Pau no seu cu, meu chapa!
E quero mais ainda que se foda seu cabelo translúcido e seus olhos fulgurosos, nós - modéstia a parte, os anjos, os santos, os mestres e os escribas - nós tamo é pouco é se fodendo é. A gente gosta mesmo de rir, brincar, sentir: e sem mão na bôca, a libertação está perto. A liberdade vêm, e cheira a crisântemos como um entronar de uma Amaterasu, ou como a morte no caixão de um cristão. Talvez você não entenda porque o pau no seu cu entrou até os seus tímpanos, por isso tu num lê. Toma meus olhos: A regra é clara, limpa, pura e simples.
Segura seu par, e beija forte. Se joga contra as ondas e deixa a água salgada do mar te iodar, e roda o mundo procurando sua paz. Faz carinho nos santos cães de rua, e abraça eles. Dá uma marmita ou uma grana aos Irmãos de Rua, e proclama um evangelho que no silêncio, perturba os anjos do Céu com seu tinar do coração, que bate mais forte que a voz do que prega imundamente.
Se você for bom, a bondade nunca sai de você, como um câncer benéfico - e de câncer eu entendo - e emaranhando tuas veias, pulsando em tua alma e rechaçando os seus sentidos mal-feitores, será tu exposto a clara luz que segue um comboio forte, que não lhe dará tristeza, e que ao quando sê tu exposto, se diminuirá, e assim, será dado como um dos nossos, e não dos deles. Não há de ser fácil, mas se lêes com o coração, recebeste o ouro que te dou, mas se caiu na armadilha trincada do escriba, tenho más notícias para dizer...
Ouve o baixo tocar. Pulsa. Ressona. Emana. Imanta. Ele dita as notas, contrapasso, repuxa e engrossa no cordão do refrão, e ele que te faz pular enquanto segura a amada pela cintura - aproveita e leva ela pra fora da pista e tomando um ar, diz pra ela as coisas do mundo, do amor, do Céu, de vocês, e de você, tão pequeno, e tão entregue a ela. Faz ela chegar ela perto, e mais perto, e mais perto. Ouve a sinfônica entrecoretante e inebriante que emana do coração pulsante dela, e eleia essa arrombada, meu mano! Beija ela! Celebra o amor, candango!
E VAI TOMAR NO CU RED PILL! Nós, da velha guarda, mantemos o bom coração e temos a rosa exposta no coração, e se não dá certo, só seguimos em frente. Saber lidar com o não, também faz parte do jôgo do amôr - A BENÇÃO, WAYNE FONTANA! Saber amar e ser amado não é difícil... Difícil deve de ser sua mãe e aguentar você falando merda gratuitamente; e dos meus livros de boa memória, te guardo no mais digno de sua corja: Os esquecidos. E portanto viva eu, peixinho da lagoa, Tio Fungo (de dôce memória) e a Repvblicæ Livre de Itaqvæera como berço de heróes que nunca serão esquecidos na lira dos trovadores e nas tabvlas dos bons escribas! Nós, os da boa vontade e de coração tenaz (que é longe de justo) ainda estamos por aí - e vamos adiante até a perfeita hora da dôce morte!
E corre, falaram que tem post no blog do The Joker amanhã.
Epitáfio do Marcus Queiroz. Apoia esse blog, faz um pix pra nózes: marcusvini15@hotmail.com
quinta-feira, 18 de maio de 2023
The Edge.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário