sábado, 30 de abril de 2011

Fraseado #2

"[...] Teus vinte anos de vida, valem mais que Cem anos [...]"
Eu, gostaria de me trancar no teu quarto, com tua vida toda lá dentro, e d'Ela fazer-te bem e mais bem, gostaria-lhe, de dar a Palma dos Dias, martírio sofrido por muito no anonimato, e por poucos corajosos como eu, na Luz que nos queima a cuca.
Eu vejo uma rua semi-deserta, eu vejo os carros parados perto de uma banca de jornal, um frio que corta tudo o que se faz vivo, morto ou inano, eu vejo um homem esperando o 1156-10, e vejo um graveto recostado no chão, uma criança vai pisar n'Ele, uma criança está sob o pé n'Ele, em um leve quebrar o graveto se refaz em dois. As Outonesas apeiam em seu vento, e me mostram as variações de Sol, Vento, Nublado e Chuva, e ali sei eu, que de nada me valho, sem que haja a proteção de Alguém sobre nós Dois acima de nossas cabeças, acima e sob nosso Amor. Que a esperança, quando no fim estiver, invada o coração de quem pergunta porque existir ainda e n'Esse coração seja fecundado o feto da Perseverança.




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