quarta-feira, 8 de junho de 2011

A Concha Dos Dias II.

Cinco minutos, pronto. No ponto de ônibus, a minha boca aberta deixa vazar um pouco de fumaça quente pelo lugar, eu chego cedo, logo, tenho que dar tempo para me atrasar, tudo está muito bem, se hoje você do nada me ligar, isso vai me ganhar no dia, e me fazer rir mesmo que esteja caido em submersa dor.
E, por favor, antes que me diga qualquer coisa, ou que os teus olhos pensem que lhe sou um bobo, por favor, não o faça desse jeito. Esteja comigo braço-a-braço, me entenda e saiba o que eu quero dizer em todas as minhas palavras, palavras estas, que Deus me deu e eu dedico-as a você.
Se preciso for, então abra a minha cabeça - a gritos ou a beijos - e, veja o que se passa comigo. Há um mundo tão maneiro lá fora, e eu nem conheço as coisas menores do nosso mundo terreno; Paisagens ainda não exploradas; Um mundo para ganahr com você. Os dias em que estarei fora da concha, é quando estarei com você, vivendo com você, cruzando as ruas de uma cidade movimentada, passando por inúmeras pessoas, sem mesmo saber quem elas são ou quem eu sou mais, eu conheço bem você...
...Calada então fica a tua doce voz, mas te ouço em um ouvível silêncio, eu sigo teus passos por todas essas ruas e esquinas; Travessas e becos; Eu estou sentindo o seu amor! Seu espírito, sua eternidade toda sobre mim.

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