segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Meu Primeiro Amor.

E diz mais quem sabe mais: Diz o que sola contra-solos, que a Musa Inspiradora, sempre está na mente. O vento que vier, é o abraço que ela trás, junto com um cafuné na cabeça e um beijo na boca, o corpo dela, é um paraíso fechado pelo pecado, aonde se passaram noites a fio, o contra-solador e a Musa, um buscando amor e inspiração nos caminhos do corpo da Musa, e ela lhe dando o amor, o suave amor, o amor que ele buscou em outros caminhos, e não achou.

-Mais tem uma coisa -disse o contrasolo- eu juro que quando tudo passar, e for só eu e você, quando eu ver o mundo rodar, eu vou só lembrar de você: Pra sempre. Hoje o solador está sozinho, sem amigos, sem briga, sem ódio, sem Musa, sem nada, ele se encontra procurando o caminho do qual se desviou - isso se ele se deviou de algum, meu amigo leitor -, e procura de novo pelo corpo da Musa, para incitar mais um contra-solo em nome da Glória que ele nunca teve, em nome da Musa que ele tatuou no tornozelo, pela única garota que realmente sorriu pra ele, que levemente abriu os braços e o acolheu enquanto todo o resto o enxotou, pois quando a lágrima desse autor desse conto cai no teclado, ele tenta com toda a maravilicidade desse mundo, dizer para a Musa que é a mesma que a Dama Azul, o Araçá Azul, a Morena, e tantas outras que são uma só, que ele a ama, e daria a vida dele por Ela, em qualquer segundo, sem hesitar ou dúvidar, ele está ao ateio, no meio, ele é o centeio.

E só Deus sabe aonde eu posso estar, eu posso estar no Olho Do Sol, posso estar na sua boca, estar na sua língua, estar na sua vida e estar contra o que está querendo você. Preciso cada dia mais do teu sorriso, da tua certeza, desse teu jeito leve de levar a vida, dos teus pés levemente tocando o chão e dando assim um passo de cada vez, preciso sempre do teu Eu Amo Você, das 10, é você a 9ª até a 1ª parte do meu coração. Sou teu, e não me importa se saia Sol ou chuva, me importa se você quer me acompanhar enquanto eu viver.

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