Se quiser vir, o venha,
Mas venha agora, antes que não nos tenha!
Agosto é cruel,
E no bancos d'Ele eu sou contra-fel,
Deixe eu colcoar teu cabelo atrás d'orelha.
Contar segredos, verdades e fatos;
Deixe que eu mostre meus atos,
E mostre como não cair dentre os ratos,
Caia em meus braços,
Deixe que o dia seja pouco para nós
Eu quero um tempo a sós
Para te beijar perto da foz
Aonde de tudo nasce atroz
Eu não te conheço direito
Mas começo a te guardar no peito,
Como uma nova devoção
Um pedaço de amor e adoração
Mesmo se fosse inano
Mesmo se não o fosse qual insano.
Não importa que faças
Desfaças;
Desfaleça.
Não se apedreja
Tampouco me fraqueja
Ou seja (mesmo que não seja)
Apenas seja
Esteja
Curta e não se furta;
Que o gosto da nossa fruta,
Seja igual a dualidade do dia: Tenha do bom e ruim
E que teu coração de enegro-carmim
Seja dedicado em um beijo e sussurro para mim.
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