Quando eu acordei essa manhã, senti que o dia se desenrolaria rapidamente, mas não me imaginava o quão rápido ele passou; Novamente, me sinto um lixo, e novamente me sinto um peso morto na terra, e novamente me sinto inútil ao universo. Mais uma vez estou eu de volta aqui ao velho cenário, e me cobrando velhas promessas e me questionando ainda o porquê da porta estreita sendo que até hoje, sabendo a resposta e o motivo, ainda me arrependo: Ainda renego A Casa, A Rosa e o Jardim, e ainda nego o pensamento quando aquele pronome é dito ou insinuado, ainda fecho os olhos.
As vezes acho que isso aqui é uma eterna jogança de garrafas ao mar, e em cada uma contém um post sortido, e isso me prova, e comprova que já sobrevivi a ondas maiores, e esse Sol não me pesa mais; E cada vez que eu leio uma dessas mensagens cifradas, eu percebo que mesmo que doa, não dói como antigamente, e mesmo que a dor almeje cada vez mais me tomar, minha alma ainda é limpida, e o Carneiro se sacrificou por mim, e em seu sangue eu me lavei. Meu batismo foi em sacrifício, e isso pode não lhe agradar.
Penso que (como eu), todo mundo já deve ter se sentido triste ou imprestável em uma sexta. Isso não significa nada, apenas que a tristeza, até com sua bondade, nos faz pensar em toda nossa vida, e nos ajuda a parabolizar a sutil queda até o chão: Sim, Deus, como Grão criador de tudo, também criou a irmã tristeza. Então, como em tudo que me é guardado no peito, não me cabe ter medo. Nenhum.
O silêncio vertiginoso de conversa alguma, o carinho de nenhum abraço, o medo da solidão, a força delicada da angústia, apenas me mostra que eu estou aqui, mais uma vez, mais um dia. E como tudo na vida, tudo passa, tudo volta, tudo se regenera (talvez não da forma que queremos/imaginamos, mas, enfim...) e se estabiliza. O amor é eterno e infinito, e nele não há mal algum, nem sofrer algum, tampouco ódio ou raiva. O amor é benevolente e manso, como o Carneiro já citado; E o amor só vencerá quando o ódio virar sentimento passageiro, e não morada fixa da cabeça pesada e cansada de tanto (se) machucar e sofrer. A dor vem, a dor machuca, mas assim como as 24 horas de um dia, ela acaba. E o amor é eterno. Tudo na vida é um eterno ciclo, e quando eu me lembro desse ciclo, eu me relembro o porquê da porta estreita, me lembro porquê este caminho, e não desistir dele.
Manter a Fé. Sempre.
Epitáfio do Marcus Queiroz. Apoia esse blog, faz um pix pra nózes: marcusvini15@hotmail.com
sexta-feira, 26 de agosto de 2016
terça-feira, 23 de agosto de 2016
Arpeggio.
Na rua de minha casa
Passam sonhos de trabalhadores
Passam os carros tão comuns
Só não passa você
nem o som do Sol que seu corpo tocou
Naquele dia de verão.
Peguei o meu casaco
Estava saindo para caminhar
o cheiro de Jasmin sumiu
Aquela melodia tocou no bar
E eu continuei a caminhar
Sem ir a lugar algum
Pela praça tantos cachorros e crianças
preocupados em serem apenas felizes
O cinza não preocupa ninguém
Esse mundo parece tão estranho
E eu nem sei mais que horas são
Por onde eu volto pra casa
Mais uma lata no mercado ao lado
um sentimento de dever cumprido
As garotas nunca foram tão bonitas
e o Sol nunca foi tão gentil
Hoje é o dia mais feliz da minha vida
de toda a minha vida.
Passam sonhos de trabalhadores
Passam os carros tão comuns
Só não passa você
nem o som do Sol que seu corpo tocou
Naquele dia de verão.
Peguei o meu casaco
Estava saindo para caminhar
o cheiro de Jasmin sumiu
Aquela melodia tocou no bar
E eu continuei a caminhar
Sem ir a lugar algum
Pela praça tantos cachorros e crianças
preocupados em serem apenas felizes
O cinza não preocupa ninguém
Esse mundo parece tão estranho
E eu nem sei mais que horas são
Por onde eu volto pra casa
Mais uma lata no mercado ao lado
um sentimento de dever cumprido
As garotas nunca foram tão bonitas
e o Sol nunca foi tão gentil
Hoje é o dia mais feliz da minha vida
de toda a minha vida.
sexta-feira, 19 de agosto de 2016
Aurora.
Obrigado, Senhor por mais um dia, mesmo que com todas as aversões e contrariedades do dia-a-dia, obrigado. Obrigado por mais uma vez botar pra ferver com meu amigo, por ser imortal mais uma noite, por ter conhecido gente legal e viva - tão feliz, tão cadente, tão latente, tão viva, tão bem. Obrigado Doce Javé por mais um dia vivo e em paz.
Obrigado, por todas as esquinas que eu passei, por toda rua andada, por todo o amor concedido e por toda a proteção necessária (e nem em pensamento eles me farão mal algum), e obrigado pelo Santo Julioso, melhor amigo de todos os tempos, melhor tempo de todos os amigos presentes no Sinédrio. Obrigado pelo sorriso mais lindo, e obrigado pela voz mais adocicada, e pela onda do mar que quebrou no meu peito e doeu, mas agora não dói mais. Obrigado.
Obrigado, que por mesmo que na parte rica, os dois paladinos pobres (mas tão grandes de espíritos) consigam ter sobrevivido e vencido a epopéia de voltar a asa leste em segurança: Antes disso, de haver a aventura e passar na frente da Casa Da Mãe das Candeias, próximo a casa dos mortos. Não que isso assustasse, mas, assusta.
Agradeço pela energia boa que me rodeia, que minha mãe me ensinou, e que posso transmitir com meus amigos, meus amados, meus conhecidos. Benevolente, sabe você como eu queria que essa noite não houvesse fim. Louvado seja, Salve salve. Carregar teu pendão, por mais que me doa, é prazeroso, pois aonde for eu carrego Tua glória e Teu amor. Deus vos salve, espelho cristalino e estrela ritmizada cheia de amor. Deus vos salve.
Obrigado por amanhã ser outro dia, e tudo novamente se transformar e mudar, metamorfose constante e necessária do ser e da essência que se carrega no bojo da carne, artigo não nomeado mas bem calculado pelo monstro marinho da barriga grande. E mesmo que eu não saiba o final do ato, se foi de graça ou de choro, Deus vos salve, estrela de sucesso acima das demais, e brilho do círculo negro, que ressona as melodias que acalmam os corações. A alegria reina aqui e aí.
Obrigado, Divino, por mais alegrias do que tristezas, e mesmo com todas as aversões, tudo, mas tudo mesmo estar dando cada vez mais precisamente certo, próximo a alegria eterna que tanto almejo.
Boa noite, São Paulo, Boa noite Deus.
Obrigado, por todas as esquinas que eu passei, por toda rua andada, por todo o amor concedido e por toda a proteção necessária (e nem em pensamento eles me farão mal algum), e obrigado pelo Santo Julioso, melhor amigo de todos os tempos, melhor tempo de todos os amigos presentes no Sinédrio. Obrigado pelo sorriso mais lindo, e obrigado pela voz mais adocicada, e pela onda do mar que quebrou no meu peito e doeu, mas agora não dói mais. Obrigado.
Obrigado, que por mesmo que na parte rica, os dois paladinos pobres (mas tão grandes de espíritos) consigam ter sobrevivido e vencido a epopéia de voltar a asa leste em segurança: Antes disso, de haver a aventura e passar na frente da Casa Da Mãe das Candeias, próximo a casa dos mortos. Não que isso assustasse, mas, assusta.
Agradeço pela energia boa que me rodeia, que minha mãe me ensinou, e que posso transmitir com meus amigos, meus amados, meus conhecidos. Benevolente, sabe você como eu queria que essa noite não houvesse fim. Louvado seja, Salve salve. Carregar teu pendão, por mais que me doa, é prazeroso, pois aonde for eu carrego Tua glória e Teu amor. Deus vos salve, espelho cristalino e estrela ritmizada cheia de amor. Deus vos salve.
Obrigado por amanhã ser outro dia, e tudo novamente se transformar e mudar, metamorfose constante e necessária do ser e da essência que se carrega no bojo da carne, artigo não nomeado mas bem calculado pelo monstro marinho da barriga grande. E mesmo que eu não saiba o final do ato, se foi de graça ou de choro, Deus vos salve, estrela de sucesso acima das demais, e brilho do círculo negro, que ressona as melodias que acalmam os corações. A alegria reina aqui e aí.
Obrigado, Divino, por mais alegrias do que tristezas, e mesmo com todas as aversões, tudo, mas tudo mesmo estar dando cada vez mais precisamente certo, próximo a alegria eterna que tanto almejo.
Boa noite, São Paulo, Boa noite Deus.
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segunda-feira, 15 de agosto de 2016
Renascer.
Hoje pela manhã, logo que levantei, pus a me entender sobre tudo que está se passando em minha vida, coisa que está virando rotina. Entre um ronco canino e uma fresta de luz que brincava pela janela entendo que eu estou tendo a chance de tudo de novo, a chance de refazer tudo do zero adiante. Mas, refazer o quê se até agora eu não fiz nada de errado? Se a vida é minha, eu sei o que é meu erro, e se for acerto, cabe também a mim, e tão somente a mim comemorar. Quando eu chorei, apenas eu senti dor.
É tão engraçado as pessoas, que se degladiando com as outras se isolam de seus problemas para saber os outros, que se dizem santas mas pecam, sorvem do gosto agridoce da feuta de pele sedutora, porém finada - gente do seu próprio lado que mente, rouba, esconde, finge e quebra. Ah, se eu pudesse voltar a primeira fase de ouro de todas as fases de ouro, e me guardar nos braços da mais querida, a mais amada, Deus Vos Salve, oratório onde pretensão e mágoa fez pouco. You Made Me What I Am. Ah, quem me dera se eu pudesse dormir agora nos braços da Afrodite - a mais bela, a mais delicada, e na delícia corpórea de seu corpo, cair em sono e acordar anos depois, com tudo conquistado e promulgado nos meus grilhões: Já quebrados, já findados de dor. Mas qual graça teria sido se Afrodite teria me guardado nos teus braços, e eu perdesse toda essa batalha até aqui, e daqui até a frente. Mais além. Se Oxum me caingásse, eu ainda sim adoraria que ela não fizesse isso, porque a graça do ciclo não se findaria, e a graça da vida não teria graça em ganhar e perder e ganhar; Se eu entendo bem o que eu mesmo (te/me) digo, eu apenas entendo que é tudo uma fase: Trabalho, amigos, cão, família, time, música, bens materiais: A louça se quebra na mudança, a pressa se perde por desatino com a condição atual dos fatos, e cada vez mais o Marvellous Titanium se faz necessário, mesmo que não seja aquilo que Ensinaram há uns tempos atrás. Viver se faz difícil. Mas necessário.
A estrela solidária e solitária do Céu ainda está olhando por mim, e pela direção das estrelas suspensas místicamente no Céu, eu, o Capitão das Bodas, procuro saber aonde minha nau errante vai poder se atracar, em definitivo ou temporariamente, pois há muito tempo me sinto só ante a toda essa gente, e há muitos dias me sinto vazio mesmo com toda essa bonança, e mesmo que eu dance, existem lágrimas. E eu ainda reitero: Se é de lágrima, deixa cair, deixa fluir: Oxalá chorou, e a mim cabem apenas lágrimas, confusas porém sinceras, de amor e ódio, de saudade e fraqueza, de emoção e de dor, de graça e glória. Assim sou eu, e assim vou eu. Assim eu estou.
Nas vitrinas das lojas, os discos ainda me encantam tal qual a cerveja, e a graça de ainda ir só para minhas caçadas tem me deixado bem mais prazeroso que antes. Agora me entendo, me conheço, minha voz sai da traquéia: Estou me sentindo: Finalmente o Lindão da Europa, e meu amor por mim não está mais cabendo nos jorrobatões, e mesmo com tanta lágrima, mágoa e rancor no peito, estou me amando e me entendendo cada dia que passa, e pelo Pendão do Carneiro Santo que alteio, digo: Está sendo maravilhoso cada segundo dessa vida, mesmo com toda a alegria e tristeza.
Salve São Jonas.
É tão engraçado as pessoas, que se degladiando com as outras se isolam de seus problemas para saber os outros, que se dizem santas mas pecam, sorvem do gosto agridoce da feuta de pele sedutora, porém finada - gente do seu próprio lado que mente, rouba, esconde, finge e quebra. Ah, se eu pudesse voltar a primeira fase de ouro de todas as fases de ouro, e me guardar nos braços da mais querida, a mais amada, Deus Vos Salve, oratório onde pretensão e mágoa fez pouco. You Made Me What I Am. Ah, quem me dera se eu pudesse dormir agora nos braços da Afrodite - a mais bela, a mais delicada, e na delícia corpórea de seu corpo, cair em sono e acordar anos depois, com tudo conquistado e promulgado nos meus grilhões: Já quebrados, já findados de dor. Mas qual graça teria sido se Afrodite teria me guardado nos teus braços, e eu perdesse toda essa batalha até aqui, e daqui até a frente. Mais além. Se Oxum me caingásse, eu ainda sim adoraria que ela não fizesse isso, porque a graça do ciclo não se findaria, e a graça da vida não teria graça em ganhar e perder e ganhar; Se eu entendo bem o que eu mesmo (te/me) digo, eu apenas entendo que é tudo uma fase: Trabalho, amigos, cão, família, time, música, bens materiais: A louça se quebra na mudança, a pressa se perde por desatino com a condição atual dos fatos, e cada vez mais o Marvellous Titanium se faz necessário, mesmo que não seja aquilo que Ensinaram há uns tempos atrás. Viver se faz difícil. Mas necessário.
A estrela solidária e solitária do Céu ainda está olhando por mim, e pela direção das estrelas suspensas místicamente no Céu, eu, o Capitão das Bodas, procuro saber aonde minha nau errante vai poder se atracar, em definitivo ou temporariamente, pois há muito tempo me sinto só ante a toda essa gente, e há muitos dias me sinto vazio mesmo com toda essa bonança, e mesmo que eu dance, existem lágrimas. E eu ainda reitero: Se é de lágrima, deixa cair, deixa fluir: Oxalá chorou, e a mim cabem apenas lágrimas, confusas porém sinceras, de amor e ódio, de saudade e fraqueza, de emoção e de dor, de graça e glória. Assim sou eu, e assim vou eu. Assim eu estou.
Nas vitrinas das lojas, os discos ainda me encantam tal qual a cerveja, e a graça de ainda ir só para minhas caçadas tem me deixado bem mais prazeroso que antes. Agora me entendo, me conheço, minha voz sai da traquéia: Estou me sentindo: Finalmente o Lindão da Europa, e meu amor por mim não está mais cabendo nos jorrobatões, e mesmo com tanta lágrima, mágoa e rancor no peito, estou me amando e me entendendo cada dia que passa, e pelo Pendão do Carneiro Santo que alteio, digo: Está sendo maravilhoso cada segundo dessa vida, mesmo com toda a alegria e tristeza.
Salve São Jonas.
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quarta-feira, 10 de agosto de 2016
Somebody Stopped The Music
Tristeza, hoje não.
Não se alongue em me aborrecer, ou me deixar mais influenciável pelas cousas do mundo, não dessa vez. Não caia mais uma vez sobre meus ombros, pois as minhas chagas nunca se fecham, e eu estou aqui, vivendo por viver, correndo contra a ávida multidão que segue fazendo suas agendas vazias, agentes de trânsito, semáforo quebrado, trânsito, e eu. Desapercebido, esperando mais uma vez a minha hora. Mas, que hora é a hora? Que tempo é hoje?
No meio da multidão, eu ando ao encontro do matte, ao encontro do disco, da cerveja, de mim mesmo em algum lugar do mundo; Ando me desapercebendo do que passa a minha volta, mas percebo cada vez que a hora é de espera, e eu continuo a esperar a hora certa que nunca chega, a vida perfeita que não existe, a reciprocidade que nunca vem, uma eterna doação em que raramente se chega em volta, que me cansa de voltar a mesma estaca, sentado eternamente esperando aquilo que teimo em apressar. Se Seo Fábio estivesse aqui, com toda a certeza ele diria que: "Foi o mal que procurei pra mim mesmo",mas, faz sentido: Só se sofre por aquilo que se dá em falta ou excesso.
Chove, e os meus olhos tangem o Vale, cinza, a cidade velha permanece tão linda, e meus sentimentos em relação a vida e as pessoas nunca mudam, e de todo o meu coração, eu nunca quis ser santo ou herói, só queria ser feliz, e minha felicidade em pleno.
Tristeza, tire suas garras de mim porque eu hoje estou desgovernado, e vou voltar para a vida que eu nunca comecei, e vou amar o que eu nunca amei, e minnha boca irá dizer o que convém, e aquilo que antes pulsava, agora esfria, e que nunca há de se abrir novamente, nem pelo amigo, nem pelo admiro, tampouco pelo fraterno: Estou fechado pra balanço, e saiba que eu não estou mais aqui, e não irei voltar nem tão cedo e nem tão agora: A água jorrou e o vinho transbordou os jorrobatões: Meu tempo é hoje, e só nele eu quero ter a paz da fúria cega; Mãe das Candeias, olha por mim, agosto é traiçoeiro e rasteiro.
A véa continua me dando tantos conselhos, e logo que eu voltar pra minha própria cabeça eu tente seguir eles por completo, ou usá-los como guia, para minha condução e felicidade, pois a minha história me mostra que a raíz me dá força para ir mais além - e quem sabe, chegar na minha meta final.
Não se alongue em me aborrecer, ou me deixar mais influenciável pelas cousas do mundo, não dessa vez. Não caia mais uma vez sobre meus ombros, pois as minhas chagas nunca se fecham, e eu estou aqui, vivendo por viver, correndo contra a ávida multidão que segue fazendo suas agendas vazias, agentes de trânsito, semáforo quebrado, trânsito, e eu. Desapercebido, esperando mais uma vez a minha hora. Mas, que hora é a hora? Que tempo é hoje?
No meio da multidão, eu ando ao encontro do matte, ao encontro do disco, da cerveja, de mim mesmo em algum lugar do mundo; Ando me desapercebendo do que passa a minha volta, mas percebo cada vez que a hora é de espera, e eu continuo a esperar a hora certa que nunca chega, a vida perfeita que não existe, a reciprocidade que nunca vem, uma eterna doação em que raramente se chega em volta, que me cansa de voltar a mesma estaca, sentado eternamente esperando aquilo que teimo em apressar. Se Seo Fábio estivesse aqui, com toda a certeza ele diria que: "Foi o mal que procurei pra mim mesmo",mas, faz sentido: Só se sofre por aquilo que se dá em falta ou excesso.
Chove, e os meus olhos tangem o Vale, cinza, a cidade velha permanece tão linda, e meus sentimentos em relação a vida e as pessoas nunca mudam, e de todo o meu coração, eu nunca quis ser santo ou herói, só queria ser feliz, e minha felicidade em pleno.
Tristeza, tire suas garras de mim porque eu hoje estou desgovernado, e vou voltar para a vida que eu nunca comecei, e vou amar o que eu nunca amei, e minnha boca irá dizer o que convém, e aquilo que antes pulsava, agora esfria, e que nunca há de se abrir novamente, nem pelo amigo, nem pelo admiro, tampouco pelo fraterno: Estou fechado pra balanço, e saiba que eu não estou mais aqui, e não irei voltar nem tão cedo e nem tão agora: A água jorrou e o vinho transbordou os jorrobatões: Meu tempo é hoje, e só nele eu quero ter a paz da fúria cega; Mãe das Candeias, olha por mim, agosto é traiçoeiro e rasteiro.
A véa continua me dando tantos conselhos, e logo que eu voltar pra minha própria cabeça eu tente seguir eles por completo, ou usá-los como guia, para minha condução e felicidade, pois a minha história me mostra que a raíz me dá força para ir mais além - e quem sabe, chegar na minha meta final.
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sábado, 6 de agosto de 2016
Células Mortas.
Eu sou aquela linha de baixo - e se interessar, eu ainda não morri. Eu ainda sou eu mesmo, só que agora mais eu; Linha de frente, olhos abertos e voz certa. Eu não caí de vez ainda, a minha cama ainda abriga minha cabeça pesada, meu cão e minha música, e quando eu deito tudo é uma coisa só, e a música é o ronco do cachorro e meu corpo é um disco e a cabeça pesada vira um amontoado de cobertas. Eu ainda estou vivo.
Eu ainda sou aquela linha de baixo - e minhas camisas sou eu que lavo e sou eu quem bateio e passo. Da minha vida cabe a mim e Deus saber, e ninguém além dele: Óbviamente a Leoa e Rainha Antônia podem dar pitacos, pois foram elas que guiaram meus passos até aqui, mas ainda sim cabe a mim as burradas e acertos. Opa, calma lá: Não deita esse seu dedo pra cima de mim - tem três contra você. Opa, calma lá: Não vem me julgar se você não conhece minha história e minha mente. Opa, calma lá: Nem vem falar de mim ou defender alguém, pois ninguém é reu e ninguém é juíz, e a voz que mais fala em fazer certo (na grã maioria das vezes) é a que mais faz bosta, então...
Eu vou perpetuar aquela linha de baixo, e quando você estiver deitada na sua cama, ouvindo qualquer amenidade, você vai lembrar dessa linha, e você pode até chorar, mas eu não vou ligar: Eu tô querendo que se foda. Eu tirei férias de mim mesmo e só quero saber do teoco do pão mês que vem, e se achar ruim, me desculpa, mas é muito sapo engolido por nada, pra nada, pra ninguém que valha a pena. Só ilusão, só carnaval. Tudo acabou em três dias. Três dias? Logo ele ressucita. Logo tudo volta a ser como antes, ou não, não sei ao certo, não sei se essa época de milagre ainda está vigente.
Em tempo: A linha de baixo é fenomenal, quem ouviu achou atemporal, e quem gostou, chorou quando ouviu. Meus amigos ainda são os mesmos e ainda acham minha virtuose pela música belo e doentio, mas tá legal, tudo. Eu ainda consigo exprimir um sorriso apesar doa poucos cabelos e da tristeza que ronda a minha porta. Agosto tá aí, e eu me assusto como uma criança que tem medo do escuro: Nunca ouve um motivo para ser um bom mês, e não é agora que vai ser, então é sinal da cruz e reza, evitar sair de casa e não chorar na hora da fraquejada. Lágrimas fechadas não ganham confiança no inimigo.
E a linha de baixo, já está sendo um sucesso.
Eu ainda sou aquela linha de baixo - e minhas camisas sou eu que lavo e sou eu quem bateio e passo. Da minha vida cabe a mim e Deus saber, e ninguém além dele: Óbviamente a Leoa e Rainha Antônia podem dar pitacos, pois foram elas que guiaram meus passos até aqui, mas ainda sim cabe a mim as burradas e acertos. Opa, calma lá: Não deita esse seu dedo pra cima de mim - tem três contra você. Opa, calma lá: Não vem me julgar se você não conhece minha história e minha mente. Opa, calma lá: Nem vem falar de mim ou defender alguém, pois ninguém é reu e ninguém é juíz, e a voz que mais fala em fazer certo (na grã maioria das vezes) é a que mais faz bosta, então...
Eu vou perpetuar aquela linha de baixo, e quando você estiver deitada na sua cama, ouvindo qualquer amenidade, você vai lembrar dessa linha, e você pode até chorar, mas eu não vou ligar: Eu tô querendo que se foda. Eu tirei férias de mim mesmo e só quero saber do teoco do pão mês que vem, e se achar ruim, me desculpa, mas é muito sapo engolido por nada, pra nada, pra ninguém que valha a pena. Só ilusão, só carnaval. Tudo acabou em três dias. Três dias? Logo ele ressucita. Logo tudo volta a ser como antes, ou não, não sei ao certo, não sei se essa época de milagre ainda está vigente.
Em tempo: A linha de baixo é fenomenal, quem ouviu achou atemporal, e quem gostou, chorou quando ouviu. Meus amigos ainda são os mesmos e ainda acham minha virtuose pela música belo e doentio, mas tá legal, tudo. Eu ainda consigo exprimir um sorriso apesar doa poucos cabelos e da tristeza que ronda a minha porta. Agosto tá aí, e eu me assusto como uma criança que tem medo do escuro: Nunca ouve um motivo para ser um bom mês, e não é agora que vai ser, então é sinal da cruz e reza, evitar sair de casa e não chorar na hora da fraquejada. Lágrimas fechadas não ganham confiança no inimigo.
E a linha de baixo, já está sendo um sucesso.
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