Deita-te sobre meu peito, e como quem não quer nada ouve o silêncio. Lá fora apenas o silêncio do vento batendo no vitral da sua sacada, da palmeira ventando forte, da chuva batendo na esquadrimetal alheia, e cá dentro, apenas a minha respiração, que na sua complexa humildade, serve pra te ninar.
Não que seja o que tu merece, mas, é o que posso lhe oferecer. E ainda digo que deveríamos curtir e aproveitar esse momento a cada segundo, cada momento, sem hesitar ou duvidar. A cama que é pequena hoje, aproxima nossos corpos, mas, quando a cama for grande, podemos ter mais espaço para ambos de nós, e para nossas crianças, cachorro, e o que vier, mas, a graça da vida é isso: Lembrar dos dias de namorados na cama de solteiro, se espremendo e comprimindo para poder sentir seu corpo cada vez mais contra o meu.
O amor existe quando existe você. Você existe porque Deus quis alguém para me completar.
Lembra-se de tudo aquilo que foi vivido, e das experiências, das receitas, dos beijos, do sofá, do cachorro, do edredon, e dos banhos. Por quê não manter tudo isso no futuro? Porque se cabe a Deus. Podemos planejar, mas, ter a sensação de certeza, é somente quando chegar lá, quando viver lá. Caso contrário, isto fica engavetado, engessado nas linhas de pensamento alheias e controversas.
Quando as coisas quiserem tomar sua forma, lembremo-nos de tudo aquilo que nos fez nos encontrar, nos ser, e nos estar aqui. Não é qualquer coisa, a qualquer momento que possa derrubar. Pessoas, caminhos, situações, passado, presente e futuro. Ninguém sabe ao certo a história de ninguém. Nem suas reais intenções, porém quando se abre suas chagas para uma pessoa, você está propenso a caminhar uma trilha de mãos dadas com tal pessoa até o fim. Fim este que é hipotético, porque, se for para ser um eternício, não há fim algum. Cabe a nós, nestes entreveros, ter paciência, e ver o passado, pois no que ficou você entende as atitudes, porque no passado foi forjado o agir de hoje, e porque no passado foi feita a base do que somos hoje.
E o resto, todo o resto, é silêncio.
Janeiro.
Epitáfio do Marcus Queiroz. Apoia esse blog, faz um pix pra nózes: marcusvini15@hotmail.com
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
domingo, 19 de outubro de 2014
Imagine.
A vida dói, a vida machuca. Não. A vida não dói e nem machuca, são as pessoas que passam pela sua história que lhe fazem isto. A vida não tem culpa de nada, e se na sociedade as pessoas fazem isto, também não é culpa sua. Leitor, se te interessa saber eu sei que você não teve culpa de tudo o que deu errado, dos planos frustrados, ou daquela dor que fizeram você sentir com um "sim", "não", "melhor não fazer isto" ou um "deixa isso pra lá, não é nada". Eu sei disso, e fique calmo. Eu te amo, leitor. Fique bem.
Antigamente, eu me sentava embaixo de uma árvore com um violão enferrujado e trastejado e eu ficava horas embaixo desta mesma árvore, até o Céu mudar de côr ou uma taturana me queimar, repentinamente. Hoje aquela árvore não existe mais, hoje tudo mudou.
Imagine você viver no passado: Aonde todos os seus pensamentos são resumidos na vida que já se passou, aonde ninguém morreu e aonde seus dias antológicos e de glória ainda serão vivos e repetidos na sua mente, corpo e espírito. Imagine você não temer a morte, porque no passado você foi guardado, e dentro do livro de São Jerônimo você vai ser lido, traduzido por Ele e protegido nas vulgatas de São Domingos.
É, este refúgio existe, até, mas não nos protege ou nos livra de quaisquer chagas ou eventuais coisas que possam vir a lhe ferir ou chatear de forma alguma atualmente, aos menos que se prenda, isole, furte de si mesmo e caia definitivamente no seu passado, aonde tudo já é conhecido, estimado e escrito e você conhece todos os pontos e vírgulas. Imagine você que você pode recriar todas as suas muralhas de infância e viver inocentemente e longe de tudo isto que hoje lhe causa alguma sensação ruim no corpo ou na mente. Você estará longe de tudo isto, a milhares de milhas isolado no seu próprio minarete ou alpendre, sem ter medo algum de alguém vir a lhe ofender, querer mal, sentir ofendido, ou ver as pessoas quererem sua cabeça a prêmio. Imagine além de ser imortal, você não vai ter mais em algum momento o sentimento da dor. A imortalidade de não ser buscada em um túmulo, mas sim em você mesmo (afinal, existem vários níveis de imortalidade). Leitor, você aguentaria o peso de nunca transcender a vida, porém nunca mais sofrer?
Querer embora não é uma opção. É uma escolha, e esta escolha é decisiva não só na sua vida, mas na vida de todos em você. No seu passado, presente (e se tiver), futuro.
Proponho que tente por 24 horas. Não importando sua idade, sexo, gênero, raça, religião ou orientação sexual, faça o teste da clausura, e veja se compete a você este (forte) sentimento. Imagine poder viver novamente tudo o que você á viveu, e não sofrer por mais nada e nem por mais ninguém, imagine novamente você estar finalmente com todas as chagas fechadas, e ninguém mais a botar os dedos nas tuas feridas e na sua fechação de corpo e mente, você não sentir mais dor alguma. Imagine, de repente, como se um translúcido corpo de luz atravessasse teu corpo, e te fosse tomado por esta paz. Ali a dor não existirá mais.
Imagine que qualquer mágoa que lhe seja causada atualmente não lhe cause mais dor nenhuma, tampouco a pessoa que causou esta mágoa. Imagine não ter que conviver mais com pessoas que lhe querem mal, lhe enganam e lhe roubam o direito de descobrir tudo que lhe é dado, que sua verdade não seja furtada, tampouco seus atos e ideais, e que ninguém critique você pelo o que é, o que sente, o que faz, para onde vem e para onde vai. Imagine a morte não ser mais o que você depende para ser feliz, e poder novamente abraçar aquela pessoa que morreu, e chutar aquela bola antes de estourar o ligamento do joelho, e aprender novamente a beber, de ver o sol nascer na praia com seus amigos, e de não poder chorar, nunca mais.
Imagine.
Antigamente, eu me sentava embaixo de uma árvore com um violão enferrujado e trastejado e eu ficava horas embaixo desta mesma árvore, até o Céu mudar de côr ou uma taturana me queimar, repentinamente. Hoje aquela árvore não existe mais, hoje tudo mudou.
Imagine você viver no passado: Aonde todos os seus pensamentos são resumidos na vida que já se passou, aonde ninguém morreu e aonde seus dias antológicos e de glória ainda serão vivos e repetidos na sua mente, corpo e espírito. Imagine você não temer a morte, porque no passado você foi guardado, e dentro do livro de São Jerônimo você vai ser lido, traduzido por Ele e protegido nas vulgatas de São Domingos.
É, este refúgio existe, até, mas não nos protege ou nos livra de quaisquer chagas ou eventuais coisas que possam vir a lhe ferir ou chatear de forma alguma atualmente, aos menos que se prenda, isole, furte de si mesmo e caia definitivamente no seu passado, aonde tudo já é conhecido, estimado e escrito e você conhece todos os pontos e vírgulas. Imagine você que você pode recriar todas as suas muralhas de infância e viver inocentemente e longe de tudo isto que hoje lhe causa alguma sensação ruim no corpo ou na mente. Você estará longe de tudo isto, a milhares de milhas isolado no seu próprio minarete ou alpendre, sem ter medo algum de alguém vir a lhe ofender, querer mal, sentir ofendido, ou ver as pessoas quererem sua cabeça a prêmio. Imagine além de ser imortal, você não vai ter mais em algum momento o sentimento da dor. A imortalidade de não ser buscada em um túmulo, mas sim em você mesmo (afinal, existem vários níveis de imortalidade). Leitor, você aguentaria o peso de nunca transcender a vida, porém nunca mais sofrer?
Querer embora não é uma opção. É uma escolha, e esta escolha é decisiva não só na sua vida, mas na vida de todos em você. No seu passado, presente (e se tiver), futuro.
Proponho que tente por 24 horas. Não importando sua idade, sexo, gênero, raça, religião ou orientação sexual, faça o teste da clausura, e veja se compete a você este (forte) sentimento. Imagine poder viver novamente tudo o que você á viveu, e não sofrer por mais nada e nem por mais ninguém, imagine novamente você estar finalmente com todas as chagas fechadas, e ninguém mais a botar os dedos nas tuas feridas e na sua fechação de corpo e mente, você não sentir mais dor alguma. Imagine, de repente, como se um translúcido corpo de luz atravessasse teu corpo, e te fosse tomado por esta paz. Ali a dor não existirá mais.
Imagine que qualquer mágoa que lhe seja causada atualmente não lhe cause mais dor nenhuma, tampouco a pessoa que causou esta mágoa. Imagine não ter que conviver mais com pessoas que lhe querem mal, lhe enganam e lhe roubam o direito de descobrir tudo que lhe é dado, que sua verdade não seja furtada, tampouco seus atos e ideais, e que ninguém critique você pelo o que é, o que sente, o que faz, para onde vem e para onde vai. Imagine a morte não ser mais o que você depende para ser feliz, e poder novamente abraçar aquela pessoa que morreu, e chutar aquela bola antes de estourar o ligamento do joelho, e aprender novamente a beber, de ver o sol nascer na praia com seus amigos, e de não poder chorar, nunca mais.
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quinta-feira, 16 de outubro de 2014
Shield.
Eu ando cego em relação ao mundo, mas, não me mudo para qualquer eventual cegueira. Me desligo do mundo, das pessoas e de tudo aquilo que possa me fazer mal, e, resumindo numa frase constantemente postada aqui: "Neste momento estou deixando pra depois..."; Não que isso venha a significar algo relevante, apenas significa que peguei Agnish pelos quadris, a coloquei num cometa e parti pra outra dimensão que não me afete, tampouco me faça ter medo ou raiva. Deixei essa paúra pra depois.
Essa vida pede muito de nós, e ás vezes pede muito do que podemos oferecer, e causamos um défict no universo, e com esse desnível, tentamos suprir a nossa essência que as coisas/pessoas sugam por qualquer outra - inconscientemente - e é aí, senhores e senhoras, que a merda ocorre. É quando deixamos qualquer abraço venenoso nos contaminar, qualquer sorriso amarelo infundir em nosso conceito, quando um falso brilhante nos cega os olhos da alma: É aí que caímos. Povo, lhe peço imediatamente, com toda a força da voz das minhas letras, que vos sejam vivos, para não sofrer o que sofri, e viver o que eu vivi. Sejam vivos e se guardem na fé, na esperança de um dia novo, de uma vida melhor. Se guardem no abraço de vossas avós, nos beijos mais doces de vossos amores carnais, nos carinhos impetuosos da lambida de vossos cachorros, da mulher-mãe carregando sua cria no colo, e do nordestino que dança seu forró na praça da Sé, sem ligar porque vão dizer. Povo, ouve meu clamor, e vos peço que se guardem na devoção do seu Santo para que sua devoção e sua força não se acabe, nunca.
O quão forte é teu escudo, tua luz, a benção da tua mãe, e a sua oração mais violenta para se lavar do mal? Se até o mais santo dos santos teve suas recaídas, porquê nós não poderemos ter no meio do caminho?Todo tipo de oração e paz é necessária e se faz presente no ato. Afinal de contas, nunca matou ninguém dobrar um pouco o joelho e falar com o Divino.
A vida, meus caros amigos, é bem mais daquilo que nós costumávamos ver, ou sentir, ou falar. É dinâmica, viva, rasteira e incrívelmente sábia e cruel. Se nós, na nossa "vivença" não dominarmos ela primeiro, corre-se um grave risco dela nos tomar pelo arreio antes. E a fé que eu proponho que você crie é uma das principais armas para isto não ocorrer.
...No fim, é tudo uma questão de manter a fé.
Essa vida pede muito de nós, e ás vezes pede muito do que podemos oferecer, e causamos um défict no universo, e com esse desnível, tentamos suprir a nossa essência que as coisas/pessoas sugam por qualquer outra - inconscientemente - e é aí, senhores e senhoras, que a merda ocorre. É quando deixamos qualquer abraço venenoso nos contaminar, qualquer sorriso amarelo infundir em nosso conceito, quando um falso brilhante nos cega os olhos da alma: É aí que caímos. Povo, lhe peço imediatamente, com toda a força da voz das minhas letras, que vos sejam vivos, para não sofrer o que sofri, e viver o que eu vivi. Sejam vivos e se guardem na fé, na esperança de um dia novo, de uma vida melhor. Se guardem no abraço de vossas avós, nos beijos mais doces de vossos amores carnais, nos carinhos impetuosos da lambida de vossos cachorros, da mulher-mãe carregando sua cria no colo, e do nordestino que dança seu forró na praça da Sé, sem ligar porque vão dizer. Povo, ouve meu clamor, e vos peço que se guardem na devoção do seu Santo para que sua devoção e sua força não se acabe, nunca.
O quão forte é teu escudo, tua luz, a benção da tua mãe, e a sua oração mais violenta para se lavar do mal? Se até o mais santo dos santos teve suas recaídas, porquê nós não poderemos ter no meio do caminho?Todo tipo de oração e paz é necessária e se faz presente no ato. Afinal de contas, nunca matou ninguém dobrar um pouco o joelho e falar com o Divino.
A vida, meus caros amigos, é bem mais daquilo que nós costumávamos ver, ou sentir, ou falar. É dinâmica, viva, rasteira e incrívelmente sábia e cruel. Se nós, na nossa "vivença" não dominarmos ela primeiro, corre-se um grave risco dela nos tomar pelo arreio antes. E a fé que eu proponho que você crie é uma das principais armas para isto não ocorrer.
...No fim, é tudo uma questão de manter a fé.
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quinta-feira, 9 de outubro de 2014
Djem Cêm.
Cecília, me guarde nos teus melhores pensamentos. Eu te amo.
É uma vergonha acreditar que as meninas se maqueiam para se achar bonitas, e acabam mais feias que o seu passado. Seu passado sim, dona moça! Você faz cara de séria no metrô quando alguém encosta ou esbarra em você sem querer, mais eu sei que quando tu foi praquela "balada" no centro novo da cidade, você foi pro banheiro unissex com três caras, e fingiu que nunca mais faria de novo. Dona Moça, a sua bondade de rede social não cabe em mim. Tenho entojo de compartilhar o mesmo oxigênio que você; Enfim, morra, dona moça.
Ahm, oi. Eu sou Marcus Queiroz, e eu não tenho nada a perder, e ninguém a temer. EU nasci no olho do furacão quando a trovoada seca bateu na pedra bruta. Eu sou o cara mais zicado do universo, por isso nem me acostumo com sua falsidade, seu interesse, sua vontade de ser maior que eu, seus amigos, seus pais e o mundo. Eu ando sem guarda-chuva, eu não entro em igreja em hora de missa, eu não preciso de um carrossel de sensações, e nem preciso descobrir mais nada novo. Tudo o que eu precisava descobrir, saber, confirmar e conseguir está aqui, a meu alcance, a minha mão direita, e palpável de qualquer certeza e dúvida, e tome cuidado, porque se você dúvida da minha sinceridade, então eu vou te magoar. E nem vai ser minha intenção, vai ser por meu jeito de ser.
Imagine a estrada, tão longa e extensa que cansa só de imaginar em percorrer-a já lhe cansa os pés, pois saiba que eu estou na metade desse caminho, rumando a lugar algum, sem amigo para chorar no ombro, reza pra aliviar a alma, Santo Guerreiro pra ajudar a matar o dragão, ou donzela para ser salva do dragão e ganhar o colo de recompensa. Minha sheepskin pesa como se quisesse me dizer algo, e meus pés cansam pela extensa caminhada para uma Canaã que não se chega, não se tem sinal, nem localização. A minha cerveja acabou, o vento corta em dois, e meu peito não é de ferro.
As pessoas riem de mim porque eu beijo a mão das pessoas, mas, as pessoas tem a santidade embutidas nelas mesmas, e eu sempre beijo a mão de quem tenho respeito e honra de conhecer, é quase um ritual, as mãos dadas: Na cabeça pelo respeito, no peito pelo carinho, e o beijo pela devoção. Cada um tem seu jeito de demonstrar a sua vida e seus valores, e assim eu fui ensinado, assim eu fui conhecido ante a todos, e assim eu sou. Não venha rir de mim, e de como cumprimento as pessoas, sendo que você nem tem a pachorra de dar a face para beijar, ou beijar uma face alheia. Me perdoa, mas eu sou mais que você, e eu estou acima, mesmo estando por baixo e disso tenha a certeza: A minha humildade soa como pretensão, mas as portas pra mim sempre estarão abertas, e sempre hão de estar as mesmas portas para com quem andar comigo.
É triste olhar em volta e ver que de repente tudo o que é seu não é tão bonito como de todo mundo, e que de repente aquilo pelo o que você mais prima e prioriza na vida não te faz isso, e a grosso modo me sinto cada vez mais jogado para escanteio nas inúmeras coisas e contas de rosários que a vida me impõe, e fica sempre pra depois, num outro dia, outra hora, e isso me deixa absorto, e me dá vontade de ver as ondas do mar baterem nas pedras, e isso me desespera porque eu precisava contar para alguém tudo, e todas as coisas que eu sei antes que eu fosse embora, e o tempo fica cada vez mais curto, e de repente eu me sinto tão só e aquela sombra me segue a cada lugar, e aqueles sonhos cada vez mais frequentes e reais, e aquelas vozes que assopram bobagens no ouvido que não saem a rápido prazo. Meu Deus, por favor!
A solidão da alma de um homem tem densidades inimagináveis, e entre esses homens, cá estou eu. Será que você poderia me encontrar em qualquer lugar aonde eu esteja e ir me ajudar antes que seja tarde? Antes que tudo caia por terra e os homens maus venham pegar o novilho de ouro, e as jázigas se abrirem, você poderia rir comigo de qualquer abobrinha, fazer cafuné na minha cabeça, e simplesmente me fazer esquecer tudo aquilo que está ao meu redor?
A solidão da alma de um homem tem densidades inimagináveis, e entre esses homens, cá estou eu. Será que você poderia me encontrar em qualquer lugar aonde eu esteja e ir me ajudar antes que seja tarde? Antes que tudo caia por terra e os homens maus venham pegar o novilho de ouro, e as jázigas se abrirem, você poderia rir comigo de qualquer abobrinha, fazer cafuné na minha cabeça, e simplesmente me fazer esquecer tudo aquilo que está ao meu redor?
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