quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Sem Você.

Meu Amor, não há dor alguma. O Céu está correndo rápido demais, e o vento arrodeia minha cintura. Meu Amor, não há mais maldade alguma; Os risos desabrocharam e tudo o que brilha não é necessáriamente ouro, pode ser um objeto banhado pelo Sol, ou o teu riso marfim, ou o "brilho dos olhos da Menina do Rei".
Sem você, a loucura não é loucura, o riso é enferrujado, acordar é só um motivo idiota, e viver não passa de uma grande tolice, Sem tua presença, viver é só uma tarefa diária cotidiana e a lâmina que me corta a carne, não arde, ou sequer causa dor alguma.
Sem tua carinhação, o amor é uma merda, um câncer de Deus dado para os homens se matarem de ser tanto gentis, a afeição é apenas uma falsa semtinmentação dada em troca de sexo, piedade alheia e glória em dizer "que meteu gostoso". Sem tua voz, a surdez seria a melhor opção, por mais que meus ouvidos já não ouçam como antes, e sem teu riso, a dor de viver inda seria pouca, comparada a tua ombridade e cara fechada, quando se encontra sem covinha alguma.

Eu preferia mil vezes ter morrido numa queda d'água seca, do que ter chegado aonde cheguei, e viver sem você a partir de agora. Não me é bom, não me faz bem.

Nenhum comentário: