quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Cos' She Was Tellin' Me...

CAVALOS DE FERRO ! Pela água, lindos e livres ! Se escondem pelos cerrados, atrás das montanhas, perto do rio, aonde tem muitas pedras e levantes de madeira, aonde a Lua leitosa se banha nos reflexos da água que os cavalos de ferro bebem pra não enferrujar, eles ficam na areia pra não se desgastar, cavalgando pela areia na terra, um homem anda só em uma avenida onde os cavalos pisam incerto, trotam com medo do inferno, o Cérebro que vigia não é eletrônico, mais se tem um peso justo na balança dos dias
A baiana olha o seu tablado de doces, qualquer doce por qualquer cruzado, qualquer doce em vosso tablado, em alguns centavos, o doce derretido na boca em forma de espaço, preenchido por suspiros de felicidade e de carinho, nos portos da Bahia a morena ainda pensa se ele ainda lembra o seu nome, longe, longe, longe, aonde estiver, que numa onda do mar, o seu nome venha estalar como uma jorra de água Clara, clara, calma, clara...Ela ouviu alguém lhe chamar !

O Analfabethismo cresceu no coração de maneira tão reprodutora, que ele não precisou de um descanso para correr atrás do tempo que ele perdeu, e sentido, ele pediu com os pulmões entre a boca, e as mãos entre o peito, que ela fosse só dele, enquanto houvesse inifito para Deus reinar, e entre Alfa e Omêga, eles se encontraram no meio dos dois para ter entre sim uma troca de carícias e amores na imensidão do Pôr-Do-Sol

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