Está frio, mais frio está minha alma, mas o coração renuncia ao gélido; Amor, aonde está você? Seria você em personificação a morena mais linda que se encontra com beijos e abraços com outro rapaz agora, ou seria a mais linda menina lotus que olha com aquele boa-pinta no coletivo que te toma até o serviço, ou seria a garôta de lábios macios e olhos invitrados que sente e cacofónicamente se rende aos meus braços? Dá-me mais uma, garçon, e não te alonga de mim da garrafa, de copo maior pra tristeza passar, e deixa a minha sina se perdurar: Desculpa o fone, mas é que sôm ambiente hoje não casa comigo, hoje preciso mais uma vez me reavaliar e me sentir o pior entre todos, e me remoer entre as verdades que êles todos tem. Que me adianta dizer? Mesmo que eu diga, sou culpado de antemão por tudo, e por nada. Quem sabe de mim sou eu, meus guias e minha Mãe Das Candeias, o resto só pressupõe sobre a minha vida tão incrível pra alguns, e tão cansativa pra mim e pros meus ombros.
O samba de roda me cadencia a não dizer nada, a ver a mais amada em qualquer lugar que não esteja ao meu lado, e minha alma geme em ais cadenciados com os agogôs e bateção de mãos, e a lágrima que escorre é seca com a coca e velho barreiro, não existe a dôr, e nem existe o medo da perca, ou a ilusão de que aquêle sorriso tão belo, um dia pôde ter sido meu, e como escapou de mim, não sei, deve ser sina perder o que se (nunca se) conquista (conquistou); E ninguém se importa com a última mesa do último canto do salão, ninguém liga pro São Baden Powell, ninguém liga. Os olhos verdes são meramentes ilustrativos, eu sou apenas um mané, bobo, pierrot de marca maior, o Zé Canjica da multidão. Um só, que cai ante a ávida multidão, ninguém nota, ninguém vê, e no meu auxílio, Cecília me ajuda, Concórdia e Bep me alucinam em um amanhã, e assim vou seguindo. Areia.
Obrigado pela âmpola; Me desculpe pela friza na testa, mas estou me segurando pra não desabar, e se minha tristeza atrapalhar, eu mudo de boteco, mas deixa apenas eu terminar esse traque, e me discorrer em notas e em etílicos, deixa eu não ser nem hoje e nunca mais, porque eu não sei mais o que fazer, e nem de onde tirar mais forças, nem de mais como ser e estar; A água e o vinho desaguaram, e agora não me resta mais nada, apenas o desabafo, a feiúra, essas mãos tão sôfregas e marcadas, esse corpo esguio, amarelado e gordo, e esse sentimento de culpa que tentam pôr em meus ombros, mesmo eu sabendo de minha inocência - cabe a mim renunciar esta caravana, mas meu coração se encontra com a Dulcinéia, e talvez um dia ela olhe para mim e me note, veja o real eu. A benção, São Baden, você que me acompanha nessa luta diária entre vencer e viver, olha por mim daí que eu me lembro de você daqui.
E não se lê nem sente mais o que se dá, tudo é culpa da briga, e talvez como a Leoa disse uma vez; A culpa é minha do mundo, e se eu souber, me acabo em defração, e assim não mais pertubo a mim mesmo, nem a você. E, se você leu isso, me deixe saber, um sinal, um comentário, qualquer coisa. É importante para a manutenção dêste ser humano saber que alguém se importa com êle, escritor mundano que achou um dia poder ser alguém - e olha por nós, Javé, e tende misericórdia de quem nos fere, pois a nossa chaga é missão, e o ariete deles é pedido de ajuda; Mas quem é ferido também necessita de socorro. E urgente.
Minha alma pestaneja, mas o garçon me tráz a conta e eu apenas penso, apenas sinto, e nada falo. Minhas supostas belas palavras são ignóbeis e minha supracitada beleza é tão feia, e eu tão horrendo em mim, como ainda posso me dar o direito de ser feliz? Caio na boca da Nôite Illustrada, e voltar pra Luz não mais. Não adianta, nunca adiantou, e nem vai. Bonzinho só se fode, e sempre vai... Eita que bateu o groove, chamou no ganzá e agora irrompe o sorriso amarelo de satisfação ilusória, e a vida continua, e Deus tá aí, e eu longe de você, e minha alma sofre tanto por você, e você nem imagina como você me faz falta, e o que eu não faria agora para te ver... Cai, levanta, segue o jôgo. Seca a lágrima, lembra do vento, tira esse Lamento aí, esquece esse sôm, troca, põe aquela do Sá, vai melhorar, toma a direita e cai pra casa. Vai ficar tudo bem, como sempre fica. Tá tudo bem, tudo tem que estar bem, tudo vai estar bem. Tudo bem. Lágrimas escorrem. Dorme.
E amanhã, será melhor que hoje (?)
Epitáfio do Marcus Queiroz. Apoia esse blog, faz um pix pra nózes: marcusvini15@hotmail.com
sexta-feira, 18 de novembro de 2016
Deixa.
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quarta-feira, 16 de novembro de 2016
Ovelha Negra.
Hoje eu deito na cama aonde o corpo pesa e repouso a cabeça sabendo que tudo não passou de ilusão, e não mais choro ou irei penar em versos, eu apenas deixo para depois, meu medo não reina, e meu amor está abarrotado de água e vinho dentro de um jarro naufragado no mar férreo,não estou fechado pra balanço, apenas estou deixando esse bom-mocismo de lado. Sangrou.
Hoje eu quero a arma mais carregada de dor, mágoa, raiva e sofrimento e atirar contra todos aquilo que o "homem de bem" sempre teve que ter e ser. Chega dos neo-hipócritas e da falta do que dizer, chega de viver pela mão de quem sempre bate, chega de sofrer até quando a culpa não é do coração do homem de bem. Eu não pertenço a esse lugar, e essa areia que me dão para comer me sufoca a traquéia, me segura Concórdia: Manda dizer, um vai tomar no cu praquela menininha azeda que me humilhou na porta da casa dela, apareceu grávida de uma criança que nem tem culpa dos erros dela, e quando me encontrou anos depois pediu meu telefone para irmos num barzinho - e estende isso até aquele cara do técnico que me julgou de idiota mas não terminou o primeiro semestre, também praquele carinha que me chamava de gordão e antes dos 22 pesava o dobro do meu peso atual; Principalmente pro carinha que disse que eu não tinha talento, e mandou coraçãozinho nos meus vídeos de baixo, e disse que me queria na banda dele. Manda todos eles pra puta que lhes pariu, não sou mais de jugo e correia.
E manda dizer que a hipocrisia existia, existe a hipocrisia incutida dentro dela, e que a pessoa "descolada" que luta contra uma determinada "moral vigente/caretice" também tem suas hipocrisias no dia a dia, e até mesmo nessa militância quixotista. E negar é inútil, eu sou só o mensageiro: Vos trago o balaço no peito, se te morre, Ele quis. Suspira, não chora. Deita e geme. E foda-se a família, pois família é quem eu quero que seja, quem está do meu lado, é quem me faz bem e quem me leva e tráz nas suas constâncias e me guarda em seus desaventos, família são meus discos, camisas, tanta coisa embutida que são melhores que seres humanos, esses queridos-de-Deus que caem e não se limpam da sujeira por "esteticismo e vitimismo", mas te acusam em riste quando você abre seu peito para falar seus problemas, e querer ouvir uma palavra amiga. Malditos. Cada um.
Perdoa, a cada um de nós, poucos verdadeiros, que não caíram nessa falácia e não segue nem a esquerda, nem a direita, sorri quando quer, e abraça na hora da dor: Gente de verdade, que sente, chora, comemora, faz o cordão, e reza a oração; Somos poucos, mas nos conhecemos, e isso nos basta - numa troca de olhar, sentimos a alma. Nós, poucos, não queremos hipocrisia (nem esses neo), nem a mentira, nem a falsidade da família, tampouco as pessoas que estão aos seu lado nos dias bons, e nos ruins são mais um dos Caifás que lhe saudam de cana, púrpura e porrete; Cuida cuida, Iansã, leva de nosso caminho a tentação fea do dragão, e toda essa água negra, essa maldade, essa gente que não se entende com a gente e tenta nos catequizar a toda forma, e só vai nos machucando e enferrujando; Samba de jongo, quatro pontas, fechado rítmicamente: Me leva pro quintal do Seo Fábio, aonde a cerveja nunca acaba, a carne tá no fogo e as pessoas são felizes. Me leva, pra onde a porra da morada da maldade não tenha significado algum. Me leva praquele quarto mofado, de guarda-roupa embutido, aonde Ele dormia, e muitas vezes rezou por mim antes de dormir, e lá eu encontre ele, e que finalmente se chore o morto: Deságue toda essa água limpa e vinho carminho do peito, e da fiança, se sobre só a libra-de-plumo. Me leve pra longe de tudo isso, samba de jongo, me deixa dormir na reia do mar, morro da mangueira, nos braços da Concórdia, ou naquilo que me satisfaça ou ao menos alivie minha cabeça tão cansada e pesada de pensar. Tire-me desse povo arrogante, prepotente, feio, FEIO, chato, metido a inovador, mas apenas cópia do velho de ontem, que sorriu quando o dia penou em nascer em morrer.
Fabinho, me leva pra longe dessa loucura chamada vida.
Hoje eu quero a arma mais carregada de dor, mágoa, raiva e sofrimento e atirar contra todos aquilo que o "homem de bem" sempre teve que ter e ser. Chega dos neo-hipócritas e da falta do que dizer, chega de viver pela mão de quem sempre bate, chega de sofrer até quando a culpa não é do coração do homem de bem. Eu não pertenço a esse lugar, e essa areia que me dão para comer me sufoca a traquéia, me segura Concórdia: Manda dizer, um vai tomar no cu praquela menininha azeda que me humilhou na porta da casa dela, apareceu grávida de uma criança que nem tem culpa dos erros dela, e quando me encontrou anos depois pediu meu telefone para irmos num barzinho - e estende isso até aquele cara do técnico que me julgou de idiota mas não terminou o primeiro semestre, também praquele carinha que me chamava de gordão e antes dos 22 pesava o dobro do meu peso atual; Principalmente pro carinha que disse que eu não tinha talento, e mandou coraçãozinho nos meus vídeos de baixo, e disse que me queria na banda dele. Manda todos eles pra puta que lhes pariu, não sou mais de jugo e correia.
E manda dizer que a hipocrisia existia, existe a hipocrisia incutida dentro dela, e que a pessoa "descolada" que luta contra uma determinada "moral vigente/caretice" também tem suas hipocrisias no dia a dia, e até mesmo nessa militância quixotista. E negar é inútil, eu sou só o mensageiro: Vos trago o balaço no peito, se te morre, Ele quis. Suspira, não chora. Deita e geme. E foda-se a família, pois família é quem eu quero que seja, quem está do meu lado, é quem me faz bem e quem me leva e tráz nas suas constâncias e me guarda em seus desaventos, família são meus discos, camisas, tanta coisa embutida que são melhores que seres humanos, esses queridos-de-Deus que caem e não se limpam da sujeira por "esteticismo e vitimismo", mas te acusam em riste quando você abre seu peito para falar seus problemas, e querer ouvir uma palavra amiga. Malditos. Cada um.
Perdoa, a cada um de nós, poucos verdadeiros, que não caíram nessa falácia e não segue nem a esquerda, nem a direita, sorri quando quer, e abraça na hora da dor: Gente de verdade, que sente, chora, comemora, faz o cordão, e reza a oração; Somos poucos, mas nos conhecemos, e isso nos basta - numa troca de olhar, sentimos a alma. Nós, poucos, não queremos hipocrisia (nem esses neo), nem a mentira, nem a falsidade da família, tampouco as pessoas que estão aos seu lado nos dias bons, e nos ruins são mais um dos Caifás que lhe saudam de cana, púrpura e porrete; Cuida cuida, Iansã, leva de nosso caminho a tentação fea do dragão, e toda essa água negra, essa maldade, essa gente que não se entende com a gente e tenta nos catequizar a toda forma, e só vai nos machucando e enferrujando; Samba de jongo, quatro pontas, fechado rítmicamente: Me leva pro quintal do Seo Fábio, aonde a cerveja nunca acaba, a carne tá no fogo e as pessoas são felizes. Me leva, pra onde a porra da morada da maldade não tenha significado algum. Me leva praquele quarto mofado, de guarda-roupa embutido, aonde Ele dormia, e muitas vezes rezou por mim antes de dormir, e lá eu encontre ele, e que finalmente se chore o morto: Deságue toda essa água limpa e vinho carminho do peito, e da fiança, se sobre só a libra-de-plumo. Me leve pra longe de tudo isso, samba de jongo, me deixa dormir na reia do mar, morro da mangueira, nos braços da Concórdia, ou naquilo que me satisfaça ou ao menos alivie minha cabeça tão cansada e pesada de pensar. Tire-me desse povo arrogante, prepotente, feio, FEIO, chato, metido a inovador, mas apenas cópia do velho de ontem, que sorriu quando o dia penou em nascer em morrer.
Fabinho, me leva pra longe dessa loucura chamada vida.
quarta-feira, 9 de novembro de 2016
Minha Gente.
Mãe, eu sou um dos malditos, escriba e profeta, escravo do mundo, e filho de Cecília e Tomás de Aquino, criado nos agogôs de Nanã, sabido das leis do Pentateuco, e proferidor do Nam Myoho Rengue Kyo quando triste ou bêbado, e Zé Canjica nas horas vagas - e obrigado por isso (é sina). E meu coração bate em festa quando Maria bateia sua roupa, quando Seo Fábio balança o corpo e o sorriso de canalha mostra o dente, quando o Mario chega em casa pra ver seu filho Ravi Diamante, quando o Rafael libera seus riffs, quando o Henrique cegamente crê num amanhã maior e melhor, quando o Heitor posta suas merdas e as meninas caem matando no abdomen de flango trincado, quando a Beatriz se assemelha a flôr e completa, contempla e é, quando a Carol se faz de irmã, e a Karol de psicóloga, quando a Jéssica irrompe num sorriso e assim faz o Júlio flertar com ela, o vapor que segue ainda ativo na quinta da Bahea, Thiago Negrolícia me marcando nas nostalgjias que mexem com meu coração e me sentir ainda tão nôvo, apesar de tanta consumação, meus parentes da Correntina de Januária, eu sou das ruas do Centro, sou mais um dos incríveis seres que conversa no Divã do Doutor Olivio Neres. Sou do Olivio, da Cristina, Jussara, Marina, Maria do Socorro, Rainha Mãe Mor Antônia Chaves Mendes, eu sou do Fábião e do Flavio, sou da Eterna Rainha Assunta Ao Céu Maria José Cardoso de Queiroz e do Fábio Cardoso de Queiroz, eu sou da Márcia Chaves Mendes, sou da Cookie, e futuramente, serei da Cecília e do Vincente, Pedro, Jorge, Helena, Antônia, Bárbara, Teodoro, Carlos, Juliana, Henrique, Miguel, Leonidas, Davi, Martha, e quantos avierem. Meu pendão é grande, e eu o ergo com glória. Essa é a minha vida, e há de ser minha morte, Maria, Minha Fé!
Sou o grito oculto da canção, sou eu mesmo. Sou um dos profetas da beira de estrada que cativo e cultivo da tomada de palavras, saveiro que sou, levo de mim e dou de meu melhor a todos, e devolvo a mim que me merece, bom ou ruim. Eu te devolvo na mesma reverbe o que tenho dado, profeta não é messias - eu lanço o castigo. Quero ver geral piar, e quero que se foda. O profeta das estepes (árdua missão, na qual não me encontro sozinho: Olá André Somora, Patrícia Nunes, os incompreendidos do mundo contemporâneo) vê a miséria na perfeição e concordialmente (Deus Vos Salve, Concórdia) se põe a (se) fuder e fuder (os outros), porque quem tem culhão pra ver miséria nos planos traçados pelo Destino, tem crachá pros backstages de Deus pra ver, e alertar que(m) se fode(m). Timoneiro sou, Timoneiro vou, Timoneiro estou. Minhas pessoas lêem, umas entendem, outras não, outras entendem como divertimento, outras como desabafo, mas isso é tudo um grã registro e documento históricos: Eu sei de todos os vacilos de vocês (e dos meus mais ainda), mas não os digo, mas os guardo em cada chaga, assim cumpro meu trato com cada um, e demonstro meu amor sob cada um de vós, e a jogada foi dada: O barato é ser feliz, estar com quem se ama, curtir o sôm, e deixar a tristeza ir embora junto com a água do chuveiro. Eu sou profeta, e vocês são heróis, professores, senhores, moças, Lotus, e meus. Nossos. Somos fodas nas nossas interconcorrentes vidas. Há alguém por nós, idependente da Sua nomeclatura. E ele nos capacitou a vencer. Vençamos pois, todos juntos. E amemos nossa menina, guardemos a fé, e vamos. Até onde der.
Minha gente é isso. Gente do bem, gente feliz, humilde, nobre, (não muito) pura, de sorriso cativo, questionadora, e transgressora em seus limites. E eu, como profeta e escriba dessa gama de pessoas, estou aqui, datando mais um dia comum de cada um deles. A glória já se marca, idem a derrocada. Marquemos o comum para têr o que comemorar.
Sou o grito oculto da canção, sou eu mesmo. Sou um dos profetas da beira de estrada que cativo e cultivo da tomada de palavras, saveiro que sou, levo de mim e dou de meu melhor a todos, e devolvo a mim que me merece, bom ou ruim. Eu te devolvo na mesma reverbe o que tenho dado, profeta não é messias - eu lanço o castigo. Quero ver geral piar, e quero que se foda. O profeta das estepes (árdua missão, na qual não me encontro sozinho: Olá André Somora, Patrícia Nunes, os incompreendidos do mundo contemporâneo) vê a miséria na perfeição e concordialmente (Deus Vos Salve, Concórdia) se põe a (se) fuder e fuder (os outros), porque quem tem culhão pra ver miséria nos planos traçados pelo Destino, tem crachá pros backstages de Deus pra ver, e alertar que(m) se fode(m). Timoneiro sou, Timoneiro vou, Timoneiro estou. Minhas pessoas lêem, umas entendem, outras não, outras entendem como divertimento, outras como desabafo, mas isso é tudo um grã registro e documento históricos: Eu sei de todos os vacilos de vocês (e dos meus mais ainda), mas não os digo, mas os guardo em cada chaga, assim cumpro meu trato com cada um, e demonstro meu amor sob cada um de vós, e a jogada foi dada: O barato é ser feliz, estar com quem se ama, curtir o sôm, e deixar a tristeza ir embora junto com a água do chuveiro. Eu sou profeta, e vocês são heróis, professores, senhores, moças, Lotus, e meus. Nossos. Somos fodas nas nossas interconcorrentes vidas. Há alguém por nós, idependente da Sua nomeclatura. E ele nos capacitou a vencer. Vençamos pois, todos juntos. E amemos nossa menina, guardemos a fé, e vamos. Até onde der.
Minha gente é isso. Gente do bem, gente feliz, humilde, nobre, (não muito) pura, de sorriso cativo, questionadora, e transgressora em seus limites. E eu, como profeta e escriba dessa gama de pessoas, estou aqui, datando mais um dia comum de cada um deles. A glória já se marca, idem a derrocada. Marquemos o comum para têr o que comemorar.
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sexta-feira, 4 de novembro de 2016
Concórdia.
Concórdia, a ti entrego minhas aflições, porque sei que antes mesmo de me existir, você me escolheu pra ser teu e me amou primeiro. Por isso, obrigado. Obrigado, pelas horas em que mais estive aflito, seu abraço ter sido minha casa, e quando me senti só, você inúmeras vezes também me tirou da solidão, e me fez teu menino, botando a mão em meus cabelos, secando as lágrimas minhas, e me fazendo dormir no teu colo. Eu me lembro, que na hora mais difícil, quando as mãos trêmulas não cabiam na carne, você mesma pôs minhas mãos sob as tuas, e com elas acaríciou teu rosto, e me disse: Vai ficar tudo bem. E ficou. Me recordo mais ainda, que na dor, você sorria e dizia: Acontece, menino. Segue o jogo - e novamente íamos eu e você contra o mundo, como duas pessoas sem medo de nada.
Concórdia, éramos imortais ou foi o mundo que cresceu demasiadamente? Hoje não mais ouço das tuas palavras, e raramente te vejo, como se nossa comunicação estivesse bem bagunçada - seu beijo na testa me faz falta, e quando eu ando sozinho nas ruas, procuro em cada rosto o teu, e a cada avenida, tua voz. Você me abandonou, ou eu que não mereço mais da tua presença? Minha devoção a ti é como a de quem veste a camisa do time, e segue de encontro a torcida rival para defender os seus - eu estou morrendo e só dependo de tua permissão para ser feliz, para sair desse mar de lama; Voltar a fazer sessões rítmicas de quatro pontas com você, ou descobrir quantas vezes eu poderia beber sem ser bêbado; Ah, Concórdia, você se lembra dos braços dados, a chuva que caía contrastando com o Sol? Eu me lembro perfeitamente de teu sorriso, teus cabelos presos no véu, da rosa no jardim, e dos teus bons conselhos. Deitar a cabeça no teu colo e ouvir tuas mais magníficas histórias. Quanto tempo faz? Duas vidas?
Concórdia, senhora minha, me sinto só e triste, e essas sečanjas me doem cada vez mais, e não digo nada. Rio em face e finjo paz mas meu peito doe a cada vez que pretenso emitir qualquer urro. Estou definhando, e ninguém nota, talvez você notaria. Você olharia pra mim.
Concórdia, Deus sabe como sinto sua falta ao longo desses dias todos, e cada vez mais, a belicidade de minhas palavras somem, e a água torna-se inimiga, a voz embarga, e volto a velha cama cheia de pensamentos. Estou em outra dimensão, e ninguém nota, sente, ou vê. Para êles, a pedra ainda é mais útil e mais prática, Concórdia. Eles não aprenderam nem com Estevão, tampouco com Tarcísio. Estão apenas esperando o rebote para atacar veemente cada pessoa do mundo com suas perfídias e seus malderes, e eu aqui, me cansando de ser bom, me cansando de ser gentil, esperando apenas a hora de ir pra casa. Minha casa é na mesma rua que a tua, aonde vive Êle e a mãe d'Êle, e eu sou um dos d'Êle, pois Esse Homem foi quem me amou primeiro na hora da viração, e ele disse que a gente ainda tem muito o que conversar. E eu acreditei.
Concórdia, ando me sentindo só procurando o que olhos não vêem e dizendo nomes que a boca não pronuncia, por isso tanto código, mas, se um dia você quiser voltar pra cá e tomar um chá, vai ser bem vinda. Irei te por a par de tudo o que precisa saber, e te falar da Flôr de Lotus que nasceu no meu jardim. Te contar da minha solidão, e do medo moto-perpetuo. Foi ali que eu chorei. E você não estava lá, o que foi mais um agravante.
Concórdia, éramos imortais ou foi o mundo que cresceu demasiadamente? Hoje não mais ouço das tuas palavras, e raramente te vejo, como se nossa comunicação estivesse bem bagunçada - seu beijo na testa me faz falta, e quando eu ando sozinho nas ruas, procuro em cada rosto o teu, e a cada avenida, tua voz. Você me abandonou, ou eu que não mereço mais da tua presença? Minha devoção a ti é como a de quem veste a camisa do time, e segue de encontro a torcida rival para defender os seus - eu estou morrendo e só dependo de tua permissão para ser feliz, para sair desse mar de lama; Voltar a fazer sessões rítmicas de quatro pontas com você, ou descobrir quantas vezes eu poderia beber sem ser bêbado; Ah, Concórdia, você se lembra dos braços dados, a chuva que caía contrastando com o Sol? Eu me lembro perfeitamente de teu sorriso, teus cabelos presos no véu, da rosa no jardim, e dos teus bons conselhos. Deitar a cabeça no teu colo e ouvir tuas mais magníficas histórias. Quanto tempo faz? Duas vidas?
Concórdia, senhora minha, me sinto só e triste, e essas sečanjas me doem cada vez mais, e não digo nada. Rio em face e finjo paz mas meu peito doe a cada vez que pretenso emitir qualquer urro. Estou definhando, e ninguém nota, talvez você notaria. Você olharia pra mim.
Concórdia, Deus sabe como sinto sua falta ao longo desses dias todos, e cada vez mais, a belicidade de minhas palavras somem, e a água torna-se inimiga, a voz embarga, e volto a velha cama cheia de pensamentos. Estou em outra dimensão, e ninguém nota, sente, ou vê. Para êles, a pedra ainda é mais útil e mais prática, Concórdia. Eles não aprenderam nem com Estevão, tampouco com Tarcísio. Estão apenas esperando o rebote para atacar veemente cada pessoa do mundo com suas perfídias e seus malderes, e eu aqui, me cansando de ser bom, me cansando de ser gentil, esperando apenas a hora de ir pra casa. Minha casa é na mesma rua que a tua, aonde vive Êle e a mãe d'Êle, e eu sou um dos d'Êle, pois Esse Homem foi quem me amou primeiro na hora da viração, e ele disse que a gente ainda tem muito o que conversar. E eu acreditei.
Concórdia, ando me sentindo só procurando o que olhos não vêem e dizendo nomes que a boca não pronuncia, por isso tanto código, mas, se um dia você quiser voltar pra cá e tomar um chá, vai ser bem vinda. Irei te por a par de tudo o que precisa saber, e te falar da Flôr de Lotus que nasceu no meu jardim. Te contar da minha solidão, e do medo moto-perpetuo. Foi ali que eu chorei. E você não estava lá, o que foi mais um agravante.
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