E, mais uma vez, eu perco uma batalha da qual eu só queria me sagrar o vencedor, sem ferir, sem matar, sem reféns ou prisioneiros. Mais uma vez, na calada da noite me dano, vendo a lua, as estrelas e o Céu cair sobre mim.
Deus está me fazendo pasasr uma provação? É este o meu quilo de sal pessoal? Deus, me perdoe, mas, isso é mais que um quilo, chega a ser uma meia tonelada, se te interesssar bem. Dizem que eu não posso te tratar de mal grado, nem te falar maldades, mas, eu não estou lhe desrespeitando: Pois, se me concheces, e lê minha mente, e sabes de meus atos, e minhas vontades, de que adianta esconder um pensamento que você já sabe? É chover no molhado, Meu Deus.
Estamos indo para o inverno, Deus, e o teu Sol e Céu estão bonitos, mas, está frio, e mais ainda apra mim, então, me faça um cubinho de gelo, para que eu possa apenas me esquentar, quando o calor que eu quero, finalmente estar perto de mim. Ela não está aqui, Deus, e você sabe como isso me dói!
Por quê dói tanto, e parece que a cada dia dói inda mais? Por quê tudo não se estabelece? O que eu tenho que fazer, para ter tudo como antes, para ter a minha vida feliz e boa como antes? Deus Meu, conheces minha dor, minha franqueza, meu fraquejo e minha vontade absoluta de não estar mais aqui. Ajuda-me a, antes de partir, ser gentil, bom, e justo, ajuda-me, a não ter quem me compreenda, mas, que eu compreenda os outros.
Tenho medo de que esteja tudo bem para todos (menos para mim), e que assim siga a roda do mundo girando. Se a roda se mover mais um grau, devo eu me destruir mais ainda? Deus, por quê tem que ser tão díficil? Por quê eu tenho que ter a mente, o método e maneio de pensar como esse? Por quê não me fizestes diferente?
Por quê tu, o Rei dos Reis de Israel, não fazes o que tanto peço. Sei que não me abandonastes, então eu estou aqui, parado no meio do deserto, com pouca água, e clamando por um Oásis. Intercede por mim, Deus, não me deixa só, a pior morte que tem e a própria mágoa, da qual estou cheio até os cacos.
A vida, não existe sem A Rosa, a Rosa esta, que tento buscar em vão no ar, o cheiro d'Ela, e mentalmente sinto os beijos e abraços d'Ela, e até em sonho sinto a concha d'Ela.
Rosa, consegues me ler? Está por aí? Se estiverdes lendo isto, saiba que te amo, e tua falta corrói meu corpo como o câncer que corrói meu pai. Rosa: "Não ter você aqui ao meu lado, me faz sentir um vazio, o qual só você pode preencher." Rosa, volte, eu te imploro, isto está doendo cada vez mais, e a solidão está me fazendo penar entre os muros do Sinédrio; São muitos contra um só. Saiu o Sol, Rosa, vem apear comigo e comer aonde você quiser, e assistir filme de menininhas, e ver a melissa do teu pé. Ao menos, só por hoje, fica e ame. Desvanesço-me de carne e espírito, e rogo-lhe que ouça minha prece, pois, é dessa reza escrita que tiro minhas forças. Fique comigo, e que dana-se o resto. Eu ainda amo você, esei que ainda me amas. E muito.
Epitáfio do Marcus Queiroz. Apoia esse blog, faz um pix pra nózes: marcusvini15@hotmail.com
domingo, 20 de maio de 2012
domingo, 6 de maio de 2012
O Dia Que Não Chega.
E eu estou sentado, esperando a notícia que não chega para mim, não tem olhos me vendo, mas, existem almas que passeiam. Eu sinto frio, mas, é o tipo de frio que nenhuma blusa pode esquentar, e nem toda cobrerta pode fazer-se no lugar. Sinto frio do meu corpo longe do teu, sinto a vontade de gritar, chorar, quebrar tudo, e me acabar, me finalizar, mas, não posso, não devo, não vou. Tenho que estar em condições apresentáveis quando eu for te oficializar, não é? Afinal, eu estou aqui.
Quando eu era pequeno, menor que agora, eu tinha um crucifixo de prata, mostrando um Jesus magro, pálido-prata, pregado num aço polido e delicado, logo atrás, estava escrito na base do "mastro": Conto contigo. Mas, Deus! Eu era uma criança, no que eu poderia ser um instrumento teu? Deus, hoje eu sou um homem, conhecems minhas vontades, ânsias, algoros e medos, porque hoje, logo hoje, eu tenho que perder meu alicérce?
Por quê hoje, logo hoje, eu tenho que penar tanto, e atravessar um inferno tão puro, que me mahuca, e não me renova, apenas me deixa com cada mais vontade de morrer, ou ir embora de toda essa maluquice de vida? Deus, porque você não mostra seu apreço por mim, e me mata logo? Estamos - ambos os dois - numa queda de braço. Você quer ver o quanto eu aguento, ainda te chamando, e eu quero ver você do meu lado, rezando para que isso acabe logo.
Que o Céu esteja cinza, e a água profunda, meus bolsos estarão cheios de peso, e minha voz será calada, e minha menten fechada. Você venceu, mas, para mim não dá mais. Eu acabarei meus dias como tantos outros acabaram, mas, sem medo, e sem horror, eu sei para onde vou, e o que terei que fazer, conheço os riscos de minha decisão, só espero que isso não afete a vida de ninguém.
Que o Sol inda brilhe, e que aquele friozinho que eu tanto amo, ainda dê seus "ois" batutas e matutinos e aqueça o coração e a alma dos meus, os quais eu tento gosto, e tanto quero bem. Que o Sol batutinha também aqueça ela, cuide dela, e faça ela estar bem, com ou sem eu, afinal, eu não estarei mais aqui, né? Que quando o Sol tocar nela, ela sinta um arrodeio, e sinta meu cafuné, que o ventinho chato, que me corta em navalhete, a faça carinhos, e lhe abrace fortemente, assim como eu fazia, e ela tanto reclamava (e tanto gostava).
E que o resto, Grande Deus, seja apenas resto.
Quando eu era pequeno, menor que agora, eu tinha um crucifixo de prata, mostrando um Jesus magro, pálido-prata, pregado num aço polido e delicado, logo atrás, estava escrito na base do "mastro": Conto contigo. Mas, Deus! Eu era uma criança, no que eu poderia ser um instrumento teu? Deus, hoje eu sou um homem, conhecems minhas vontades, ânsias, algoros e medos, porque hoje, logo hoje, eu tenho que perder meu alicérce?
Por quê hoje, logo hoje, eu tenho que penar tanto, e atravessar um inferno tão puro, que me mahuca, e não me renova, apenas me deixa com cada mais vontade de morrer, ou ir embora de toda essa maluquice de vida? Deus, porque você não mostra seu apreço por mim, e me mata logo? Estamos - ambos os dois - numa queda de braço. Você quer ver o quanto eu aguento, ainda te chamando, e eu quero ver você do meu lado, rezando para que isso acabe logo.
Que o Céu esteja cinza, e a água profunda, meus bolsos estarão cheios de peso, e minha voz será calada, e minha menten fechada. Você venceu, mas, para mim não dá mais. Eu acabarei meus dias como tantos outros acabaram, mas, sem medo, e sem horror, eu sei para onde vou, e o que terei que fazer, conheço os riscos de minha decisão, só espero que isso não afete a vida de ninguém.
Que o Sol inda brilhe, e que aquele friozinho que eu tanto amo, ainda dê seus "ois" batutas e matutinos e aqueça o coração e a alma dos meus, os quais eu tento gosto, e tanto quero bem. Que o Sol batutinha também aqueça ela, cuide dela, e faça ela estar bem, com ou sem eu, afinal, eu não estarei mais aqui, né? Que quando o Sol tocar nela, ela sinta um arrodeio, e sinta meu cafuné, que o ventinho chato, que me corta em navalhete, a faça carinhos, e lhe abrace fortemente, assim como eu fazia, e ela tanto reclamava (e tanto gostava).
E que o resto, Grande Deus, seja apenas resto.
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