segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Outono.

Hoje fez frio, e amanhã talvez o fará ainda mais. Tudo estará conivente e acertado entre os niveis de prumo de Deus. Não nos adianta saber, fingir que sabemos, ou deixar de lado, se Deus não permitir, não nos saberemos é nada. Seríamos até mesmo como o sino que toca e não emite som algum. Sem o dom do amor, seríamos insossos procurando um pedaço de papel no meio de um rochedo, e olhando para o Céu sem saber se o Sol poderia realmente cair em nossas cabeças.
Por mais que teu corpo doa, e teus olhos ameaçem fraqueijar, ande. Ande por milhas e milhas, mas, nunca pare de andar, pois a ida do teu corpo até o ponto de chegada é um dos repousos da alma em sensação de dever dado e cumprido em lei.
As folhas cairão, e o Céu mudará de cores e espaços milhares, milhões de vezes, mas, eu não irei me importar de forma alguma, não, não...Está tudo realmente muito bem, se eu estiver com você. Só e somente você, assim como espero o mesmo de ti.
E Então quando eu chegar lá, venha-me como a aurora que lentamente rasga o lindo céu da noite; Oxalá inda, quisera eu ver teus lindos olhos negros antes de morrer entre a segunda e sexta-feira. Quero eu ter a certeza de que eu só te amo, assim como quero essa certeza só de você.

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