.
No fim, te peço que ignore essas linhas, e mais ainda o contexto desse texto, é só mais uma dor-de-corno melacueca de quem sente sua falta e não tem estio em paz, apenas pena em trovas para tentar te dizer como te quer e te precisa. Sai desse altruísmo, e olha por mim - de verdade - ao menos uma vez.
Dá-me a falta de você, das incríveis noites e maravilhosos dias, dos seus beijos, do sorriso sem fim que um dia foi ofertado a mim, dos planos, e dos riscos que fiz no Céu pra te ensinar das constelações. Lembra de nós quando tiverdes tempo, ou quando não tiver nada melhor para fazer, e lembra do máximo tempo em que fomos felizes, e não chora. Apeia, e ri. Você não precisa disso.
Sinto falta do teu abraço, de teu calor, da tua voz, sândalo, sono e sorriso. Carrega em ti, se quiser e não for causar algum transtorno, uma parte bem pequena de mim aonde nós dois possamos estar juntos. Menina dos olhos, desde já sinto sua falta. Os pequenos desatinos do dia-a-dia já me aflitavam, mas, agora pior fica, cada vez mais...Me atormenta não te ter, sentir teu perfume, cheirar seu pescoço ou ouvir os sinos que tilintam, toda vez que te vejo. E, no fundo, peço que você continue assim, fingindo que não liga, tampouco se importa. Deve ser melhor assim para nós dois.
Não me avise quando chegar, tampouco que fará, ou deixará de fazer lá. Magoará ainda mais. Neste exato momento, me sinto incapaz de não cumprir o que eu tanto prometi a você: Estar contigo a todo momento. Exatamente agora, sinto mil coisas, imagino mais de trezentas cenas de quadro baixo e alto-relevo, e nenhuma delas me acalma, tampouco me anima, inverso: Me sinto absorto e inano, pronto para ser carregado para qualquer lugar que me queiram, porque sua falta é latente. Eu poderia até dizer que "vivi minha vida inteira sem você" e por isso um tempo sem tua presença seria bico, mas, não. Talvez minha vida, a vida que eu anseiava de verdade, está agora ocorrendo. Meu bem, eu te amo. Eu te amo.
No fim, te peço que ignore essas linhas, e mais ainda o contexto desse texto, é só mais uma dor-de-corno melacueca de quem sente sua falta e não tem estio em paz, apenas pena em trovas para tentar te dizer como te quer e te precisa. Sai desse altruísmo, e olha por mim - de verdade - ao menos uma vez.
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terça-feira, 22 de julho de 2014
Epístola Aos Escritureiros.
Texto dedicado aos meus amigos; Escritureiros.
São Paulo; 22º dia do Alto de Julho de 2014.
A vida é um desafio. A cada dia suprir as necessidades, e arrumar as bagunças deixadas, esquecer nossa fadiga e fazer da dor alegria. A vida é trazer o impossível as mãos, olhos, bocas e alma de quem precisa de um motivo para viver, de um amigo para conversar, de uma muleta para se manter firme, ou até mesmo de algo para encaminhar na vida, ou sair de sua atual situação.
"Lá do escuro;
De onde eu vim;
Da terra - vida arrancada;
Nada valeu sue lamento;
E o vento mesmo assim:
Soprou igual, e o sal secou..."
Não posso dizer que sou um de vocês. Porque não me vejo entre vocês, o brilho de vocês em coletivo, é o brilho de cada um em individual, que quão soma aos demais, torna-se um candeeiro que incandeia até aquele que não vê. Eu - como toda pessoa no universo - tenho minha luz, mas, ainda não estou no mesmo patamar que vocês, então, apenas contento em valetear vocês, e suprir as raríssimas (quase nulas) faltas que vocês tem. Vossas cabeças são boas, seus sorrisos são cânfora e bálsamo, seus abraços tem a calma do Anjo Mineiro de 29, e suas vozes - individualmente - soam bem; Mas, me agradam idôneamente, quando lhes ouço em coro.
Suas ações são necessárias, e seus meios são efetivos, porque vocês fazem pelas pessoas, o que um dia também fizeram comigo há muito, muito, muito tempo atrás (não do mesmo jeito, mas, com a mesma essência, toda vez que assisto o cortejo, ou vou a BCCL, me sinto um flash-back), e, o que vocês fazem, pode não $er tão bem reconhecido, $abe? Mas, peço agora o lado humano de vocês, e peço também o melhor de vocês, que sei que bem tens em cada um de vós. Vinde até onde estou, e vede junto a mim: Vocês estão transformando, renovando, mudando e gerundiando comigo. Aqui, do E&Cc; A escrita é outra. Estão vocês a tirar pessoas de caminhos errados, opostos e avessos, e pondo pessoas a exercitar a mais maravilhosa máquina anti-mercantil: A mente. E pondo ela a vapor, como o Benjamin Guimarães; Nada pode se deter; Vinde até onde estou, e vede comigo, amigos: Vocês estão dando asas a pássaros coxos, olhos a cegos, muletas a amputados, e pão a quem tem fome. E$queçam algun$ fatore$, e lembrem-se, como disse São Francisco: "O reino de Deus é aonde a alma de exalta, e não o bolso farto de dinário". ...Mas, sim. Alguma ajuda é $empre bem-vinda.
Louvados sejam vocês a cada segundo e lembrados e reconhecidos por vossos atos. Estóicamente, re-escreverei quantas vezes puder sobre vocês, povo bonito. Não porque Agnish é uma dentre vocês, ou porque vocês me deixaram estar entre vós, ou porque a Sidinéia é uma pessoa maravilhosa, porque eu amo o humor do Rodrigo de Carvalho, tampouco bagunçar a mente do Bruninho, ou das idéias humildes e consisas do Rafael, ou das danças cheias de "rebolagem" do Eduardo, ou da risada da Silvani e da Ketlin. Quantas letras Deus me der, o dobro estenderei elas para vocês. Em mim tens um amigo, um aliado..."Irmão de Sol", como se dizia antigamente.
Vos me são incríveis; Me fascinam. Captam a minha íris esmeraldina. Louvados vos sejam em todoso seus afazeres. Perseverança, amor, e paz. Continuem o bom combate, e Mantenham a Fé; Sempre.
Do Vosso Irmão-de-Sol;
Marcus Queiroz.
São Paulo; 22º dia do Alto de Julho de 2014.
A vida é um desafio. A cada dia suprir as necessidades, e arrumar as bagunças deixadas, esquecer nossa fadiga e fazer da dor alegria. A vida é trazer o impossível as mãos, olhos, bocas e alma de quem precisa de um motivo para viver, de um amigo para conversar, de uma muleta para se manter firme, ou até mesmo de algo para encaminhar na vida, ou sair de sua atual situação.
"Lá do escuro;
De onde eu vim;
Da terra - vida arrancada;
Nada valeu sue lamento;
E o vento mesmo assim:
Soprou igual, e o sal secou..."
Não posso dizer que sou um de vocês. Porque não me vejo entre vocês, o brilho de vocês em coletivo, é o brilho de cada um em individual, que quão soma aos demais, torna-se um candeeiro que incandeia até aquele que não vê. Eu - como toda pessoa no universo - tenho minha luz, mas, ainda não estou no mesmo patamar que vocês, então, apenas contento em valetear vocês, e suprir as raríssimas (quase nulas) faltas que vocês tem. Vossas cabeças são boas, seus sorrisos são cânfora e bálsamo, seus abraços tem a calma do Anjo Mineiro de 29, e suas vozes - individualmente - soam bem; Mas, me agradam idôneamente, quando lhes ouço em coro.
Suas ações são necessárias, e seus meios são efetivos, porque vocês fazem pelas pessoas, o que um dia também fizeram comigo há muito, muito, muito tempo atrás (não do mesmo jeito, mas, com a mesma essência, toda vez que assisto o cortejo, ou vou a BCCL, me sinto um flash-back), e, o que vocês fazem, pode não $er tão bem reconhecido, $abe? Mas, peço agora o lado humano de vocês, e peço também o melhor de vocês, que sei que bem tens em cada um de vós. Vinde até onde estou, e vede junto a mim: Vocês estão transformando, renovando, mudando e gerundiando comigo. Aqui, do E&Cc; A escrita é outra. Estão vocês a tirar pessoas de caminhos errados, opostos e avessos, e pondo pessoas a exercitar a mais maravilhosa máquina anti-mercantil: A mente. E pondo ela a vapor, como o Benjamin Guimarães; Nada pode se deter; Vinde até onde estou, e vede comigo, amigos: Vocês estão dando asas a pássaros coxos, olhos a cegos, muletas a amputados, e pão a quem tem fome. E$queçam algun$ fatore$, e lembrem-se, como disse São Francisco: "O reino de Deus é aonde a alma de exalta, e não o bolso farto de dinário". ...Mas, sim. Alguma ajuda é $empre bem-vinda.
Louvados sejam vocês a cada segundo e lembrados e reconhecidos por vossos atos. Estóicamente, re-escreverei quantas vezes puder sobre vocês, povo bonito. Não porque Agnish é uma dentre vocês, ou porque vocês me deixaram estar entre vós, ou porque a Sidinéia é uma pessoa maravilhosa, porque eu amo o humor do Rodrigo de Carvalho, tampouco bagunçar a mente do Bruninho, ou das idéias humildes e consisas do Rafael, ou das danças cheias de "rebolagem" do Eduardo, ou da risada da Silvani e da Ketlin. Quantas letras Deus me der, o dobro estenderei elas para vocês. Em mim tens um amigo, um aliado..."Irmão de Sol", como se dizia antigamente.
Vos me são incríveis; Me fascinam. Captam a minha íris esmeraldina. Louvados vos sejam em todoso seus afazeres. Perseverança, amor, e paz. Continuem o bom combate, e Mantenham a Fé; Sempre.
Do Vosso Irmão-de-Sol;
Marcus Queiroz.
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Agnish,
Amigos,
Deus,
Dialogo Com O Leitor,
Dona Antônia,
Futuro,
Injustiça.,
Livros,
São Francisco De Assis
terça-feira, 15 de julho de 2014
Deus.
Deus, me dê um sinal ao menos uma vez, eu preciso muito saber disso, sei que você anda ocupado e tem muitas coisas a fazer, mas, olha pra mim e pro meu desespero; Vou começar a jogar fora tudo aquilo que não me convém e eu preciso da sua ajuda: Mais precisamente do seu conselho, tato, ministração e audição pra ouvir meus medos e anseios, e saber que você está aí, e vai me dar um sinal do que fazer.
Deus, ao menos você está aí?
Você me vê, sente, sabe ou conhece minha cabeça fétida e meus sentimentos? Você ao menos já olhou na minha alma e me tomou pra junto de Ti? Sua Mãe nunca tardou comigo, mas, com você parece que a agenda é sempre cheia, sempre ocupada...Quando vou ter a ilustre honra de te ver fuça a fuça, e poder desaguar todos os potes de mágoa que me encheram, e você me explicar um a um, as gotas que continham-os? Será que ao menos você consegue perceber que estou desesperadamente atrás de você por este mundo de cão, e quanto mais te caço, mais Te somes? Você ao menos existe? Parece que no fim das coisas nada realmente importa pra ti, e eu apenas sou um lunático que reclama com o invisível, em silêncio.
Por favor, que minha vida até aqui não tenha sido em vão. Mostra sua face em piedade a minha ignorância, nem que eu precise morrer pra isso. Olha pro meu coração tão pesado, negro e machucado, e alivia. Nem muda, porque eu já sou ruim por natureza, sei que não mereço salvação, apenas, alivie todas essas coisas, esses pensamentos ruins, todo esse medo das ondas que batem nas pedras do mar. Poxa, me ouve, eu não tô mais fazendo nada de errado.
Estou cansado, e você sabe disso, e cada vez mais vem mais desafios, e cada vez sinto vontade de ter feito o que deveria ter feito na merda daquele heliponto. Não me sinto mais afim de continuar nada, quero deixar todos os pontos em suspenso e criar um fim abrupto, assim como a maioria dos meus projetos...Sabe, eu fico pensando em quanta coisa pode ser feita, mas, mesmo que eu tente, eu não consigo encontrar um ponto que me faça motivar, que me faça além. Devo admitir, Você pôs, e põe ainda anjos no meu caminho, pessoas de bem e que dão a cara pra bater contra o asfalto, mas, até quando? Até quando cada um de nós, pessoas do bem merece morrer, cair e padecer contra o chão duro enquanto essa vida maldita continua? Por quê Você não nos alivia na hora dura, poxa? Tudo bem, erramos no Éden, Touro de Bronze, mas, Seu Filho, nos lavou do mal, e hoje ainda sim existem pessoas que tentam viver em harmonia Contigo, e eu sou um deles, mas, parece que nada muda, nada diferencia, e quanto mais perto eu tento chegar de Você, mais difícil fica, e mais tretas avém vindo, e mais fraco, cansado, emputecido e raivoso eu fico. Poxa, porque não nos livra do mal (até da cabeça) enquanto nós rezamos (e alguns tatuam) isto?
Olha pra mim. Sou só um jovem ainda, nada tenho. Minhas mãos já estão se calejando, e do nada que tenho, o pouco dele me basta, não tire de mim a rala alegria que tenho, mesmo Você sendo Deus, Você não tem esse direito, Você não deve, tampouco pode ser tão sádico assim, Você tinha que ser meu amigo, o meu melhor amigo, que corresse comigo, e ficasse do meu lado, até mesmo quando eles estavam me medindo torto. Quando eu apanhei, você não apreceu, quando meu pai morreu, Você não se manifestou. Tira de mim todas as coisas vãs, os caprichos, mas, me deixa com a minha essência, aquilo que ninguém possa me tomar. Estou cansado, meus pés doem, e nessa batida eu não quero mais ver a Cecília, tampouco a mim mesmo, queria estar aonde está Pallas, Palmito, Digo, Chelsea e Fábio, e Você simplesmente olha. Tenha clemência de mim e de todos, e age ao nosso favor. Não por mal, não por mal. Por justiça, mesmo.
Eu estou me sentindo como aquela criança que se perdeu no metrô, e só tem a flanela de recordação dos pais. Mas, não tire a minha flanela, por favor. Interceda por mim, e me ajude a ser melhor, mas, saia desse silêncio, e se mostre a mim. Ao menos uma vez, e me mostre o porque de tudo. Estou realmente muito cansado. Tive que crescer cedo, chorar sem fazer barulho, e nunca sorrir, tampouco rir alto, porque minha risada era feia, como diziam. Tive que trabalhar cedo pra ter dinheiro para viver, e cair de cabeça em um relacionamento pra saber que aquela menina não prestava, tive que ficar sem dinheiro, mas pagar meus credores, ajudar em casa, tive que passar muitas coisas, e você sabe de todas elas, até agora. Mas, por quê o oculto?
Ao menos uma vez, eu te peço com todo o meu coração: Se manifeste.
Deus, ao menos você está aí?
Você me vê, sente, sabe ou conhece minha cabeça fétida e meus sentimentos? Você ao menos já olhou na minha alma e me tomou pra junto de Ti? Sua Mãe nunca tardou comigo, mas, com você parece que a agenda é sempre cheia, sempre ocupada...Quando vou ter a ilustre honra de te ver fuça a fuça, e poder desaguar todos os potes de mágoa que me encheram, e você me explicar um a um, as gotas que continham-os? Será que ao menos você consegue perceber que estou desesperadamente atrás de você por este mundo de cão, e quanto mais te caço, mais Te somes? Você ao menos existe? Parece que no fim das coisas nada realmente importa pra ti, e eu apenas sou um lunático que reclama com o invisível, em silêncio.
Por favor, que minha vida até aqui não tenha sido em vão. Mostra sua face em piedade a minha ignorância, nem que eu precise morrer pra isso. Olha pro meu coração tão pesado, negro e machucado, e alivia. Nem muda, porque eu já sou ruim por natureza, sei que não mereço salvação, apenas, alivie todas essas coisas, esses pensamentos ruins, todo esse medo das ondas que batem nas pedras do mar. Poxa, me ouve, eu não tô mais fazendo nada de errado.
Estou cansado, e você sabe disso, e cada vez mais vem mais desafios, e cada vez sinto vontade de ter feito o que deveria ter feito na merda daquele heliponto. Não me sinto mais afim de continuar nada, quero deixar todos os pontos em suspenso e criar um fim abrupto, assim como a maioria dos meus projetos...Sabe, eu fico pensando em quanta coisa pode ser feita, mas, mesmo que eu tente, eu não consigo encontrar um ponto que me faça motivar, que me faça além. Devo admitir, Você pôs, e põe ainda anjos no meu caminho, pessoas de bem e que dão a cara pra bater contra o asfalto, mas, até quando? Até quando cada um de nós, pessoas do bem merece morrer, cair e padecer contra o chão duro enquanto essa vida maldita continua? Por quê Você não nos alivia na hora dura, poxa? Tudo bem, erramos no Éden, Touro de Bronze, mas, Seu Filho, nos lavou do mal, e hoje ainda sim existem pessoas que tentam viver em harmonia Contigo, e eu sou um deles, mas, parece que nada muda, nada diferencia, e quanto mais perto eu tento chegar de Você, mais difícil fica, e mais tretas avém vindo, e mais fraco, cansado, emputecido e raivoso eu fico. Poxa, porque não nos livra do mal (até da cabeça) enquanto nós rezamos (e alguns tatuam) isto?
Olha pra mim. Sou só um jovem ainda, nada tenho. Minhas mãos já estão se calejando, e do nada que tenho, o pouco dele me basta, não tire de mim a rala alegria que tenho, mesmo Você sendo Deus, Você não tem esse direito, Você não deve, tampouco pode ser tão sádico assim, Você tinha que ser meu amigo, o meu melhor amigo, que corresse comigo, e ficasse do meu lado, até mesmo quando eles estavam me medindo torto. Quando eu apanhei, você não apreceu, quando meu pai morreu, Você não se manifestou. Tira de mim todas as coisas vãs, os caprichos, mas, me deixa com a minha essência, aquilo que ninguém possa me tomar. Estou cansado, meus pés doem, e nessa batida eu não quero mais ver a Cecília, tampouco a mim mesmo, queria estar aonde está Pallas, Palmito, Digo, Chelsea e Fábio, e Você simplesmente olha. Tenha clemência de mim e de todos, e age ao nosso favor. Não por mal, não por mal. Por justiça, mesmo.
Eu estou me sentindo como aquela criança que se perdeu no metrô, e só tem a flanela de recordação dos pais. Mas, não tire a minha flanela, por favor. Interceda por mim, e me ajude a ser melhor, mas, saia desse silêncio, e se mostre a mim. Ao menos uma vez, e me mostre o porque de tudo. Estou realmente muito cansado. Tive que crescer cedo, chorar sem fazer barulho, e nunca sorrir, tampouco rir alto, porque minha risada era feia, como diziam. Tive que trabalhar cedo pra ter dinheiro para viver, e cair de cabeça em um relacionamento pra saber que aquela menina não prestava, tive que ficar sem dinheiro, mas pagar meus credores, ajudar em casa, tive que passar muitas coisas, e você sabe de todas elas, até agora. Mas, por quê o oculto?
Ao menos uma vez, eu te peço com todo o meu coração: Se manifeste.
segunda-feira, 30 de junho de 2014
Childesh.
Renega a casa, rosa, florete, sala, lareira e jardim se isso te faz mal. Eleva teu coração e ali naquele instante eu te rogo: Acalma-te, criança. Sou eu.
Deixa-me te pôr nos meus braços, rezar-te em orações, te fazer feliz, te cuidar e te louvar mil por mil vezes, sempre que te ver sorrindo, cantando, e dançando ante os lobos, deixa eu louvar a Deus por mais um dia contigo, por mais uma hora vivo, por mais uma hora com sua ilustre presença, com seu lindo cabelo, lindos olhos, e linda - mais linda ainda - alma.
Transcenda, trespasse, ultrapasse e ascenda aos Céus de tal forma fulgurosa, que mal eu possa ver seu rastilho sob os Céus enegreados deste lugar comum que pessoas se engalfinham pelo papel maldito, e que a família se desfaz por miúras. Criança, olha e transcende minha frase: Une tudo aquilo que não se pode ser unido, quebra aquilo que não se racha e olha aquilo que repousa na córnea do homem cego. A verdade está no que é coeso, no que não é coeso, e no que se faz em medos e aflições, na alegria e na derrubada, a verdade é tudo. Crê em ti, e liberta-te dos vãos, dos feos, dos maus e dos maldosos, crê na felicidade, na alegria, na menina linda que tem a boca pequena, e os cabelos cacheados, e a tatuagem de Clave de Sol, e crê em mim, criança. Vêemente, crede. Te mostro as passagens por onde já andei, por isto não te ofereço mal algum. Não me tem dor.
O mar é lindo, mas lindo que o mar é teus olhos, e o Céu é lindo, e mais lindo é tua pele. Corre e abraça o mundo porque ele tem muito para te oferecer, menina linda.
Crede, em tudo aquilo que lhe fizer bem e levanta teu pendão e hasteia ele contra toda a maldade, ou tudo aquilo que lhe forçarem contra tua garganta. Ri, dança e canta a tua canção mais alegre, porque Deus é convosco nos teus desaventos mais sombrios, e cuida de ti nos teus aboios mais intensos, e quando por tua cabeça no travesseiro, ri pelo dia, e agradece pela incrível chance de estar viva (e estar indo bem). Louvado o Cristo que te criou, mais ainda o Deus que lhe fez linda.
Cecília, mal nenhum toca em sua porta. E em meu coração fiz um cadeado, que só você e ela tem a chave. Cecília, a dor é transição, e não fica. E se fica, é porque você permite. Crede em mim, criança. A dor não existe, é apenas uma forma de turvar a carne. As pessoas magoam a gente, nos afiltam, nos matam e nos fazer sofrer, mas, não curve a cabeça ante o mal que habita nas pessoas, porque o mal habita nas pessoas, e não que o mal seja - específicamente - a pessoa. Cecília, deixa eu te pôr entre os meus braços e te fazer a mulher mais feliz do mundo, deixa eu e ela cuidar de você como se não houvesse amanhã, como se toda a dor que nos aflige, estivesse no passado (passado este, que me encontro agora). Criança, olha por mim não com alteza, mas, com o prumo baixo, se me deve, me deve respeito, e nada além disso. Não quero ser teu ditador, apenas seu melhor amigo, seu irmão-de-Sol, um cara para te ajudar em todas as horas possíveis e imagináveis. Sim, eu fico com você até mais tarde em casa, e também como mingau com você, e ouço as porcarias sonoras por você, e mataria qualquer cara que maltratasse teu coração. Sim, eu teria medo de perder você, mais ainda de te perder para qualquer um da rua, e mais ainda, se você esquecer de mim e d'Ela. Criança, eu vou trocar você, te banhar, e te pôr pra dormir, e de madrugada, velar teu sono, se der a louca, te levar pra dormir comigo. Você vai ser minha menina dos olhos, mais ainda: Vai ter, só, somente e unicamente pra você, o que nunca nenhuma outra teve (a não ser a menina da Clave de Sol): Meu coração, minha alma, minha devoção, e o mais importante: A outra metade de mim, porque de dois formam-se um.
Criança, boa noite.
Deixa-me te pôr nos meus braços, rezar-te em orações, te fazer feliz, te cuidar e te louvar mil por mil vezes, sempre que te ver sorrindo, cantando, e dançando ante os lobos, deixa eu louvar a Deus por mais um dia contigo, por mais uma hora vivo, por mais uma hora com sua ilustre presença, com seu lindo cabelo, lindos olhos, e linda - mais linda ainda - alma.
Transcenda, trespasse, ultrapasse e ascenda aos Céus de tal forma fulgurosa, que mal eu possa ver seu rastilho sob os Céus enegreados deste lugar comum que pessoas se engalfinham pelo papel maldito, e que a família se desfaz por miúras. Criança, olha e transcende minha frase: Une tudo aquilo que não se pode ser unido, quebra aquilo que não se racha e olha aquilo que repousa na córnea do homem cego. A verdade está no que é coeso, no que não é coeso, e no que se faz em medos e aflições, na alegria e na derrubada, a verdade é tudo. Crê em ti, e liberta-te dos vãos, dos feos, dos maus e dos maldosos, crê na felicidade, na alegria, na menina linda que tem a boca pequena, e os cabelos cacheados, e a tatuagem de Clave de Sol, e crê em mim, criança. Vêemente, crede. Te mostro as passagens por onde já andei, por isto não te ofereço mal algum. Não me tem dor.
O mar é lindo, mas lindo que o mar é teus olhos, e o Céu é lindo, e mais lindo é tua pele. Corre e abraça o mundo porque ele tem muito para te oferecer, menina linda.
Crede, em tudo aquilo que lhe fizer bem e levanta teu pendão e hasteia ele contra toda a maldade, ou tudo aquilo que lhe forçarem contra tua garganta. Ri, dança e canta a tua canção mais alegre, porque Deus é convosco nos teus desaventos mais sombrios, e cuida de ti nos teus aboios mais intensos, e quando por tua cabeça no travesseiro, ri pelo dia, e agradece pela incrível chance de estar viva (e estar indo bem). Louvado o Cristo que te criou, mais ainda o Deus que lhe fez linda.
Cecília, mal nenhum toca em sua porta. E em meu coração fiz um cadeado, que só você e ela tem a chave. Cecília, a dor é transição, e não fica. E se fica, é porque você permite. Crede em mim, criança. A dor não existe, é apenas uma forma de turvar a carne. As pessoas magoam a gente, nos afiltam, nos matam e nos fazer sofrer, mas, não curve a cabeça ante o mal que habita nas pessoas, porque o mal habita nas pessoas, e não que o mal seja - específicamente - a pessoa. Cecília, deixa eu te pôr entre os meus braços e te fazer a mulher mais feliz do mundo, deixa eu e ela cuidar de você como se não houvesse amanhã, como se toda a dor que nos aflige, estivesse no passado (passado este, que me encontro agora). Criança, olha por mim não com alteza, mas, com o prumo baixo, se me deve, me deve respeito, e nada além disso. Não quero ser teu ditador, apenas seu melhor amigo, seu irmão-de-Sol, um cara para te ajudar em todas as horas possíveis e imagináveis. Sim, eu fico com você até mais tarde em casa, e também como mingau com você, e ouço as porcarias sonoras por você, e mataria qualquer cara que maltratasse teu coração. Sim, eu teria medo de perder você, mais ainda de te perder para qualquer um da rua, e mais ainda, se você esquecer de mim e d'Ela. Criança, eu vou trocar você, te banhar, e te pôr pra dormir, e de madrugada, velar teu sono, se der a louca, te levar pra dormir comigo. Você vai ser minha menina dos olhos, mais ainda: Vai ter, só, somente e unicamente pra você, o que nunca nenhuma outra teve (a não ser a menina da Clave de Sol): Meu coração, minha alma, minha devoção, e o mais importante: A outra metade de mim, porque de dois formam-se um.
Criança, boa noite.
segunda-feira, 16 de junho de 2014
Tempo.
Cai a chuva outra vez;
Molhando meu cabelo, e todo o resto.
Fica frio mais uma vez,
e a solidão reina,
até onde consigo ver e pensar.
A minha blusa grossa;
Gentilmente me mantém seco e aquecido,
quisera eu estar assim desde o início: Quando o vento carinhou meu cabelo,
turvou seus braços a minha volta,
e tocou uma música ao meu ouvido.
Por um instante, parecia você.
E em tudo que eu olhasse, veria a ti, e teu sorriso.
Pensei que veria teus olhos, seu cabelo bagunçado,
Seu nariz que tanto coça, e sua pequena altura.
Por um instante, achei que você realmente estivesse do meu lado
na minha, como dizem, por aí]
Turvo a vista, olho para o Céu: Ninguém responde.
E nem mesmo a quem cabe estas linhas, há de responder,
então, ainda sim olho ao céu como se procurasse uma resposta vã,
uma resposta que habita em mim, e não consigo entender.
A positividade que emano não sinto volta;
Cada vez mais a chuva aperta, logo levanto a gola;
A bruma leva de mim o meu melhor, e rareia o retorno,
deixo tudo de mim ir embora, nada me pertence, não se é real;
Contemplo o tempo, o templo e o temporizador;
Sinal muda de cor, cor que não sei, chuva que não tem cor;
Qual a cor da minha essência, Doce Senhor?
A cor da fumaça do ônibus é negra,
mais negros meus pensamentos quando me afasto, Deus.
Mais negro ainda quando levo o tiro, que sei que levarei,
mais, ainda creio vêemente que não, que nunca, que jamais...
...Que sim, novamente sim.
O ônibus parece uma barca a vapor,
com todas suas pessoas, seus problemas, dilemas e glórias;
E eu sou um deles, como você também é.
E eu, agora, apesar de não conseguir escrever nada lindo e positivo;
Desejo a você a noite do justo, e que seu sono seja sua vitória do dia.
Boa noite, forte de alma, o Senhor é Convosco.
Molhando meu cabelo, e todo o resto.
Fica frio mais uma vez,
e a solidão reina,
até onde consigo ver e pensar.
A minha blusa grossa;
Gentilmente me mantém seco e aquecido,
quisera eu estar assim desde o início: Quando o vento carinhou meu cabelo,
turvou seus braços a minha volta,
e tocou uma música ao meu ouvido.
Por um instante, parecia você.
E em tudo que eu olhasse, veria a ti, e teu sorriso.
Pensei que veria teus olhos, seu cabelo bagunçado,
Seu nariz que tanto coça, e sua pequena altura.
Por um instante, achei que você realmente estivesse do meu lado
na minha, como dizem, por aí]
Turvo a vista, olho para o Céu: Ninguém responde.
E nem mesmo a quem cabe estas linhas, há de responder,
então, ainda sim olho ao céu como se procurasse uma resposta vã,
uma resposta que habita em mim, e não consigo entender.
A positividade que emano não sinto volta;
Cada vez mais a chuva aperta, logo levanto a gola;
A bruma leva de mim o meu melhor, e rareia o retorno,
deixo tudo de mim ir embora, nada me pertence, não se é real;
Contemplo o tempo, o templo e o temporizador;
Sinal muda de cor, cor que não sei, chuva que não tem cor;
Qual a cor da minha essência, Doce Senhor?
A cor da fumaça do ônibus é negra,
mais negros meus pensamentos quando me afasto, Deus.
Mais negro ainda quando levo o tiro, que sei que levarei,
mais, ainda creio vêemente que não, que nunca, que jamais...
...Que sim, novamente sim.
O ônibus parece uma barca a vapor,
com todas suas pessoas, seus problemas, dilemas e glórias;
E eu sou um deles, como você também é.
E eu, agora, apesar de não conseguir escrever nada lindo e positivo;
Desejo a você a noite do justo, e que seu sono seja sua vitória do dia.
Boa noite, forte de alma, o Senhor é Convosco.
domingo, 25 de maio de 2014
Caridade.
Atenção: Esse post é fatídico. Só o leia se for compreensível a palavras e jogos de frases.
A caridade, é como um bumerangue: Você a atira ao universo, e em um determinado tempo (sabe se lá qual tempo), ela volta pra você, na mesma ou numa escala ampliada. Por isso peço humildemente para quem lê esse texto agora para dar fim a maldade nossa de cada dia e se cubra com a bondade, como s'ela fosse um doce véu como é o véu da Mãe Das Candeias, e nele ficasse, até a morte.
Quero o bem de você que lê este entrevero de sentimento. Não quero lhe amansar, nem tampouco ir contra tudo o que lhe proponho escrevendo, mas, quero que lhe seja ao todo de bom, e de nada de maldade; Afinal, ser justo não é ser maldoso! E ser maldoso não compete no rastro da justa causa. Estou aqui, lhe ensinando o que pode ser seu lugar-temente, e neste lugar (ou em todo o lugar que aonde você for), que você seja bom, justo, e caridoso.
Fui convidado por Agnish, a ir ajudar pessoas maravilhosas, com iniciativa boa, e um coração mais grande a acolhedor que o de Bep, e, indo para lá, faria a mim mesmo feliz, por ajudar alguém, por fazer minha musa feliz, e óbvio, por estar com ela. Simples.
Não, não é.
Pessoas maravilhosas. Todas elas. Pessoas que lutam contra uma corja de porcos (porcos sim, pois apenas porcos se fecham na sujeira de seu chiqueiro e não querem ter acesso ao conhecimento, ao imaginário, a boa cabeça pensante, assim como eles...), pessoas que querem o melhor dos outros, e por isso doam o seu melhor, pessoas tão lindas com uma alma cintilante, que nem um vidro estilhaçado perfura, tampouco a lama consegue sujar. Cada um no seu cada um, cada qual no seu cada qual, fazendo o seu trabalho de formiguinhas para poder concluir um desejo da geral: Dar um benefício a porcos (perdoe o termo, mas, é disso pra baixo), que no ponto de vista deste crônista, nem sequer mereciam.
Tá, mas, e a insistência? E a minoria que quer que isto aconteça?
Eu, apesar de ter crises de "baratatontismo" por todo aquele dia, consegui fazer uma ou duas coisas, e fui cada vez mais pensando, e abrindo meus olhos: Estava ali por mim, fazendo um bem a minha alma, pagando uma dívida com minha mãe, dando a alguém a chance de ler e imaginar como um dia ela me deu este dom, e pensando em pessoas como minha Rainha Antônia, que ainda querem ler, ainda querem escrever, ainda se surpreendem quando escrevem e acertam o prumo da letra. Dado um ponto, após me roubar um beijo - e se arrobachar de lama comigo - Minha Agnish me tomou pela mão, abraçou e disse: Obrigado. Mas, obrigado por quê? Era um dívida minha, e uma vontade de ver alguém ser feliz com as letras, letras essas que eu até hoje domino medianamente. Disse-lhe, em segredo:
-Obrigado por quê? Eu só estou fazendo por alguém que eu não conheço, o que eu gostaria que pudessem fazer por mim. (Soou meio bruto, mas, explicada a situação, ela entendeu).
Depois, quando fomos embora, pegamos uma carona (caridade fazendo efeito), e esperando o ônibus no ponto, quando o pegamos, Agnish não tinha o dinheiro para condução, eu o tinha, mas, antes mesmo dela entregar ao motorista/condutor, ele disse: "Não precisa, fica aí e tu desce no terminal". (Caridade strikes again). Chegando em casa, um banho e uma massagem, e a sensação não de dever cumprido, mas, que a lama lavou minha alma. A semente do bem que minha mãe plantou, hoje desabrochou em peso.
Dado o momento, é domingo, próximo da 23ª hora, e penso que: Deus é de uma bondade infinita. Por isso, peço (como pedi tantas outras coisas antes) que você amigo/amiga, tente da caridade, e deixe ela fluir em ti, e que ela habite em seu ser, não pela recompensa, mas, pela harmonia que reina tanto em ti como no universo.
Try it.
A caridade, é como um bumerangue: Você a atira ao universo, e em um determinado tempo (sabe se lá qual tempo), ela volta pra você, na mesma ou numa escala ampliada. Por isso peço humildemente para quem lê esse texto agora para dar fim a maldade nossa de cada dia e se cubra com a bondade, como s'ela fosse um doce véu como é o véu da Mãe Das Candeias, e nele ficasse, até a morte.
Quero o bem de você que lê este entrevero de sentimento. Não quero lhe amansar, nem tampouco ir contra tudo o que lhe proponho escrevendo, mas, quero que lhe seja ao todo de bom, e de nada de maldade; Afinal, ser justo não é ser maldoso! E ser maldoso não compete no rastro da justa causa. Estou aqui, lhe ensinando o que pode ser seu lugar-temente, e neste lugar (ou em todo o lugar que aonde você for), que você seja bom, justo, e caridoso.
Fui convidado por Agnish, a ir ajudar pessoas maravilhosas, com iniciativa boa, e um coração mais grande a acolhedor que o de Bep, e, indo para lá, faria a mim mesmo feliz, por ajudar alguém, por fazer minha musa feliz, e óbvio, por estar com ela. Simples.
Não, não é.
Pessoas maravilhosas. Todas elas. Pessoas que lutam contra uma corja de porcos (porcos sim, pois apenas porcos se fecham na sujeira de seu chiqueiro e não querem ter acesso ao conhecimento, ao imaginário, a boa cabeça pensante, assim como eles...), pessoas que querem o melhor dos outros, e por isso doam o seu melhor, pessoas tão lindas com uma alma cintilante, que nem um vidro estilhaçado perfura, tampouco a lama consegue sujar. Cada um no seu cada um, cada qual no seu cada qual, fazendo o seu trabalho de formiguinhas para poder concluir um desejo da geral: Dar um benefício a porcos (perdoe o termo, mas, é disso pra baixo), que no ponto de vista deste crônista, nem sequer mereciam.
Tá, mas, e a insistência? E a minoria que quer que isto aconteça?
Eu, apesar de ter crises de "baratatontismo" por todo aquele dia, consegui fazer uma ou duas coisas, e fui cada vez mais pensando, e abrindo meus olhos: Estava ali por mim, fazendo um bem a minha alma, pagando uma dívida com minha mãe, dando a alguém a chance de ler e imaginar como um dia ela me deu este dom, e pensando em pessoas como minha Rainha Antônia, que ainda querem ler, ainda querem escrever, ainda se surpreendem quando escrevem e acertam o prumo da letra. Dado um ponto, após me roubar um beijo - e se arrobachar de lama comigo - Minha Agnish me tomou pela mão, abraçou e disse: Obrigado. Mas, obrigado por quê? Era um dívida minha, e uma vontade de ver alguém ser feliz com as letras, letras essas que eu até hoje domino medianamente. Disse-lhe, em segredo:
-Obrigado por quê? Eu só estou fazendo por alguém que eu não conheço, o que eu gostaria que pudessem fazer por mim. (Soou meio bruto, mas, explicada a situação, ela entendeu).
Depois, quando fomos embora, pegamos uma carona (caridade fazendo efeito), e esperando o ônibus no ponto, quando o pegamos, Agnish não tinha o dinheiro para condução, eu o tinha, mas, antes mesmo dela entregar ao motorista/condutor, ele disse: "Não precisa, fica aí e tu desce no terminal". (Caridade strikes again). Chegando em casa, um banho e uma massagem, e a sensação não de dever cumprido, mas, que a lama lavou minha alma. A semente do bem que minha mãe plantou, hoje desabrochou em peso.
Dado o momento, é domingo, próximo da 23ª hora, e penso que: Deus é de uma bondade infinita. Por isso, peço (como pedi tantas outras coisas antes) que você amigo/amiga, tente da caridade, e deixe ela fluir em ti, e que ela habite em seu ser, não pela recompensa, mas, pela harmonia que reina tanto em ti como no universo.
Try it.
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Saint Germain
domingo, 11 de maio de 2014
Rabiscos Medíocres do Carneiro.
É, voltei nessa porra.
Você foi até o fim, e voltou. Renasceu das cinzas. O banho em sangue quente de bode se secou, e você foi lavado (novamente) de seus erros, e assim, você se limpou de todas as ruindades, e assim se manteve; E assim se mantém. Você prefere estar no lixão, porque ali você se sente bem, e se lembra dos dias de sangue de bode, aonde você não temia ninguém, e os ensinamentos eram mais práticos, mais sintomáticos. Eis que você virou homem, e de repente, se rendeu ante ao mundo e suas leis mais insignificantes, e aprendeu o jogo dos homens de terno, e dos diferentes tão iguais, e dos iguais tão diferentes.
Sua vingança será consumada logo, e os Céus não resplandecerão ao teu favor; Burma.
E então lhe prenderam, rasgaram suas roupas, cortaram seus cabelos e o banharam. Logo depois, o fizeram cair de joelhos ante ao desconhecido, o inexplicável, a reza que não se sabe como, mas, místicamente é rezada pelos olhos, mãos, boca e mente; Assim, seguidamente, ele se transpôs: Não em carne, mas, em matéria. Ele transcendeu a morte, o ódio, a dor, e todos os seus sentimentos de criança que cabiam dentro de seu peito, patuá, guarnição e camisa. Ele venceu seu asco, acalmou sua alma e pereceu ante ao inimigo porque quis, e porque ele quer vencer pacientemente, vendo a morte refazer a vida.
Não me importa se ele cresceu ou não, juro. Me importa que ele fique bem, que ele esteja bem, que ele viva bem, e que exista alguém nesse extenso universo que o ame - devotadamente e doentiamente - a ponto de deixar sua cabeça cair no seu colo, e carinhar seus cabelos tão castanhos, de raízes tão loiras, de mente tão cheia e obscura, de pensamentos tão certeiros que foram pensados e criados na dor; Olhem por ele. Quando ele turvar sua face, olhe, e não repare; Ele irá chorar, lágrimas de Oxalá, com sentimento de Omolu, e ele irá turvar não só a cabeça, mas, sim todo o seu coração para derramar seus sentimentos e esvaziar seu jarro, para então encher de novo. Pede-se que não se tenham motivos para que o faça o derramamento, mas, mesmo assim, ele o faz. E se o fizer, perceba. E se o fizer, note. E se o fizer, o reconquiste, senão ele não mais será teu. Ele pode arrumar as malas e ir embora, ele pode fazer sacrifícios por quem ama porque ele acredita na mudança, e ele acredita no amor maior sobre todas as coisas, e ele conhece tudo, ele sabe tudo, e ele tem o dom de ver você além de seu corpo; Ele não é incrível, apenas é humano, apenas é ele mesmo, e não deixa pensamentos vãos entrarem em sua casa, coração, mente e chagas. Ele dança.
Ele está longe de você, e enquanto você não perceber o que você fez, ele não estará aí. Não do jeito que você o quer, ele saiu pra comprar cigarros e não irá voltar tão cedo.
Ele místicamente se transpõe para o Santo Campo de Centeio e lá fica, lá medita. Talvez em todas as suas aflições, quando ele clama por alguém, é lá aonde ele esteja: Lugar inacessível, aonde nem ele mesmo em seu estado físico consegue estar. Ele chora, pensa, medita, briga com seus pensamentos mais insólitos e torposos, brinca, respira, olha pra trás com orgulho, ressurge e deixa estar, deixa ficar. Ele tem as roupas bem passadas, e sempre lava o rosto para não o ver chorando. Ele perdeu o show da vida dele em que ele ganhou ingressos de graça, ele perdeu o disco que mais queria, ele perdeu a bota mais confortável, ele não conheceu o seu 3º cantor favorito, e ele também não pôde dar o presente do pai dele, tampouco dizer ao pai dele que tudo iria dar certo, mesmo que estivesse fadado a dar merda. De tanto perder, ele crê que algum dia alguém irá estar com ele, amar ele, e crer que ele é um cara legal - apesar dos pesares - e vai ver que ele tem um peito grande, aonde passaram muitos amores, muitos amigos, muitas chagas e muitos sacrifícios.
A morte é a maior conquista na vida de uma pessoa. É quando a última dor entra em ação pra ser a verdadeira alegria: A eterna.
Ele se senta no banco, arruma seu casaco, lê seu livro enquanto toma sua cerveja. Ele é assim. Ele precisa desesperadamente de um ponto de paz, que não se encontra em qualquer ponto e que não se tem medida precisa de paz. Ele só quer alguém que lhe seja o que ele quer ser para Ela. Ele só quer ter sua família, a mesma família que um dia ele teve há décadas atrás, e ele sonha por isso, anseia por isso. Ele só quer a felicidade dele, nem dinheiro, nem bens, nem títulos, nem nada. Só o que lhe cabe de direito. Ele só quer ser feliz, como qualquer um que trafega na rua...
...Boa tolice, quem carrega o Carneiro Santo não pode ser feliz. Se você é promessado, você irá enfrentar dragões, leões e áspides, justamente por ser um soldado do Santo dos Santos, e levar sua bondade aonde há mal, se faz necessário, se faz justo. Converter flores mortas em lindas Jasmineiras, e trazer novamente pessoas perdidas para um caminho certo, e fazer seus olhos cintilarem novamente, e fazer todos tentarem ouvir a música mistériosa e cadenciada que só você consegue ouvir. Você é insano porque você tem dons que outros não tem, você vê o que não vêem, fala o que não pronunciam e pensa demais naquilo que gastam poucos panos. Você é único no seu agir, Sionita. Sionita, sionite mais um pouco, tenha com o deserto a conversa que tanto espera, e atinja seu desejo: Um nó de forca, uma bala perdida, uma faca no estômago, um beijo com gosto de veneno nos lábios: O mundo é seu, mas, o que está lá, é mais ainda.
Mas, afinal, o que é bom e o que é certo?
Você foi até o fim, e voltou. Renasceu das cinzas. O banho em sangue quente de bode se secou, e você foi lavado (novamente) de seus erros, e assim, você se limpou de todas as ruindades, e assim se manteve; E assim se mantém. Você prefere estar no lixão, porque ali você se sente bem, e se lembra dos dias de sangue de bode, aonde você não temia ninguém, e os ensinamentos eram mais práticos, mais sintomáticos. Eis que você virou homem, e de repente, se rendeu ante ao mundo e suas leis mais insignificantes, e aprendeu o jogo dos homens de terno, e dos diferentes tão iguais, e dos iguais tão diferentes.
Sua vingança será consumada logo, e os Céus não resplandecerão ao teu favor; Burma.
E então lhe prenderam, rasgaram suas roupas, cortaram seus cabelos e o banharam. Logo depois, o fizeram cair de joelhos ante ao desconhecido, o inexplicável, a reza que não se sabe como, mas, místicamente é rezada pelos olhos, mãos, boca e mente; Assim, seguidamente, ele se transpôs: Não em carne, mas, em matéria. Ele transcendeu a morte, o ódio, a dor, e todos os seus sentimentos de criança que cabiam dentro de seu peito, patuá, guarnição e camisa. Ele venceu seu asco, acalmou sua alma e pereceu ante ao inimigo porque quis, e porque ele quer vencer pacientemente, vendo a morte refazer a vida.
Não me importa se ele cresceu ou não, juro. Me importa que ele fique bem, que ele esteja bem, que ele viva bem, e que exista alguém nesse extenso universo que o ame - devotadamente e doentiamente - a ponto de deixar sua cabeça cair no seu colo, e carinhar seus cabelos tão castanhos, de raízes tão loiras, de mente tão cheia e obscura, de pensamentos tão certeiros que foram pensados e criados na dor; Olhem por ele. Quando ele turvar sua face, olhe, e não repare; Ele irá chorar, lágrimas de Oxalá, com sentimento de Omolu, e ele irá turvar não só a cabeça, mas, sim todo o seu coração para derramar seus sentimentos e esvaziar seu jarro, para então encher de novo. Pede-se que não se tenham motivos para que o faça o derramamento, mas, mesmo assim, ele o faz. E se o fizer, perceba. E se o fizer, note. E se o fizer, o reconquiste, senão ele não mais será teu. Ele pode arrumar as malas e ir embora, ele pode fazer sacrifícios por quem ama porque ele acredita na mudança, e ele acredita no amor maior sobre todas as coisas, e ele conhece tudo, ele sabe tudo, e ele tem o dom de ver você além de seu corpo; Ele não é incrível, apenas é humano, apenas é ele mesmo, e não deixa pensamentos vãos entrarem em sua casa, coração, mente e chagas. Ele dança.
Ele está longe de você, e enquanto você não perceber o que você fez, ele não estará aí. Não do jeito que você o quer, ele saiu pra comprar cigarros e não irá voltar tão cedo.
Ele místicamente se transpõe para o Santo Campo de Centeio e lá fica, lá medita. Talvez em todas as suas aflições, quando ele clama por alguém, é lá aonde ele esteja: Lugar inacessível, aonde nem ele mesmo em seu estado físico consegue estar. Ele chora, pensa, medita, briga com seus pensamentos mais insólitos e torposos, brinca, respira, olha pra trás com orgulho, ressurge e deixa estar, deixa ficar. Ele tem as roupas bem passadas, e sempre lava o rosto para não o ver chorando. Ele perdeu o show da vida dele em que ele ganhou ingressos de graça, ele perdeu o disco que mais queria, ele perdeu a bota mais confortável, ele não conheceu o seu 3º cantor favorito, e ele também não pôde dar o presente do pai dele, tampouco dizer ao pai dele que tudo iria dar certo, mesmo que estivesse fadado a dar merda. De tanto perder, ele crê que algum dia alguém irá estar com ele, amar ele, e crer que ele é um cara legal - apesar dos pesares - e vai ver que ele tem um peito grande, aonde passaram muitos amores, muitos amigos, muitas chagas e muitos sacrifícios.
A morte é a maior conquista na vida de uma pessoa. É quando a última dor entra em ação pra ser a verdadeira alegria: A eterna.
Ele se senta no banco, arruma seu casaco, lê seu livro enquanto toma sua cerveja. Ele é assim. Ele precisa desesperadamente de um ponto de paz, que não se encontra em qualquer ponto e que não se tem medida precisa de paz. Ele só quer alguém que lhe seja o que ele quer ser para Ela. Ele só quer ter sua família, a mesma família que um dia ele teve há décadas atrás, e ele sonha por isso, anseia por isso. Ele só quer a felicidade dele, nem dinheiro, nem bens, nem títulos, nem nada. Só o que lhe cabe de direito. Ele só quer ser feliz, como qualquer um que trafega na rua...
...Boa tolice, quem carrega o Carneiro Santo não pode ser feliz. Se você é promessado, você irá enfrentar dragões, leões e áspides, justamente por ser um soldado do Santo dos Santos, e levar sua bondade aonde há mal, se faz necessário, se faz justo. Converter flores mortas em lindas Jasmineiras, e trazer novamente pessoas perdidas para um caminho certo, e fazer seus olhos cintilarem novamente, e fazer todos tentarem ouvir a música mistériosa e cadenciada que só você consegue ouvir. Você é insano porque você tem dons que outros não tem, você vê o que não vêem, fala o que não pronunciam e pensa demais naquilo que gastam poucos panos. Você é único no seu agir, Sionita. Sionita, sionite mais um pouco, tenha com o deserto a conversa que tanto espera, e atinja seu desejo: Um nó de forca, uma bala perdida, uma faca no estômago, um beijo com gosto de veneno nos lábios: O mundo é seu, mas, o que está lá, é mais ainda.
Mas, afinal, o que é bom e o que é certo?
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domingo, 6 de abril de 2014
O Último Post. (Sim).
Senhores, estou aqui exercendo um desejo de muitos leitores: Um post digno do blog, para seu fim. Bem, irei tentar. Não apertem os cintos, não haverá emoção alguma.
Após muito pensar, concluo que não há fim. Há ciclos que se fazem e refazem, e neste momento, declaro a morte do E&Cc. Fazem-se 7 anos que ele começou, e, como o meu misticismo manda, o 7 é o número chave de tudo, então, não se é data melhor para fechá-lo. Não me peçam mais para escrever nele, porque, este é o derradeiro, último. E atendendo a muitos pedidos, eu o manterei aberto pelo valor na vida das pessoas, e pela histórias que algumas (poucas) pessoas construíram com este humilde site que escreve e relata o cotidiano de todo mundo.
Para quem buscava amor, o teve aqui. Ódio também, assim como conforto e alegria e reflexões. Nas mais incoesas das minhas palavras, consegui abranger e atender inúmeras pessoas desse globo com a positividade, reflexão, ódio, e meus draminhas pessoais. Para todos que estiveram do meu lado, viram a progressividade de minha "escrivinhação", e torceu por cada amor meu, viu cada vitória minha, e etc.; Meu muito obrigado, que cada um que torceu por mim, ou quiçá se identificou com essas linhas do meu blog, muito obrigado mesmo. Não há prazer que pague nada disto. A todos que já foram citados: Luz, paz e perseverança em seus caminhos. Para quem procura um escritor novo nos meus moldes: André Somora, guardem esse nome. A escrita desse menino irá parar vocês; Guardem e aguardem.
E para minha nova amada; Morada dos meus sonhos: Vem e me guarda, seja meu travesseiro como ontem e ante-ontem: Seja meu infinito no corpo de uma mulher. Que sua coxa seja magnífica e seu cabelo sempre armado, que seus olhos me tragam o cais da perseverança e seu beijo tire da minha cabeça todas as aversões da vida, e que em tudo o que eu faça, eu continuamente continue pensando em ti, Agnish. Que seja você a última musa que faltava escrever, e seja agora a eterna dona da minha escrita: Que seja você, não para sempre, mas, enquanto pudermos manter, e até quando o destino lutar ao nosso favor. Corre nos meus braços e se rende quando eu te fechar em muralha, conta até três, ri e suspira: Não tem medo agora, pequena, agora você é minha.
Mã, olha nos meus olhos, unge-me com o óleo, Pap, olhe por mim, adelante por onde os inimigos vêem. São muitos, e eu sou um só, e apesar de ser feo, burro e bobo, irei vencer. A minha essência bate em todos, antes do meu soco. Fui eu que criei a alegria da Feira Da Renascença e a penumbra do Crepúsculo Esmeralda. Deus, sou eu quem eles querem? Então terão agora, porque agora é o fim. Não vou como mártir, e sim como bedéu que viveu intensamente (coisa que se credita em verdade). Nem em pensamento mal me machucaram, porque, quando o fio da doce navalha da vida real vier me pegar, me transformarei, assim, mal me pegarão com vida. Eu não nasci para ser um dos todos, eu sou o todos de um.
Amigos, nos vemos por aí. Quem precisar da minha escrita terá, mas, não por aqui. Irradiarei toda a luz que essa incandeia manteve para vocês: O jogo agora está se ampliando. Conheço muitos bons escritores que farão melhores que eu, obrigado por vocês permitirem que eu ensinasse um pouquinho do que sei, para que vocês crescessem assim e ficassem melhores que eu. Obrigado mesmo. Cumpram a setença, e mandem ver, garotos.
Dedico, últimamente, este post ao meu Anjo Mineiro, o espírito de 1929, que guia, reza e abençoa meus passos, e que é uma das poucas pessoas que eu amo acima de todas as coisas nesse universo. Obrigado por existir, e por me dar um conselho - Conselho este, que fez nascer esse blog, que fez minha história, e contou minha história, a modos codificados, e biscoitíveros.
André, escreva selvagemente. O mundo precisa de letras urgentemente. Não guarde nem um rascunho para depois, meu discípulo/amigo. Faça-se ouvido, amado e odiado; Essa é a graça de ser humano: Ser vivo e estar vivo, lindão. Cuide de sua menina, torço por cês dois.
Pai, firmei o ponto;
Ali, PRIYA! ;
Agnish, te quero, te desejo, te devoro ♥
Após muito pensar, concluo que não há fim. Há ciclos que se fazem e refazem, e neste momento, declaro a morte do E&Cc. Fazem-se 7 anos que ele começou, e, como o meu misticismo manda, o 7 é o número chave de tudo, então, não se é data melhor para fechá-lo. Não me peçam mais para escrever nele, porque, este é o derradeiro, último. E atendendo a muitos pedidos, eu o manterei aberto pelo valor na vida das pessoas, e pela histórias que algumas (poucas) pessoas construíram com este humilde site que escreve e relata o cotidiano de todo mundo.
Para quem buscava amor, o teve aqui. Ódio também, assim como conforto e alegria e reflexões. Nas mais incoesas das minhas palavras, consegui abranger e atender inúmeras pessoas desse globo com a positividade, reflexão, ódio, e meus draminhas pessoais. Para todos que estiveram do meu lado, viram a progressividade de minha "escrivinhação", e torceu por cada amor meu, viu cada vitória minha, e etc.; Meu muito obrigado, que cada um que torceu por mim, ou quiçá se identificou com essas linhas do meu blog, muito obrigado mesmo. Não há prazer que pague nada disto. A todos que já foram citados: Luz, paz e perseverança em seus caminhos. Para quem procura um escritor novo nos meus moldes: André Somora, guardem esse nome. A escrita desse menino irá parar vocês; Guardem e aguardem.
E para minha nova amada; Morada dos meus sonhos: Vem e me guarda, seja meu travesseiro como ontem e ante-ontem: Seja meu infinito no corpo de uma mulher. Que sua coxa seja magnífica e seu cabelo sempre armado, que seus olhos me tragam o cais da perseverança e seu beijo tire da minha cabeça todas as aversões da vida, e que em tudo o que eu faça, eu continuamente continue pensando em ti, Agnish. Que seja você a última musa que faltava escrever, e seja agora a eterna dona da minha escrita: Que seja você, não para sempre, mas, enquanto pudermos manter, e até quando o destino lutar ao nosso favor. Corre nos meus braços e se rende quando eu te fechar em muralha, conta até três, ri e suspira: Não tem medo agora, pequena, agora você é minha.
Mã, olha nos meus olhos, unge-me com o óleo, Pap, olhe por mim, adelante por onde os inimigos vêem. São muitos, e eu sou um só, e apesar de ser feo, burro e bobo, irei vencer. A minha essência bate em todos, antes do meu soco. Fui eu que criei a alegria da Feira Da Renascença e a penumbra do Crepúsculo Esmeralda. Deus, sou eu quem eles querem? Então terão agora, porque agora é o fim. Não vou como mártir, e sim como bedéu que viveu intensamente (coisa que se credita em verdade). Nem em pensamento mal me machucaram, porque, quando o fio da doce navalha da vida real vier me pegar, me transformarei, assim, mal me pegarão com vida. Eu não nasci para ser um dos todos, eu sou o todos de um.
Amigos, nos vemos por aí. Quem precisar da minha escrita terá, mas, não por aqui. Irradiarei toda a luz que essa incandeia manteve para vocês: O jogo agora está se ampliando. Conheço muitos bons escritores que farão melhores que eu, obrigado por vocês permitirem que eu ensinasse um pouquinho do que sei, para que vocês crescessem assim e ficassem melhores que eu. Obrigado mesmo. Cumpram a setença, e mandem ver, garotos.
Dedico, últimamente, este post ao meu Anjo Mineiro, o espírito de 1929, que guia, reza e abençoa meus passos, e que é uma das poucas pessoas que eu amo acima de todas as coisas nesse universo. Obrigado por existir, e por me dar um conselho - Conselho este, que fez nascer esse blog, que fez minha história, e contou minha história, a modos codificados, e biscoitíveros.
André, escreva selvagemente. O mundo precisa de letras urgentemente. Não guarde nem um rascunho para depois, meu discípulo/amigo. Faça-se ouvido, amado e odiado; Essa é a graça de ser humano: Ser vivo e estar vivo, lindão. Cuide de sua menina, torço por cês dois.
Pai, firmei o ponto;
Ali, PRIYA! ;
Agnish, te quero, te desejo, te devoro ♥
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segunda-feira, 24 de março de 2014
Despedida.
Senhores leitores: Este blog será desativado.
Eu preciso de tempo para mim, minhas coisas, pensamentos e músicas. E este blog teve seu ciclo de vida útil, e ultimamente anda pouco movimentado, e ele nunca rendeu uma grana, infelizmente, então, está na hora de fechar as portas e seguir novos rumos; Paz, amor, glória e alegria a todos que já o acompanharam (ou o acompanham), e que já foram citados aqui alguma vez. Ou bem, ou mal; Preciso parar se não vou enlouquecer realmente, e ainda mais, muito mais.
Vou enlouquecer se não arranjar um amor que eu mereça, e me mereça; Vou enlouquecer se não entender de uma vez por todas o que é o Sol, seu brilho, cor e neutralidade ante as estações; Assim como não entendi porque a menina mais linda tem o cabelo aloirado e ela gosta de mim mesmo eu sendo um lixo e o pior de todos os rés humanos; Assim como sou um péssimo filho, e neto; Assim como fui tantas vezes um péssimo amigo; Péssimo baixista, e a escória humana na terra; Assim como me perco em noites acordado pensando no que fiz de errado para perder meus Deuses; Santos; Amigos e Heróis; Assim como definho meus dedos na contança de teorias do porque de tua ida para o além-túmulo, e porque toda música que eu amo você amou antes, e isso deixa minha alma em um jeito mais extasiante.Hoje, no heliponto do prédio aonde eu trabalho, vi os carros bem minúsculos da avenida que tanto me falavas de quando eu era criança, e numa ânsia de te procurar, ou no meu gene, ou na minha essência, abri os braços, e fechei os olhos, ajoelhando subitamente no chão firmando numa matina que me ensinastes, e a ventania me trouxe sua efige que bagunçava meu cabelo e cercava minha alma. Ali, eu vi, e percebi que você ainda estava comigo, e por ali eu quase chorei, e quase fui te encontrar, pap.
Estou indo viver minha vida, e me perder entre discos, sorrisos, mate com limão, pastéis de queijo, cervejas, livros, minha Agnish e seu cabelo em tranças, músicas, e o que mais Deus me proporcionar; Agradeço a todos que fizeram parte, e me aguentaram forçando a ler minha meia-dúzia de linhas mal-feitas e mal-criadas; Agora não precisarão mais. Nunca mais.
O blog estará na ativa até o meu 22º aniversário (27/03), para quem quiser ler mais alguma coisa, ou se despedir de um post marcante, etc. Após essa data irei removê-lo. Encontrei uma musa verdadeiramente musa, que além de linda físicamente tem uma mente maravilhosa, e consegue compreender minhas letras, e - caso ela queira - devotarei toda minha escrita a ela.
Paz; Amor e Biscoitos, garotinhos.
Evoé aos iniciantes, aqui fica a benção de um escritor antigo.
Abraços do; Som Na Surdez:
The Ox/Icy Ox/John Riley/John Spedt/Marcus Queiroz.
Paz; Amor e Biscoitos, garotinhos.
Evoé aos iniciantes, aqui fica a benção de um escritor antigo.
Abraços do; Som Na Surdez:
The Ox/Icy Ox/John Riley/John Spedt/Marcus Queiroz.
domingo, 23 de março de 2014
Balanço da Semana.
Todas as coisas do mudo me remetem a você, não se importa como, onde, ou porque. Apenas me trazem seu cheiro, seu abraço, sua meiguice, indecisão, o beijo polido, e o sorriso de quem sempre espera mais, mesmo não esperando, "crê não crendo", sabe? De todas as manias que eu tenho, umas delas foi aprender a estar com você, e ver o Céu turvar de cor, as nuvens se desenharem pela tela imensa e polida que é o Céu, e o vento bagunçar nosso cabelo, e falar que não gosto dessas suas aloirações no teu cabelo.
Mas, estou aprendendo que você está aqui, e eu também, e todo o tempo que fica entre nós reduz-se muito, a pilhérias de segundo, e cada vez sinto-me mais e mais afim de te ver mais, te abraçar mais, te ouvir mais, te sentir mais, e te cantar mais em canções. Não pode? Tô fazendo.
Sexta foi a noite de reis e guerreiros, e eu estive no chão de taco e paredes de som. Eu estive perante rainhas nagôs e velhos mestres de uma arte esquecida, e lá eu passei, dancei, encontrei e vi o movimento da minha verdadeira vocação. Quando vi os meus amigos dançando, a música que mais amo tocando, quando lembrei de você, e quando sonhei acordado que poderia qualquer dia te levar lá para você ver como é maravilhoso o panteão dos caras...Todos eram reis do mesmo reino, e a alegria tomava conta como de quem tocasse um tambor de mina, ou reinava num paço de maracatú.
Sábado te vi, e fui ver as coisas da minha, meu mundo, e após o trabalho e você, fui ver meus meninos, meus mestres, amigos, familiares e conhecidos, e com eles me diverti horrores, assim como me diverti um tempo contigo na quarta e no sábado. Senti saudades suas, seria normal, ou apenas um fator? Enfim, voltei para casa, vi a Lua escondendo-se muito atrás da bruma, e a garoa delicadamente me pousou nos ombros e nos cabelos. Nunca uma chuva me fez tão bem e tão vivo como essa.
Hoje nos falamos muito e batemos figurinhas, e vimos nossas saudades se acenderem. Reza a lenda que Outono e Inverno são as épocas mais prolíferas para se conhecer pessoas inesquecíveis. Imagina eu, que nasci no Outono! Logo depois, fui para a roda de violão, e ouvi as novas velhas músicas do repertório dos caras, e fui ver os mesmos espetáculos de ontem, só que, depois de confiantes e triunfosos, agora melhores e mais esmerados, com voz mais imposta, seriedade, encorporação de personagens, e até "finados baixados", reapresentando-se mais uma vez naquele velho, histórico, épico e louvável teatro. Evoé, jovens.
Mais, de tudo isso, eu só queria dizer que eu estou atônito por um final de semana tão intenso, tão corrido, tão gostoso, tão com você, e tão cheio de coisas boas, pessoas boas. Há tempos que não me sentia tão vivo.
Mas, estou aprendendo que você está aqui, e eu também, e todo o tempo que fica entre nós reduz-se muito, a pilhérias de segundo, e cada vez sinto-me mais e mais afim de te ver mais, te abraçar mais, te ouvir mais, te sentir mais, e te cantar mais em canções. Não pode? Tô fazendo.
Sexta foi a noite de reis e guerreiros, e eu estive no chão de taco e paredes de som. Eu estive perante rainhas nagôs e velhos mestres de uma arte esquecida, e lá eu passei, dancei, encontrei e vi o movimento da minha verdadeira vocação. Quando vi os meus amigos dançando, a música que mais amo tocando, quando lembrei de você, e quando sonhei acordado que poderia qualquer dia te levar lá para você ver como é maravilhoso o panteão dos caras...Todos eram reis do mesmo reino, e a alegria tomava conta como de quem tocasse um tambor de mina, ou reinava num paço de maracatú.
Sábado te vi, e fui ver as coisas da minha, meu mundo, e após o trabalho e você, fui ver meus meninos, meus mestres, amigos, familiares e conhecidos, e com eles me diverti horrores, assim como me diverti um tempo contigo na quarta e no sábado. Senti saudades suas, seria normal, ou apenas um fator? Enfim, voltei para casa, vi a Lua escondendo-se muito atrás da bruma, e a garoa delicadamente me pousou nos ombros e nos cabelos. Nunca uma chuva me fez tão bem e tão vivo como essa.
Hoje nos falamos muito e batemos figurinhas, e vimos nossas saudades se acenderem. Reza a lenda que Outono e Inverno são as épocas mais prolíferas para se conhecer pessoas inesquecíveis. Imagina eu, que nasci no Outono! Logo depois, fui para a roda de violão, e ouvi as novas velhas músicas do repertório dos caras, e fui ver os mesmos espetáculos de ontem, só que, depois de confiantes e triunfosos, agora melhores e mais esmerados, com voz mais imposta, seriedade, encorporação de personagens, e até "finados baixados", reapresentando-se mais uma vez naquele velho, histórico, épico e louvável teatro. Evoé, jovens.
Mais, de tudo isso, eu só queria dizer que eu estou atônito por um final de semana tão intenso, tão corrido, tão gostoso, tão com você, e tão cheio de coisas boas, pessoas boas. Há tempos que não me sentia tão vivo.
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terça-feira, 18 de março de 2014
Positividade/Ela Partiu.
...E então se some como quem bem se chega num recinto novo: serenamente.
O mundo precisa de gente sincera, autêntica, que quando se corta se sangra, e não que vaza um líquido viscoso e maléfico que empena os polos da alma humana. Tanto quanto o contrário, o mundo necessita do melhor de cada um de nós. Desde minha péssima, desumilde, truculenta, ácida e boba pessoa, até a ti, leitor/leitora, que perde seu sacro tempo lendo essas linhas mal-balanceadas.
Mas, calma. Esse post é pra quebrar no meio. Só leia se quiser um diferencial na tua vida ;)
Eu quero que você tire suas máscaras, uma a uma. Estou sem as minhas, agora somos eu e você, sim? Lava-te do teu preconceito vão, e apeia pro lado da humildade, bondade e respeito que é pregada em qualquer família, de qualquer religião, de qualquer lugar. Você acha nojento beijar pessoas do mesmo sexo? Ora, e aquele dia que você beijou sua amiga enquanto você estava "bêbada" na casa dela? Não é a mesma coisa? Ou então, aquele dia que você criticou o mendigo por esmolar, mas, porque você não deu uma muda de roupa, prestobarba, e dois reais pra ele comer no bom-prato? Sabia que mendigos bem asseados até conseguem emprego no Bom Retiro? Não? Ah...
E, porque desdenhar da macumba alheia, senhores? Não é seu dinheiro que é gastos nos alguidás, comidas, incensos, bebidas e velas. E no máximo, ou um mendigo, ou um animal de rua come a oferenda (o que pra vocês. porcos senhores, vinde a dar no mesmo). Senhores, alvejem-se de vibrações positivas, e ajudem-se, amem-se, respeitem-se, e cuidem cada um de suas vidas. Perder seu tempo com a vida alheia, e injuriando contra o outrém é feo, e digno da dó (o tal sentimento que todo mundo tem, e todos dizem que nunca pode-se sentir...). Mas, olha para ti, para mim, e para o resto. O que nos difere do resto? O que nos faz melhores? O que nos dá em ser Divinos ante aos outros?
Nada. Somos todos iguais, e morreremos e tombaremos pela terra. Tá, eu sei. É blábláblá? Tudo bem, isso só mostra que você ainda não tirou sua última máscara, a da ignorância/incrédulidade. Eu estou aqui, e mesmo sendo ruim, e péssimo, pratico o bem de inúmeras formas e jeitos. Quem me conhece sabe, não preciso mentir, não é de meu feito. Não mais, não hoje. E passo esse conselho para você: Se você desejar ser como eu, e mais alguns que se propõe a ajudar um irmão/irmã, e espalhar a positividade nessa gama, o faça, e se sentirá bem, mas, não espalhe. O bem é de dentro pra fora EM SILÊNCIO, e sem ninguém saber, e a positividade que irá lhe atrair de volta é tão forte, que nem você acreditará nos anjos que surgirão no teu caminho, e na bondade que estará em ti.
Eu gosto de uma menina, mas, ela partiu. Ela nunca mais voltou. E nem por isso vou me entristecer. O cara que a tiver, que seja bem devotado, merecido, e a ame incondicionalmente (que seria o que eu faria por ela), e, quando ela chegar no prumo da vida dela, que tiver tudo o que ela desejou e batalhou, que Deus ainda a continue a abençoando e fazendo muito feliz. Sim, estou falando de você. Apesar de todos os nossos encontros e desencontros, foi você, desde aquele dia de Novembro na Patriarca até agora que aperreou meu coração de uma maneira há muito não sentia...Seja feliz em todos os seus caminhos. Prometo tentar ser feliz nos meus, com ou sem você, menina. E mesmo que minha cabeça ainda semi-exploda em entender e não entender, vem você a minha mente, e te desejo o melhor (e tenha a certeza: Muita gente que acompanha esse blog, agradece a Deus por você não cair nas garras minhas, "o manipulador", "o conquistador", "desumilde", e afins...) para todo o sempre, menina dos olhos incandescentes.
Talvez aqui esteja mais um dos meus (pequenos) passos ao que estou te propondo, leitor(a): Ser autêntico, e deixar sangrar, falar a verdade, e dizer o que realmente pega. Eu estou conseguindo, mas, você teria culhão de deixar suas fardas e máscaras cair?
O mundo precisa de gente sincera, autêntica, que quando se corta se sangra, e não que vaza um líquido viscoso e maléfico que empena os polos da alma humana. Tanto quanto o contrário, o mundo necessita do melhor de cada um de nós. Desde minha péssima, desumilde, truculenta, ácida e boba pessoa, até a ti, leitor/leitora, que perde seu sacro tempo lendo essas linhas mal-balanceadas.
Mas, calma. Esse post é pra quebrar no meio. Só leia se quiser um diferencial na tua vida ;)
Eu quero que você tire suas máscaras, uma a uma. Estou sem as minhas, agora somos eu e você, sim? Lava-te do teu preconceito vão, e apeia pro lado da humildade, bondade e respeito que é pregada em qualquer família, de qualquer religião, de qualquer lugar. Você acha nojento beijar pessoas do mesmo sexo? Ora, e aquele dia que você beijou sua amiga enquanto você estava "bêbada" na casa dela? Não é a mesma coisa? Ou então, aquele dia que você criticou o mendigo por esmolar, mas, porque você não deu uma muda de roupa, prestobarba, e dois reais pra ele comer no bom-prato? Sabia que mendigos bem asseados até conseguem emprego no Bom Retiro? Não? Ah...
E, porque desdenhar da macumba alheia, senhores? Não é seu dinheiro que é gastos nos alguidás, comidas, incensos, bebidas e velas. E no máximo, ou um mendigo, ou um animal de rua come a oferenda (o que pra vocês. porcos senhores, vinde a dar no mesmo). Senhores, alvejem-se de vibrações positivas, e ajudem-se, amem-se, respeitem-se, e cuidem cada um de suas vidas. Perder seu tempo com a vida alheia, e injuriando contra o outrém é feo, e digno da dó (o tal sentimento que todo mundo tem, e todos dizem que nunca pode-se sentir...). Mas, olha para ti, para mim, e para o resto. O que nos difere do resto? O que nos faz melhores? O que nos dá em ser Divinos ante aos outros?
Nada. Somos todos iguais, e morreremos e tombaremos pela terra. Tá, eu sei. É blábláblá? Tudo bem, isso só mostra que você ainda não tirou sua última máscara, a da ignorância/incrédulidade. Eu estou aqui, e mesmo sendo ruim, e péssimo, pratico o bem de inúmeras formas e jeitos. Quem me conhece sabe, não preciso mentir, não é de meu feito. Não mais, não hoje. E passo esse conselho para você: Se você desejar ser como eu, e mais alguns que se propõe a ajudar um irmão/irmã, e espalhar a positividade nessa gama, o faça, e se sentirá bem, mas, não espalhe. O bem é de dentro pra fora EM SILÊNCIO, e sem ninguém saber, e a positividade que irá lhe atrair de volta é tão forte, que nem você acreditará nos anjos que surgirão no teu caminho, e na bondade que estará em ti.
Eu gosto de uma menina, mas, ela partiu. Ela nunca mais voltou. E nem por isso vou me entristecer. O cara que a tiver, que seja bem devotado, merecido, e a ame incondicionalmente (que seria o que eu faria por ela), e, quando ela chegar no prumo da vida dela, que tiver tudo o que ela desejou e batalhou, que Deus ainda a continue a abençoando e fazendo muito feliz. Sim, estou falando de você. Apesar de todos os nossos encontros e desencontros, foi você, desde aquele dia de Novembro na Patriarca até agora que aperreou meu coração de uma maneira há muito não sentia...Seja feliz em todos os seus caminhos. Prometo tentar ser feliz nos meus, com ou sem você, menina. E mesmo que minha cabeça ainda semi-exploda em entender e não entender, vem você a minha mente, e te desejo o melhor (e tenha a certeza: Muita gente que acompanha esse blog, agradece a Deus por você não cair nas garras minhas, "o manipulador", "o conquistador", "desumilde", e afins...) para todo o sempre, menina dos olhos incandescentes.
Talvez aqui esteja mais um dos meus (pequenos) passos ao que estou te propondo, leitor(a): Ser autêntico, e deixar sangrar, falar a verdade, e dizer o que realmente pega. Eu estou conseguindo, mas, você teria culhão de deixar suas fardas e máscaras cair?
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domingo, 16 de março de 2014
Dia 27.
Eu estou aqui como te disse outro dia,
Tampouco me encontro desesperado ante a tudo isto;
Acredito apenas que a espera tenha que se valer,
na mesa desse bar, tomando essa menta,
esperando por você numa paciência sacra,
pois você me prometeu que viria,
e creio que há de vir, há de cumprir.
Eu apenas te amo, então, não diga este não,
Eu apenas te amo, então, não diga este não,
apenas venha: Me ame.
Não deveria me enganar mais uma vez,
porque o amor sempre foi e é um jogo,
é uma entrega e recebimento de um feelin' bom,
é a faca, queijo, goiabada e tábua de madeira,
é eu e você tão felizes, na minha mente.
E sabendo que não seremos diferentes de tudo isso,
Te espero, me ascendo, me viro e me encarno,
Te espero, me ascendo, me viro e me encarno,
cada vez melhor, para te completar e te reverenciar;
De todas, a única; Daqui pra frente; Sempre.
Tampouco me encontro desesperado ante a tudo isto;
Acredito apenas que a espera tenha que se valer,
velado no silêncio, calo os lábios e molho a barba de cevada,
não me entorpece, não me satisfaz, é vil e rasteiro,
quero me prender no teu abraço, teu colo, teus olhos e coração,
ter a certeza absoluta que meus dias são teus, e o inverso idem,
seria necessário achar em algum livro a palavra mais forte que desejo,
para te dizer há quanto te quero, há quanto te espero, te preciso.
Moça, essa é minha meta. Meu minuto.
E neste compasso sincopado da vida, preciso de uma parceira,
amante, mulher, menina, fêmea, cocota, namorada, rainha, guerreira;
Enfim...Me necessito de você, e tanto sabemos que é a vera.
Enfim...Me necessito de você, e tanto sabemos que é a vera.
encontra-me aonde estou, e venha desesperadamente correndo,
os dias dilatam-se em tal forma, que não os mensuro mais,
cabe-se a mim apenas pensar no antes de ti, e depois de ti.
E se agora está bom, creio que amanhã será melhor.
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