segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Varal.

Me cansa, Senhor. Me cansa, dói e corrói as carnes entender cada vez mais os três problemas que nos circundam, e fazem nosso destino não ser tão afã com o qual sonhamos. Eu vejo a tristeza nos olhos dos homens, e o descaso é o pai dessa equação infeliz; Eu vejo o mêdo, filho deste, e seus irmãos: Angústia, solidão e interesse, sentam-se na mesa da humanidade e ceiam com nossas almas, nos dando mais coisas a pensar, planejar, estressar, ter com, nos exaurindo e fazendo ofuscar o vendaval de nosso Sopro Divino interno. Nos tornamos vazios, mesmo que sem a intenção.
E deste banquete, nascem êles.
E quem são vocês que buscam elogios e glórias nos dons do Senhor? E quem são vocês que entonam vozes e línguas para se mostrarem? E quem mais são vós que permitem serem linha-de-frente de uma verdade distorcida e desamaciada? Por quê viver só sobre a tutela de Deus não lhes bastam? Mostram fazer falsas profecias e falsas sibilas, que se articulam com a situação, se prostando como ponto pioneiro, sendo que deveriam ser apenas vaga referência ou ao menos exemplo de fé.
O Carisma é oriundo da caridade, humildade e empatia, e enquanto não houver esta concessão nas cucas maravilhosas, não haverá mais multiplicação. Fé é fé. Qualquer coisa ou pessoa que se engrandeça ou use a ligação divina como escada para o sucesso ou auto-promoção, está muito errado; Nossa fé é nossa conunicação com Deus e na crença de um amanhã melhor, e nisso deve-se bastar, pois, qualquer destoa fora deste âmbito, pode significar um grã erro na vida e para/com alguém (seja quem prega ou quem ouve a pregação).
Nossa fôrça vem de nossa fé, e nossa fé se engrandece diante de nossas fraquezas.
E, enquanto a massa não acordar para a verdade que a tudo circunda, sente e vê, tudo isso é desnecessário e rídiculo, pois os véus que haveriam de ser tirados, nos olhos ainda estão, e tudo isso se torna incrívelmente inútil, inclusive a vida.

Nenhum comentário:

Postar um comentário