N. Do E.: Crônica dedicado ao mecenas que contribuiu com o café do escriba. Benedictvs si!
Se eu te dissesse tanta coisa te seria de entender?
Das coisas que sei,
Das que entendo,
Das que desconheço,
Que cabe no oculto de meu coração.
E com teu óculo analisaria sabiamente:
O que escrevo ou digo,
Emendando em minha conversa objetiva,
Uma liga que anuncia algo,
Ou apenas daria um simples sumiço?
Por favor, não olhe as coisas como frias;
pois se assim o faz, põe as em lugar comum.
E se torna comum, perde a magia,
se perde a magia morre o porquê,
e assim, não tem razão de ter ou ser.
Se estende a mão;
Aceita o abraço e o eleio,
E conhece, aceita, ama e gosta.
Abraça, aperta, morde, beija e devora.
Faz diferente para a borboleta imortal não morrer.
Dos ofícios do escriba, cabe a denúnica,
de um novo amor,
de uma vida que nasce,
de uma morte vindoura,
de um dengo.
E cabe, a quem lê entender,
por mais que pareça torto,
as linhas do trovador,
enquanto ele com suas linhas entreveradas, lhe diz:
"espera, não esfria, por favor, fica."
Agarra em um abraço e não solte,
Aperte a mão e ouça o som junto,
Deixa as lindas garôtas ouvirem,
Os céus turvarem,
Enfim, os corações se cruzarem.
Epitáfio do Marcus Queiroz. Apoia esse blog, faz um pix pra nózes: marcusvini15@hotmail.com
domingo, 14 de maio de 2023
Ofício.
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