Louvado seja Deus, aonde quer que Ele esteja, Seja, Faça e Obtenha.
Louvada seja a natureza que me circunda e me rodeia, pois dela tiro o sustento de minha carne para respirar, comer, ser, ter e obter.
Louvado seja tôdas as obras que hão de pesar neste mundo: O que é do Senhor, ao Senhor volta, ao Senhor pertence.
Louvados sejam, os pássaros nos Céus.
Louvados sejam, os peixinhos dos Mares.
Louvados sejam, os cãezinhos nas Terras.
Louvados sejam, os que louvam o louvar.
Louvados sejam, os que louvam o lavrar.
Louvados sejam, os namorados.
Louvados sejam, os beijos demorados.
Louvados sejam, os abraços.
Louvados sejam, os sorrisos.
Louvados sejam, os dizeres.
Louvados sejam, os escritos.
Louvados sejam, os que estudam.
Louvados sejam, os que padecem.
Louvados sejam, os que se encontram em Deus.
Louvados sejam, os que honram e louvam.
Louvados sejam, os que olham para seu passado.
Louvados sejam, os que planejam o futuro.
Louvada seja a mão de minha avó.
Louvado seja o joelho de minha mãe.
Louvada seja minha vida.
Louvados sejam os parentes.
Louvados sejam os amigos.
Louvados sejam os heróis.
Louvemos o Senhor Deus de Tudo e Tôdos.
Louvemos Mãe Maria, em sua Graça e Glória.
Louvemos tôdos os Anjos e Santos dos panteões.
Louvemos nosso passado, presente e futuro.
Louvado quem passou, quem está e quem ficará em nossos caminhos.
Louvado quem nos guarda, quem nos protege e nos segura.
Louvado quem mesmo nós nos afastando, nos recebe novamente sempre e sempre.
Louvado o Dulcíssimo, Pai de Bondade e Misericórdia
Louvado a Mãe Maria, que na barra de seu sari nos faz criança.
Louvado sejam tudo o quem provém só e somente de Deus e dos seus.
Louvado será o dia bôm e o dia ruim
(instrumento de Deus para nos manter firme em fé)
Louvado seja o beijo e o tapa
(instrumento de Deus para nos manter firme em fé)
Louvado seja o sorriso e o choro
(instrumento de Deus para nos manter firme em fé)
Louvado seja o ganho e a perca
(instrumento de Deus para nos manter firme em fé)
Louvado seja a paz e a atribulação
(instrumento de Deus para nos manter firme em fé)
Senhor, tende misericórdia de nós, pobres pessôas do degredo.
Senhor, tende piedade de nós, pobres pessôas das estepes.
Senhor, tende amôr por nós, mesmo que sejamos incapazes e ingratos ao longo do caminho da santidade.
Louvado seja Deus Pai Senhor de minh'alma, carne, vestes e amôr.
A Êle toda a honra desde sempre até a eternidade.
Amén.
Epitáfio do Marcus Queiroz. Apoia esse blog, faz um pix pra nózes: marcusvini15@hotmail.com
terça-feira, 21 de novembro de 2017
Louvado Seja.
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domingo, 19 de novembro de 2017
The Musical Box.
Guarda-me nos teus braços, e quando minha carne cansar, seja você o travesseiro pelo qual tanto esperar. Seja você a turvação dos Céus que há muito admiro e me tira o fôlego, dá-me a chance de ser quem pode estar ao seu lado, e que nas minhas palavras eu mostre coisas pequenas, mas que na pequenez se mostrem como realmente são, como realmente devem ser, como realmente é entre nós dois.
Não tens medo, e nem exista, não cora teu rosto e nem desce tua vista. Ergue tua face, e cinge seus olhos como eu cinjo os meus para tua beleza; Guarda seu braço no meu, porque tens em mim o que tenho em você, e deixando fora de nós tudo o que hesita, temos ainda a coragem de sermos felizes, de sermos nossos, somos rei e rainha, profeta e sibila. Guarda minha fé dentro do seu ser, e deixa ela crescer, assim como guarda a tua em mim, para eu a multiplicar - justa menina, moça das estepes, a mais silenciosa das tempestades, se apaixona pelo Profeta das Estepes, e no vento frio o abraça, e no calor o beija, e na distância o fita, e na presença, emudece. Seus olhos, quem guarda sabe; Sua alma, quem aproxima sente, sua boca, me padece e me faz seu refém - botae música aos meus ouvidos e enche meus olhos de fíguras místicas, de matrizes de pedra e pó de ostra, segura minha mão ao adentrar os portais, e segue minha vontade até onde desaguar seu desejo. A última.
Considerando o dia de hoje, minhas mãos levantam-se e se rendem em alegria, mesmo não tendo sua alegria e seu amôr comigo, ainda sim, digno de glória o dia de hoje. Hoje, no turvar dos Céus, senti seu abraço a me segurar firme antes d'eu entrar no 133, da mesma forma que você vem segurando o meu braço, e quando gruda em mim após achar realmente que vou embora. Eu nunca iria te deixar sozinha, nem pela minha forma de vida, nem pelo gostar de você, e nem pela reminscência de caráter que jorram de minhas mãos. Eu lhe seguro, com a promessa de que não quero lhe soltar, e que apenas quero das tuas mãos, e só.
Finalizando o dia, minha fôme morde seu retrato, e o segredo começa a ser público, deixando os mais próximos atônitos, e os mais distantes, em quãs e quaos, e nós dois, sabendo (cada vez mais) de nós. E que se dá a Isabel da Hungria? Aos Provérbios 13? Ao Irmão Sol, Irmã Lua? A cerveja no bar gelada? Ao nosso estreitamento que começa a criar forma, a saudade que se acaba ao ver o sorriso, e a boca que pede a outra, aos discos que agora se tem companhia para ver, aos Céus que se turvam em homenagem Della? Deus é nosso juíz, Deus é quem nos sabe, é quem nos guarda. Deus é quem nos uniu.
Não tens medo, e nem exista, não cora teu rosto e nem desce tua vista. Ergue tua face, e cinge seus olhos como eu cinjo os meus para tua beleza; Guarda seu braço no meu, porque tens em mim o que tenho em você, e deixando fora de nós tudo o que hesita, temos ainda a coragem de sermos felizes, de sermos nossos, somos rei e rainha, profeta e sibila. Guarda minha fé dentro do seu ser, e deixa ela crescer, assim como guarda a tua em mim, para eu a multiplicar - justa menina, moça das estepes, a mais silenciosa das tempestades, se apaixona pelo Profeta das Estepes, e no vento frio o abraça, e no calor o beija, e na distância o fita, e na presença, emudece. Seus olhos, quem guarda sabe; Sua alma, quem aproxima sente, sua boca, me padece e me faz seu refém - botae música aos meus ouvidos e enche meus olhos de fíguras místicas, de matrizes de pedra e pó de ostra, segura minha mão ao adentrar os portais, e segue minha vontade até onde desaguar seu desejo. A última.
Considerando o dia de hoje, minhas mãos levantam-se e se rendem em alegria, mesmo não tendo sua alegria e seu amôr comigo, ainda sim, digno de glória o dia de hoje. Hoje, no turvar dos Céus, senti seu abraço a me segurar firme antes d'eu entrar no 133, da mesma forma que você vem segurando o meu braço, e quando gruda em mim após achar realmente que vou embora. Eu nunca iria te deixar sozinha, nem pela minha forma de vida, nem pelo gostar de você, e nem pela reminscência de caráter que jorram de minhas mãos. Eu lhe seguro, com a promessa de que não quero lhe soltar, e que apenas quero das tuas mãos, e só.
Finalizando o dia, minha fôme morde seu retrato, e o segredo começa a ser público, deixando os mais próximos atônitos, e os mais distantes, em quãs e quaos, e nós dois, sabendo (cada vez mais) de nós. E que se dá a Isabel da Hungria? Aos Provérbios 13? Ao Irmão Sol, Irmã Lua? A cerveja no bar gelada? Ao nosso estreitamento que começa a criar forma, a saudade que se acaba ao ver o sorriso, e a boca que pede a outra, aos discos que agora se tem companhia para ver, aos Céus que se turvam em homenagem Della? Deus é nosso juíz, Deus é quem nos sabe, é quem nos guarda. Deus é quem nos uniu.
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quinta-feira, 16 de novembro de 2017
Mal Secreto.
Alguns, dizem que meus versos são simples mas carregados de uma verve única, que eu sinto a grama crescer, e nos ventos ouço a música. Alguns, em sua ótima percepção, dizem que me proponho nos meus escritos, a dizer tudo aquilo do que estão cheias as cabeças, os peitos e o que emana de minh'alma; Coisas que nunca poderia dizer para a ávida multidão - tão minhas, individuais, mas, ao mesmo tempo tão de comum senso e que comungam dentro das almas e das cucas de tôdos nós.
Mas, para atingir este nível de "escriba", deitei e dobrei-me muitas vezes, e por tantas outras me joguei no mais profundo dos vales e lancei-me muitas vezes nos ventos, e por meses vi a turvação nos Céus, por anos estive sozinho, e paguei um grã preço por ser eu mesmo. Houveram horas, que a própria hora da solidão se valeu de mim, e eu me vali dela, para não ser mais, e com isso aprendi o segredo: Ser um grão, para ser grã - por isso me valho e sou meu, e me entendo: Sou o Pierrot, o bêbado, o anti-herói, e o mais pequeno dos mais pequenos, o do degredo, e assumido Profeta das Estepes. Me encontro e me aceito na minoridade, e na minha pequenez, prostrado diante do altar, Deus, o Tôdo-Tudo, me deu sua Carneiro para eu cuidar.
...Mãos pequenas, sujas, machucadas, cheias de escara e sujeira, encostando nas macias lãs, macias peles, olhos acastanhados e puros - carne imaculada, sangue não se vê, maldade não se cinge, olhos que não se levantam para se cerrar ou fitar o Céu, olhos que se voltam para o altar, olhos que ousaram me dar a bandeira de ser olhado. Por quê? Tem o nôme da Mãe, da Primeira. Tem a infinidade do mar embutida no nome, nos olhos, nas frases dilatadas em tempos da boca pequena, da timidez, do ousar dizer, e na sua própria pequenez, ser tão grã enquão grão. Pequena minha, quando os Céus se turvam em graça e glória, o vento te entrega tôdos os abraços que eu lhe mandei levar? Será que o Sol mandou aquele afago nas suas madeixas do jeito que eu lhe ensinei para lhe agradar? Será que os prédios do Velho Centro lhe serão gentis e lhe guiarão os caminhos iguais os pedi para lhe guardarem?
Se sim, vem. Encosta-se em mim, como estou a me enconstar em você, estreita em mim o que ponho em nível de prumo em você, e amarremos nosso arado numa estrêla, para que apenas seja pela vontade do Firmamento. Minha boca tem vontade da sua, e vontade de mandar tôdo bem olhar pra própria grandiosidade, e nos deixar sermos o que bem somos, na nossa pequenez. Deixar tudo para depois enquanto somos eternos no agora. Deixa eu estar aonde nunca se esteve, e não me olhe por dentro, assim como não vou (mais) te subestimar, e deixa, pouco a pouco, ir pondo a verdade em fontes claras de Luz. Olha nos meus olhos, e vê o mar e a areia, vê acontecer tudo e ao mesmo tempo, nada. E na eterna mística do universo, lá no 133, o baixista secular irá esperar a desenhista diocesana para se completar - e se inteirar. E manda dizer: Êste é o texto Della. O texto, e o escriba.
Mas, para atingir este nível de "escriba", deitei e dobrei-me muitas vezes, e por tantas outras me joguei no mais profundo dos vales e lancei-me muitas vezes nos ventos, e por meses vi a turvação nos Céus, por anos estive sozinho, e paguei um grã preço por ser eu mesmo. Houveram horas, que a própria hora da solidão se valeu de mim, e eu me vali dela, para não ser mais, e com isso aprendi o segredo: Ser um grão, para ser grã - por isso me valho e sou meu, e me entendo: Sou o Pierrot, o bêbado, o anti-herói, e o mais pequeno dos mais pequenos, o do degredo, e assumido Profeta das Estepes. Me encontro e me aceito na minoridade, e na minha pequenez, prostrado diante do altar, Deus, o Tôdo-Tudo, me deu sua Carneiro para eu cuidar.
...Mãos pequenas, sujas, machucadas, cheias de escara e sujeira, encostando nas macias lãs, macias peles, olhos acastanhados e puros - carne imaculada, sangue não se vê, maldade não se cinge, olhos que não se levantam para se cerrar ou fitar o Céu, olhos que se voltam para o altar, olhos que ousaram me dar a bandeira de ser olhado. Por quê? Tem o nôme da Mãe, da Primeira. Tem a infinidade do mar embutida no nome, nos olhos, nas frases dilatadas em tempos da boca pequena, da timidez, do ousar dizer, e na sua própria pequenez, ser tão grã enquão grão. Pequena minha, quando os Céus se turvam em graça e glória, o vento te entrega tôdos os abraços que eu lhe mandei levar? Será que o Sol mandou aquele afago nas suas madeixas do jeito que eu lhe ensinei para lhe agradar? Será que os prédios do Velho Centro lhe serão gentis e lhe guiarão os caminhos iguais os pedi para lhe guardarem?
Se sim, vem. Encosta-se em mim, como estou a me enconstar em você, estreita em mim o que ponho em nível de prumo em você, e amarremos nosso arado numa estrêla, para que apenas seja pela vontade do Firmamento. Minha boca tem vontade da sua, e vontade de mandar tôdo bem olhar pra própria grandiosidade, e nos deixar sermos o que bem somos, na nossa pequenez. Deixar tudo para depois enquanto somos eternos no agora. Deixa eu estar aonde nunca se esteve, e não me olhe por dentro, assim como não vou (mais) te subestimar, e deixa, pouco a pouco, ir pondo a verdade em fontes claras de Luz. Olha nos meus olhos, e vê o mar e a areia, vê acontecer tudo e ao mesmo tempo, nada. E na eterna mística do universo, lá no 133, o baixista secular irá esperar a desenhista diocesana para se completar - e se inteirar. E manda dizer: Êste é o texto Della. O texto, e o escriba.
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quarta-feira, 1 de novembro de 2017
Simply Shady.
Não deixa ninguém saber daquilo que ficou dito entre nossas palavras. E nem diga nada além do silêncio, os atos irão comprovar, o tempo dirá, e se for fácil, será de riso, espontâneo, como seu sorriso e minha austeridade. O frio queima as juntas de dedos mais sensíveis.
Na espera, achei tanta coisa que nunca pude evidenciar o que realmente pus na libra para acreditar, apenas segui, e ergui no patamar geral da coisa toda alguma projeção que me guiasse aos turnos antes de te conhecer. Não que houvesse mudado alguma coisa, mas, não deixou nada no lugar, e no pouco, pesa-se o intenso, e no sorriso, o arrebatamento, e na fala, o lancinar, e o beijo, o querer. A cerveja me pareceu tão deliciosa esses dias, que mentalmente algumas dediquei a você. O vento parecia os ventos da minha infância, que corriam e carinhavam meu cabelo na Marina do porto, velho daquele mar parado, natimorto, criando o cinza que tanto amo, criando a forma de texto que transcrevo tão desconexamente mas sei que irás entender de forma precisa.
Marinando a panela com a manteiga, antes de fritar os bifes, lembrei que você não comia carne. Trágico. Cômico. Saudável. Único. Você.
Vae, e vê, fica e sente. Olha os sorrisos ao redor e vê que nenhum é mais lindo que o teu, é riso de quem aprendeu a sorrir, e a quem achou a pérola perdida dentro de si, e hoje a segura como se fôsse de alma, de verdade, de tôdo e sumo. E nos espelhos, metralhados por luzes, pincéis e mattes, esconde-se você, que do alto da mais linda vista que pôdes me proporcionar, guarda uma menina tão linda dentro de uma mulher, uma pessôa que em alguns pontos é tão igual a mim, que nem parece senso dizer, parece cantada, parece até bobeira, coisa de quem quer propôr ou até mesmo juntar pontos para provar teorias, e a única teoria que provo agora, é que Deus é misericordioso - tão misericordioso que me deixou conhecer você e segurar da tua mão.
Lá, no 133, a gente fica marujando depois duns vinhos, e de lá não dá pra ver a São João, e tudo fica meio estranho e alegre, e eu fiquei pensando se fiz algo de errado, e de repente eu fiquei meio bad mas ficou tudo bem, e eu achei que nunca mais ia ter com você de novo, e eu achei que tinha cagado tudo, e você me chegou e me mandou um, e eu uau, e eu fiquei, e você disse coisas tão, e eu ainda estou assim, fazendo nascer esse texto teu.
De mim, cabem poucas coisas, e nas poucas coisas, te poderias saber mais de mim, mas, já lhe cabe o essencial, e o resto é complemento. O complemento que cabe nas nossas qualidades que brindamos, no abraço, no perfume que circunda seu pescoço, e na cor do seu cabelo que nunca ousarei dizer pois tenho uma reputação a manter (mesmo você sabendo que foi a quebra do paradigma secular).
The first thing that i do
Is throw my arms around you
And never let go
And never let go...
Na espera, achei tanta coisa que nunca pude evidenciar o que realmente pus na libra para acreditar, apenas segui, e ergui no patamar geral da coisa toda alguma projeção que me guiasse aos turnos antes de te conhecer. Não que houvesse mudado alguma coisa, mas, não deixou nada no lugar, e no pouco, pesa-se o intenso, e no sorriso, o arrebatamento, e na fala, o lancinar, e o beijo, o querer. A cerveja me pareceu tão deliciosa esses dias, que mentalmente algumas dediquei a você. O vento parecia os ventos da minha infância, que corriam e carinhavam meu cabelo na Marina do porto, velho daquele mar parado, natimorto, criando o cinza que tanto amo, criando a forma de texto que transcrevo tão desconexamente mas sei que irás entender de forma precisa.
Marinando a panela com a manteiga, antes de fritar os bifes, lembrei que você não comia carne. Trágico. Cômico. Saudável. Único. Você.
Vae, e vê, fica e sente. Olha os sorrisos ao redor e vê que nenhum é mais lindo que o teu, é riso de quem aprendeu a sorrir, e a quem achou a pérola perdida dentro de si, e hoje a segura como se fôsse de alma, de verdade, de tôdo e sumo. E nos espelhos, metralhados por luzes, pincéis e mattes, esconde-se você, que do alto da mais linda vista que pôdes me proporcionar, guarda uma menina tão linda dentro de uma mulher, uma pessôa que em alguns pontos é tão igual a mim, que nem parece senso dizer, parece cantada, parece até bobeira, coisa de quem quer propôr ou até mesmo juntar pontos para provar teorias, e a única teoria que provo agora, é que Deus é misericordioso - tão misericordioso que me deixou conhecer você e segurar da tua mão.
Lá, no 133, a gente fica marujando depois duns vinhos, e de lá não dá pra ver a São João, e tudo fica meio estranho e alegre, e eu fiquei pensando se fiz algo de errado, e de repente eu fiquei meio bad mas ficou tudo bem, e eu achei que nunca mais ia ter com você de novo, e eu achei que tinha cagado tudo, e você me chegou e me mandou um, e eu uau, e eu fiquei, e você disse coisas tão, e eu ainda estou assim, fazendo nascer esse texto teu.
De mim, cabem poucas coisas, e nas poucas coisas, te poderias saber mais de mim, mas, já lhe cabe o essencial, e o resto é complemento. O complemento que cabe nas nossas qualidades que brindamos, no abraço, no perfume que circunda seu pescoço, e na cor do seu cabelo que nunca ousarei dizer pois tenho uma reputação a manter (mesmo você sabendo que foi a quebra do paradigma secular).
The first thing that i do
Is throw my arms around you
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