Nada adiantou
Pedir pra você ficar
Nem dizer o que eu pensava
Tampouco te fazer me entender
Você não me disse sim
Mas nem me dise um não
Me deixou sem entender
Desde o começo de tudo
São lágrimas passageiras
Apesar de recorrentes
Que nos afrontam pela força
E acabam nos deixando dementes
Logo isso tudo acaba
É só mais uma fase
Era só o seu sorriso na minha alma...
Procurei até compreender
O que de errado havia
Em você me desfazer
Se tudo certo eu demonstrava
Talvez eu perdi o tempo
Escorreu de minhas mãos
Você olhou e foi embora
Me deixou sem reação
Epitáfio do Marcus Queiroz. Apoia esse blog, faz um pix pra nózes: marcusvini15@hotmail.com
terça-feira, 25 de julho de 2017
quinta-feira, 20 de julho de 2017
Toccata.
Lembre-se do acorde há muito perdido, e após que ele se dissipe no ar, se lembre da vida, e seu moto-continuo, lembre-se mais ainda de pegar uma malha antes de sair de casa, pois aqui em São Paulo o tempo é louco, e logo depois, lembre-se que só é passageiro aquilo e aqueles que você quer que sejam. Lembra da verdadeira promessa. Lembra-te da verdadeira promessa. Lembra da côr do Céu.
Sai dos meios do mar de gente, e desce-te até o Rossio, toma o que tem e anda - segue; Até o ponto de seus pés doerem, suas mãos penarem e seus olhos triunfarem sobre a vista, até sua garganta grotejar, até você se encontrar; Olha para tudo, e sente tôdas as coisas de tôdos os lugares, e continue descendo até as baixas, vilareijos, pastos, campinas e cidadelas; Vê, quantas pessôas que se debatem emsca de um prazer tão igual, mas tão diferente ao mesmo tempo: Cada caso um caso: Ser feliz, ter uma casa, um carro, viver a vida sem se preocupar... Mas, e se fôsse sempre assim, qual seria a graça? Deus, em sua infinita misericórdia, nos deu o dôce dom de sermos compadecentes e alheios - nós que perdemos isso gradativamente ao longo da vida. Pelo irmão, amar; Pelo irmão, perdoar. Não compreendo esse senso de justiça e unidade, tampouco a forma de como tudo isso se desenrola. Não me compreende essa separação e seleção, e querer mostrar tudo isso, como tudo isso acontece, como tudo isso é.
Eia! EIA! Apeia vossos olhos e vê que Deocleciano, pai grande meu, pioneiro do Ofício rezado, está em mim. Apeia teu olho e vê que nele se encontra eu, e em mim se há o dele. Apeia teu olho e vêde em mim o que não vê em nenhum outro. Apeia. Eia. EIA! Olha dentro dos olhos dos homens, e eia, mostra adiante deles que sua candeia tem fiado e azeite, e queima incandescentemente, queima sem cessar, sem receio da água e da chuva - é por ser, por ter, por viver - e também diz pra êles que teu azeite é pouco, mas da terça parte que te cabe, nela você pode ceder um pouco a quem não se encontra, a quem não tem luz, a quem quer e precisa ver nesse breu, porque agora, é água e vinho, agora é alegria, e tudo o que se possa ter de bôm, perfeito, amoroso e justo.
Sai dos meios do mar de gente, e desce-te até o Rossio, toma o que tem e anda - segue; Até o ponto de seus pés doerem, suas mãos penarem e seus olhos triunfarem sobre a vista, até sua garganta grotejar, até você se encontrar; Olha para tudo, e sente tôdas as coisas de tôdos os lugares, e continue descendo até as baixas, vilareijos, pastos, campinas e cidadelas; Vê, quantas pessôas que se debatem emsca de um prazer tão igual, mas tão diferente ao mesmo tempo: Cada caso um caso: Ser feliz, ter uma casa, um carro, viver a vida sem se preocupar... Mas, e se fôsse sempre assim, qual seria a graça? Deus, em sua infinita misericórdia, nos deu o dôce dom de sermos compadecentes e alheios - nós que perdemos isso gradativamente ao longo da vida. Pelo irmão, amar; Pelo irmão, perdoar. Não compreendo esse senso de justiça e unidade, tampouco a forma de como tudo isso se desenrola. Não me compreende essa separação e seleção, e querer mostrar tudo isso, como tudo isso acontece, como tudo isso é.
Eia! EIA! Apeia vossos olhos e vê que Deocleciano, pai grande meu, pioneiro do Ofício rezado, está em mim. Apeia teu olho e vê que nele se encontra eu, e em mim se há o dele. Apeia teu olho e vêde em mim o que não vê em nenhum outro. Apeia. Eia. EIA! Olha dentro dos olhos dos homens, e eia, mostra adiante deles que sua candeia tem fiado e azeite, e queima incandescentemente, queima sem cessar, sem receio da água e da chuva - é por ser, por ter, por viver - e também diz pra êles que teu azeite é pouco, mas da terça parte que te cabe, nela você pode ceder um pouco a quem não se encontra, a quem não tem luz, a quem quer e precisa ver nesse breu, porque agora, é água e vinho, agora é alegria, e tudo o que se possa ter de bôm, perfeito, amoroso e justo.
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sexta-feira, 14 de julho de 2017
From The Beginning.
Quando o vento dobrar a curvilínea do ar, estarei te deixando. E deixarei você de forma suave, porém abrupta - como êste mesmo vento que apeia a fôlha de uma árvore até o chão, e depois não se faz presente. Ali, mantenho o que há de mim: E mesmo se tirarem de mim tudo o que tenho (sou), a melhor parte de minhas carnes, minhas vestes, e pensamentos de pessôa seriam seus. Totalmente seus.
Há lágrimas, e turvar de vistas, há dôres de peito, de alma e questionamentos: Palavras suspensas com pontos de interrogação se propagação no ar - você viu o que êle fez?
Vinde e vêde, Verônica, os discos espalhados pelo chão, e a alma partida após recebido o sinal da Cecília. Vinde e vêde, que o chão quebrado se fragmenta mais ainda sobre os pés que ousaram pisar - vinde e vêde, que nesta derradeira não me houve quem me consolasse, me botasse em linha ou me carregasse igual ao Irmão de Maria. Ai de mim Verônica, que você nunca pôde ter me livrado do suor que escorreu de meus olhos, de minha boca, de minha alma. Você não pôde me secar, porque talvez nem você exista, assim como o sonho que acabo por sepultar: Sonhos não envelhecem porque êles não existem, porque sonhos são para Gigot's da era moderna, são para pessôas que não se eiam.
Cecília, desce-me até seu colo, e permita-me chorar mais uma vez. Mais dez vezes, mais mil vezes - desce-me até suas mãos, macias, plumíferas e intactas, e ali me deixa ser o que sempre fui, o que estava escrito no muro, e no ranger de dentes, entre a raiva, mêdo, mágoa e tristeza, esteja você ali; Como sempre esteve, está e estará, e após me dar do teu antídoto, apenas me veja, Cecília. Me note. Me sinta, e aparta de mim tudo isso que me doe ou me faz ser tão igual a êles, me faz tão diferente de tudo.
E no meio de tudo isso, que a vida rearranje os pontos soltos no ar, e que nenhum me ligue, ou me dê interligação, que eu não seja começo, meio ou fim de história alguma, porque minha alma não mais anseia por isso. Deita-me na campa fria, e toca a melodia em Dó Sustenido Menor, e ali não havendo mais nada pertencendo dêsse mundo, cinge meu olhos, Cecília, e brotando a vera alegria de meu rôsto, a última alegria você me dará, pois virão de tuas harmonias, melodias, sonhos e dizeres ritmizados, a verdadeira côroa do cristão. Você, depois de me cingir, e descer minha carne, toma de minha essência e a põe na tão supracitada folclórica mina-d'água, para que a profecia pessôal das estepes se cumpra, e finalmente eu seja água para nunca mais eu ser mais. E quando eu fôr, não mais estarei, mas em Cecília me guardarei, armarei, amarei e viverei, serei apenas a Sećanja de tempos idos: Olhos verdes de um audiófilo, um pierrot da era moderno, um trouxa. Um humano. Pugilista de côrpo a côrpo com a vida, que esperou e nunca teve, obteve ou conseguiu. A causa vazia. A casa vazia. Não vai aparecer ninguém no portão.
Há lágrimas, e turvar de vistas, há dôres de peito, de alma e questionamentos: Palavras suspensas com pontos de interrogação se propagação no ar - você viu o que êle fez?
Vinde e vêde, Verônica, os discos espalhados pelo chão, e a alma partida após recebido o sinal da Cecília. Vinde e vêde, que o chão quebrado se fragmenta mais ainda sobre os pés que ousaram pisar - vinde e vêde, que nesta derradeira não me houve quem me consolasse, me botasse em linha ou me carregasse igual ao Irmão de Maria. Ai de mim Verônica, que você nunca pôde ter me livrado do suor que escorreu de meus olhos, de minha boca, de minha alma. Você não pôde me secar, porque talvez nem você exista, assim como o sonho que acabo por sepultar: Sonhos não envelhecem porque êles não existem, porque sonhos são para Gigot's da era moderna, são para pessôas que não se eiam.
Cecília, desce-me até seu colo, e permita-me chorar mais uma vez. Mais dez vezes, mais mil vezes - desce-me até suas mãos, macias, plumíferas e intactas, e ali me deixa ser o que sempre fui, o que estava escrito no muro, e no ranger de dentes, entre a raiva, mêdo, mágoa e tristeza, esteja você ali; Como sempre esteve, está e estará, e após me dar do teu antídoto, apenas me veja, Cecília. Me note. Me sinta, e aparta de mim tudo isso que me doe ou me faz ser tão igual a êles, me faz tão diferente de tudo.
E no meio de tudo isso, que a vida rearranje os pontos soltos no ar, e que nenhum me ligue, ou me dê interligação, que eu não seja começo, meio ou fim de história alguma, porque minha alma não mais anseia por isso. Deita-me na campa fria, e toca a melodia em Dó Sustenido Menor, e ali não havendo mais nada pertencendo dêsse mundo, cinge meu olhos, Cecília, e brotando a vera alegria de meu rôsto, a última alegria você me dará, pois virão de tuas harmonias, melodias, sonhos e dizeres ritmizados, a verdadeira côroa do cristão. Você, depois de me cingir, e descer minha carne, toma de minha essência e a põe na tão supracitada folclórica mina-d'água, para que a profecia pessôal das estepes se cumpra, e finalmente eu seja água para nunca mais eu ser mais. E quando eu fôr, não mais estarei, mas em Cecília me guardarei, armarei, amarei e viverei, serei apenas a Sećanja de tempos idos: Olhos verdes de um audiófilo, um pierrot da era moderno, um trouxa. Um humano. Pugilista de côrpo a côrpo com a vida, que esperou e nunca teve, obteve ou conseguiu. A causa vazia. A casa vazia. Não vai aparecer ninguém no portão.
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São João Clímaco
segunda-feira, 10 de julho de 2017
Look Into The Sun.
É de lágrima. Tão somente, e nada mais.
A escrita indecifrável no muro, as palavras ditas em nome de Deus, do amôr, ou algum outro sentimento híbrido, descompassado com a aura e realidade, alguma coisa fora daqui, fora de mim, dentro do universo; Os pássaros do Céu, voam, planam no ar, e não apeiam no frio, apenas seguem sendo a linha-de-frente celeste contra tôda a geação e turvar: Há quem diga que o vento os combate, içando-os para baixo, e eu só sigo, vendo batalhas nos Céus, nas Terras, e no meu coração.
Após ter ido para a deriva (vide escrito anterior), em contemplação comigo mesmo achei dúvidas maiores, certezas vazias, e descobri que ainda tinha amôr, que eu ainda saberia amar e ser amado; Eu ainda me tinha. Sendo amparado por estrêlas e vinhos, e castigado pelo Sol, vi o vento ecoar em seu silêncio nomes, pessôas e lugares, e vi a minha fé ser igual um mercúrio rudimentar, se quebra, derrete, e se faz rígido novamente. Vi a mais linda de olhos apertados para olhar os adornos do altar olhar por mim, olhar em mim, me dar um sopro no peito. A vida, em si, ainda continua, mas a sensação inerte e a vontade de se fazer completo com a terra fria e os olhos fechados ainda se faz cada vez mais presente.
A madeira-de-lei, já desgastando as mãos de tinta e verniz, são as coxas da amada-de-uma-vista-só, aonde me deito, e aceito os maus conselhos do feo e me deito, deixando o vinho entornar em mim minha realidade: São dias de lágrimas, amargar, frieza, Jethro Tull, solidão e questionamentos; Deus se intervém, e me abençoa com o sono da classe trabalhadora, Maria, de piedade infinita, me põe para dormir, e me cobre com seu sari. No meio de tôdo o caos, ranger de dentes e Gigot, eu ainda me encontro com o velho de pendão, que vem lá desde Deocleciano, lá do pôvo-da-correntina, de sino que tina na dobração, e faz a alma gemer. O pendão, ainda que velho, se faz renovado para quem o toma e o levanta, e segue. Mas, onde se fixa pendão em água funda? Perdão, raíz minha, mas hoje não, hoje quero do erro, da incerteza, quero o mangue e o saveiro com quilhéu quebrado, e as velhas memórias e sonhos quebrados dentro do matulo: Lembra da Cecília, da casa, da amada, da luz, dos jogos, de Fábio, do silêncio místico no altar lateral, da dôr, do mêdo, de achar que poderia ter sido - nunca foi, é ou será, esquece - talvez, ela nem sabe como é, dói, arde ou sente.
No mastro, apruma um albatroz cansado de tanto voar, com pluagem cansada, e cantar melódicamente melancólico, e eu o contemplo, sentindo seu sentimento de cansaço e pedido de descanso, e de nós, nos cabe apenas o pós-descanso, a vontade de achar seu ninho e apear nele, e nunca mais sair.
A escrita indecifrável no muro, as palavras ditas em nome de Deus, do amôr, ou algum outro sentimento híbrido, descompassado com a aura e realidade, alguma coisa fora daqui, fora de mim, dentro do universo; Os pássaros do Céu, voam, planam no ar, e não apeiam no frio, apenas seguem sendo a linha-de-frente celeste contra tôda a geação e turvar: Há quem diga que o vento os combate, içando-os para baixo, e eu só sigo, vendo batalhas nos Céus, nas Terras, e no meu coração.
Após ter ido para a deriva (vide escrito anterior), em contemplação comigo mesmo achei dúvidas maiores, certezas vazias, e descobri que ainda tinha amôr, que eu ainda saberia amar e ser amado; Eu ainda me tinha. Sendo amparado por estrêlas e vinhos, e castigado pelo Sol, vi o vento ecoar em seu silêncio nomes, pessôas e lugares, e vi a minha fé ser igual um mercúrio rudimentar, se quebra, derrete, e se faz rígido novamente. Vi a mais linda de olhos apertados para olhar os adornos do altar olhar por mim, olhar em mim, me dar um sopro no peito. A vida, em si, ainda continua, mas a sensação inerte e a vontade de se fazer completo com a terra fria e os olhos fechados ainda se faz cada vez mais presente.
A madeira-de-lei, já desgastando as mãos de tinta e verniz, são as coxas da amada-de-uma-vista-só, aonde me deito, e aceito os maus conselhos do feo e me deito, deixando o vinho entornar em mim minha realidade: São dias de lágrimas, amargar, frieza, Jethro Tull, solidão e questionamentos; Deus se intervém, e me abençoa com o sono da classe trabalhadora, Maria, de piedade infinita, me põe para dormir, e me cobre com seu sari. No meio de tôdo o caos, ranger de dentes e Gigot, eu ainda me encontro com o velho de pendão, que vem lá desde Deocleciano, lá do pôvo-da-correntina, de sino que tina na dobração, e faz a alma gemer. O pendão, ainda que velho, se faz renovado para quem o toma e o levanta, e segue. Mas, onde se fixa pendão em água funda? Perdão, raíz minha, mas hoje não, hoje quero do erro, da incerteza, quero o mangue e o saveiro com quilhéu quebrado, e as velhas memórias e sonhos quebrados dentro do matulo: Lembra da Cecília, da casa, da amada, da luz, dos jogos, de Fábio, do silêncio místico no altar lateral, da dôr, do mêdo, de achar que poderia ter sido - nunca foi, é ou será, esquece - talvez, ela nem sabe como é, dói, arde ou sente.
No mastro, apruma um albatroz cansado de tanto voar, com pluagem cansada, e cantar melódicamente melancólico, e eu o contemplo, sentindo seu sentimento de cansaço e pedido de descanso, e de nós, nos cabe apenas o pós-descanso, a vontade de achar seu ninho e apear nele, e nunca mais sair.
domingo, 2 de julho de 2017
Lírio.
Vê
que sou apenas um rapaz comum
que sou o que sou, e
O que quero ser
não comunga com minha necessidade
Sinto muito
Mas preciso (eu) deixar (tudo) isto
Não me cabe mais esperar
respira
sente
tem calma
fiz meu matulo e agora me cerco na reia
vejo palavras e pedras no chão
na mão
peito
dói
(não)
Obrigado por tudo
e mantenha a fé
Obrigado por nada
e mantenha (cada vez mais) a fé
Pelo cheio e vazio que me contemplam
e fazem hoje eu caminhar e saber cada vez mais
que o quanto mais eu buscar
menos vou ser
menos vou ter
na simplicidade e humildade
virá a tona
E a esperança que vinha natural
natural se permanece
E mesmo que doa ou mude
Sei que a vida é maravilhosa
mas agora
Me perdoa Javé
eu não consigo a nisto me ter
cai a lágrima avulsa
arrebenta o rebento
é noite lá fora
falta faz
Deus é quem sabe
vêm-me-vêr
amén.
que sou apenas um rapaz comum
que sou o que sou, e
O que quero ser
não comunga com minha necessidade
Sinto muito
Mas preciso (eu) deixar (tudo) isto
Não me cabe mais esperar
respira
sente
tem calma
fiz meu matulo e agora me cerco na reia
vejo palavras e pedras no chão
na mão
peito
dói
(não)
Obrigado por tudo
e mantenha a fé
Obrigado por nada
e mantenha (cada vez mais) a fé
Pelo cheio e vazio que me contemplam
e fazem hoje eu caminhar e saber cada vez mais
que o quanto mais eu buscar
menos vou ser
menos vou ter
na simplicidade e humildade
virá a tona
E a esperança que vinha natural
natural se permanece
E mesmo que doa ou mude
Sei que a vida é maravilhosa
mas agora
Me perdoa Javé
eu não consigo a nisto me ter
cai a lágrima avulsa
arrebenta o rebento
é noite lá fora
falta faz
Deus é quem sabe
vêm-me-vêr
amén.
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