Quando a tarde cair,
e tudo pesar em nossos ombros;
Meus olhos ousarem sequer chorar:
Não volva então;
Tua face a mim:
Espera a lágrima cair,
enfim.
E se for, de lágrima
Dá teu ombro, se sentir
Assim,
estará consumado o fato
Que atordoa,
tudo aquilo que me tira o sono.
Me beija,
dolorosamente,
me segura,
prende meu fôlego na ânfora,
ou lava meu corpo dessa terra
que corrói,
todos os poros do meu ser,
cansado estou.
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