Eia, a Candeia,
avenca, poeira,
hasteia a bandeira,
jangadeira que quebra o areal,
quem te pôs no mar?
Eia, a Candeia;
Moça bela do jardim,
Lotus se fez em realeza,
entre flores, frutas e trufas,
espera o tempo vingar,
raíz crescer,
para se encontrar,
e na noite,
deflorar.
Eia, a Candeia,
quem te fez, moça, chorar?
Desagua essa mágoa,
deixa o coração falar,
não se arme essa noite,
deixa o coração ter nome,
Cecília procura conchinhas no mar.
Eia, a Candeia,
deixa eu te encontrar,
no vasto Céu luminoso,
no campo limpo,
Cruzeiro do Sul,
onde você pode estar?
Eia, a Candeia,
visto a visa de cima,
encontram-se aves no Céu,
e peixinhos no Mar,
o vento venteia,
os cabelos da mais bela.
Eia, a Candeia,
beija e abraça antes de ir,
amou os seus,
tomou a si a alegria,
restou apenas nada.
Eia, a Candeia,
força para a batalha cadenciada,
rufa a Bôda,
porque te deram pendão, dele:
que te cabe amar,
que te cabe caminhar,
que te cabe o mar,
que te cabe calar.
2 comentários:
Um dos piores poemas que já li nesse blog. Escroto.
Parabéns pelo poema! E que continue expondo de forma sublime seus sentimentos ! ;)
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