quinta-feira, 31 de julho de 2014

To Whom It May Concern.

Ahm, oi. Eu sou o Marcus. Marcus Queiroz, eu tenho 22 anos, e escrevo nesse blog desde os meus 15. Se você perceber, desde cedo tento evoluir minha escrita, coisa que deu certo em algumas vezes, e atraiu leitores da China, Rússia, Macedônia, Portugal, Bolívia, Nicarágua, Estados Unidos, Inglaterra, Japão e óbvio, Brasil.
Por aqui passaram muitas fantasias, dimensões, realidades, musas, casos, cartas, pessoas e homenagens (idem para maldições) e já falei muita asneira. Muita mesmo. Só que de uns tempos pra cá, a coisa mudou, entende? Parece que, de repente, minha escrita tinha um tom sério, acusações graves contra a vida, a cama e comida que eles comem, mas, se perdeu, como tudo em minha vida se perde. Álias, me perdoe você que leu meus textos e não entendeu, talvez a mensagem não tenha sido direta o suficiente, talvez não tenha sido pra você, ou tenha sido só um desabafo meu, mesmo. E sim, Cecília é um personagem do futuro, a filha que eu um dia quero ter, não me importa o que aconteça, mesmo sabendo que posso ser um pai bom, quero - se possível - o melhor pai do mundo.
Sou de Áries, e me rege a impaciência e intolerância, só que eu trabalhei tanto este meu lado, que hoje sou paciente até demais, e como digo a alguns amigos: "Estou mais zen que um buda". Mas, estou cansado de ser zen, sabe? Como pode notar a alguns posts atrás, sinto uma extrema, expressa e urgente vontade de deixar tudo para depois (tipo, pra próxima vida, sé quela existe...) e curtir de algum lugar tudo o que houver de merecimento meu.
Leitor, eu já fui ruim, e já fui pisado. Um dia eu resolvi acreditar no amor, e achei que ele poderia florescer pra mim, mas, acho que fui me enganando consecutivamente. Infelizmente, o que ela me disse agora faz todo o sentido: "Não confie em ninguém, nem mesmo em mim". E eu mesmo assim acreditei, quis crer, quis ao menos tanger o Sol e Céu com a cor do nosso amor, seja qual o fosse, mas, pra Ela tanto fez, eu acho, então não me restou nada além de esperar que ela fosse diferente de todas as outras, qu'ela me desse a alegria que eu tanto almejava, que ela botasse meu coração embaixo do seu, ou que lavasse ele na água corrente da cachoeira pra ver se ele se limpava das dores do passado. De nada valeu. Ela finge que está tudo bem, e não nota minha dor, oi, eu sou o Marcus, e como alguns Santos, faço da dor alegria, mesmo não sendo Santo algum (André, me retire de seu altar).
Quem lê meu post, sabe como me sinto sobre Agosto e sabe que a partir d'agora Agosto dá seus rugidos. E agora, levou o Mário para sua somatória. Mês maldito que afastou de mim meus sonhos, anseios, amigos, e agora quem eu amo e meus parentes. Quisera eu ter nascido morto antes de conhecer seus 31 dias de angústia e insensatez. Mário, lembra-te do Domecq, do sorriso, do Karaokê e da macarronada do meu pai, e vê que nada é em vão, nada é passageiro quando se vale a pena, tudo é eterno, e agora, deitado está você sobre essa eternidade - Eternidade essa que Agosto quase tomou pra si, mas Julho se resignou de mim. Agosto, infelizmente já tomou Agnish por completo, e eu sei que a perdi ali.
Mudando de assunto; Falemos sobre o cotidiano que tanto assolou meu blog, e na carta de hoje não poderia ser diferente: Hoje fez frio, e o frio me sentir sentir um pouco mais inglês, um pouco mais nobre, um pouco mais bonito, um pouco mais vivo, sabe? O frio me anima, e acho que você ainda deve se lembrar de disso. Não sei se na dimensão aonde você se encontra você tem acesso as outras, mas, eu ainda me lembro de você, e muito bem, obrigado.
Lembro de todas as coisas, todos os detalhes, todas as situações, e afins e lembro de todas as coisas que aguentei na vida, o quanto aguento, e quanto talvez eu ainda possa aguentar. 
Não me deixe acostumar com tudo isso de novo, por favor. Não por mim, mas, por nós. Olha por mim, e se deixe sangrar, porque a minha carne já está cortada.

terça-feira, 29 de julho de 2014

Rabiscos Medíocres Do Carneiro (III)

O oito é como o infinito em pé. Isso demonstra que vai demorar (ou ser como o infinito) e isso me atordoa, a tal ponto que não sinto mais nada, até peno em sentir, tanto que se não fosse por algumas pessoas, teria passado meu dia bem mecanicamente, aos molde de um robô.
Oito dias, é aproximadamente um terço de mês. Rezo um terço pra Maria, para que o tempo interfira ao meu favor. Peço aos Céus que um véu acoberte minha cabeça e eu esqueça de tudo, até mesmo de você; Pois até mesmo você não entende o peso do meu amor, pensar e agir - Magoa sem perceber, tange a faca rindo.
A situação é que é ilusório. Você que tem que pessoas que podem te ouvir, te dar força e colo, mas elas tão é bem querendo que tu e teus problemas se fodam, enquanto você é o inverso disso. Que vontade de ao menos dar uma dentro nessa vida de cão, ou ao menos dar carne aos vermes...Deitar a cabeça no colo da mulher mais linda e receber um cafuné, enquanto ela me faça das mais incríveis cores que eu não enxergo, enquanto cantamos as mais lindas músicas de amor que alguém jamais cantou, e que - principalmente - eu ouça a sua voz, e que sua voz esteja pronta pra sentir minhas, e que ela me devote sua voz, como eu lhe devotarei minha música.
Juras de amor são inúteis, disse meu pai. Eu ainda tenho minhas dúvidas, elas ao menos dão uma dimensão e mensura de como você ama/quer alguém. A vida e as pessoas são bem assim. Eu, quando saí do isolamento voluntário me esqueci desse detalhe mui importante.
Não vou fingir, tampouco forçar algum sentimento que não esteja em meu coração, isso é vão e absurdo, e não condiz com meus princípios, e, até agora me sinto cansado - melhor dizendo, estou no meu limite. Não me sinto preparado para nada, tampouco disposto para alguma coisa, estou na verdade é querendo meter uma muda de roupas na mochila e partir para qualquer lugar aonde eu seja um ninguém, aonde o Sol seja apenas um lirismo, e aonde a vida apenas seja uma conformidade, e não uma obrigação de máscaras e chás envenenados.
Já fazem dois dias que estou com uma navalha na minha carteira, e espero só e somente a hora certa de tanger ela contra a carne réa do fogo selvagem: Me foi ensinado que não há dor, e sim a transição, e neste momento estou deixando tudo pra depois; Não almejo mais ser filho, pai da Cecília, amigo, cronista ou o que me valha (sé qu'algo me valha nesta vida puta) neste agora. Tudo muda, e eu agora opto em querer mudar,meu destino, e pela primeira vez sentir a vida fluir (e por quê não dizer) esvair. Esta vida é puta, e eu não mais quero fazer parte dela e de sua globalização selvagem, eu quero é ir embora. Eu quero é ir pra Bahia, eu quero ir tocar Ronnie Von com o Fábio, já deu essa vida de cão aqui. É muita treta pra uma encarnação só, meu leitor(a).
Tenho 22 anos, e não conquistei nada, nem cativei ninguém, tudo passa e eu fico, e isso me assusta, mas, a morte não me assusta, nem me faz mudar: Eu sou o que sou, e agora não desejo ser mais. As pessoas te rodam, mudam seu físico, e seu trejeito. Mas, eu não mais. Minha essência se cabe no meu canto e minha força não se pressupõe, meus olhos perderam sua cor, e meu cabelo é esmaecido: Eis o homem na sua pior fase...
O pior fator da solidão é quando alguém aparece, e te tira dela; Pois todas as suas ilusões são repostas por realidades, pessoas e coisas, e isso demora pra se acostumar; Só que quando você se acostuma, a pessoa que o tirou dessa lama, lhe taca de volta, e com tal maestria que nem ela percebe (e dependendo do caso, nem quem foi atirado), e ali há de se encontrar você; Tendo que reconstruir tudo novamente, talvez, tendo que fazer o tranalho ilusório de uma vida inteira novamente. E isso cansa, bem mais que a vida e as pessoas por si só, e eu nem mais cansado estou, estou é no meu limite; É muita humilhação para uma encarnação só. Estou cansado de ser abatido, e de não ter porto seguro, pois quando eu era meu, me era feliz, mas, hoje nem mais isso tenho, e quem fere você, nem nota sua chaga ou o rombo no teu peito.
O resto, é silêncio.

Canto Chorado

Olha nos meus olhos, e o marejo que sai deles é por tua causa; Cuasa e efeito de saber que logo mais você vai embora, e eu fico. Estaremos separados, e faço votos que logo nos re-encontremos em algum lugar, em algum ponto, em algum plano num papel amarrotado que ficou na minha blusa ou na sua bolsa. Deixo agora, a frieza que tinha antes de ti, voltar a tomar conta de mim, porque a razão entende, mas o coração padece. Te vai em alegria, e eu fico em saudade. Não guarda em teu átrio, porque até minha oração tiro de vossa boca: Está indo, e logo irá ficar por si só.
Dá-me a falta de você, das incríveis noites e maravilhosos dias, dos seus beijos, do sorriso sem fim que um dia foi ofertado a mim, dos planos, e dos riscos que fiz no Céu pra te ensinar das constelações. Lembra de nós quando tiverdes tempo, ou quando não tiver nada melhor para fazer, e lembra do máximo tempo em que fomos felizes, e não chora. Apeia, e ri. Você não precisa disso.
Sinto falta do teu abraço, de teu calor, da tua voz, sândalo, sono e sorriso. Carrega em ti, se quiser e não for causar algum transtorno, uma parte bem pequena de mim aonde nós dois possamos estar juntos. Menina dos olhos, desde já sinto sua falta. Os pequenos desatinos do dia-a-dia já me aflitavam, mas, agora pior fica, cada vez mais...Me atormenta não te ter, sentir teu perfume, cheirar seu pescoço ou ouvir os sinos que tilintam, toda vez que te vejo. E, no fundo, peço que você continue assim, fingindo que não liga, tampouco se importa. Deve ser melhor assim para nós dois.
Não me avise quando chegar, tampouco que fará, ou deixará de fazer lá. Magoará ainda mais. Neste exato momento, me sinto incapaz de não cumprir o que eu tanto prometi a você: Estar contigo a todo momento. Exatamente agora, sinto mil coisas, imagino mais de trezentas cenas de quadro baixo e alto-relevo, e nenhuma delas me acalma, tampouco me anima, inverso: Me sinto absorto e inano, pronto para ser carregado para qualquer lugar que me queiram, porque sua falta é latente. Eu poderia até dizer que "vivi minha vida inteira sem você" e por isso um tempo sem tua presença seria bico, mas, não. Talvez minha vida, a vida que eu anseiava de verdade, está agora ocorrendo. Meu bem, eu te amo. Eu te amo.
No fim, te peço que ignore essas linhas, e mais ainda o contexto desse texto, é só mais uma dor-de-corno melacueca de quem sente sua falta e não tem estio em paz, apenas pena em trovas para tentar te dizer como te quer e te precisa. Sai desse altruísmo, e olha por mim - de verdade - ao menos uma vez.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

I Want You (She's So Heavy).

Põe sua legging cinza, põe o salto, passa gloss na boca pequena e carnuda, ajeita o decote, e ri no espelho enquanto bagunça o cabelo: Eu te quero, e te quero muito, por muito, vezes muito. Acende e ascende até mim um desejo, fricote de ter você por baixo, por cima, e por mim. Não repare agora, mas, essas palavras são pra te exaltar.
Sai do banheiro, e se enrola na toalha, e não me seduza, nem nada. Você ao natural já me cativa, excita, ensina. Põe-se prostrada até mim, ri e observa eu olhar pra você, porque é em você que vou construir minha morada, meus delírios, meu carrossel de sensações e minha pilhas e melodias mais dissonantes, menina. Morde os lábios e morde o dedo, não é dor, é prazer. Olha pra mim, e vê que eu não passo de só mais um jovem moço, que foi escolhido para estar em você - mais precisamente, entre suas pernas.
Olha pra mim, e sente dor alguma, não vou te machucar. Juro. Deita-se ao meu lado e lascívie-se de torpor comigo, não em deitar-se-bem entrecorpos, mas, em um beijo que possa deixar pior que cachoeira, e aí, você sentirá o que nós fizemos, o mal que causamos? O amor que está nascendo aqui? Há o fogo de Áries que nem mesmo a terra da Virgem pode apagar. Nossos incêndios são recorrentes, amén.
Fica assim, quieta, por cima de mim, e deixa eu ver a coisa mais linda que Deus um dia poderia ter criado. Deixa eu sentir seu corpo - demasiadamente e frenéticamente - pesar sobre o meu, e uma hora virar, mexer, apoiar, segurar, apertar, ranger, e o que houver de ser. Deixa nessa noite eu me acabr em você, enquanto te beijo, e deixo cada vez nossa cama em fogo. Não por mal, não por mal, mas para nenhum de nós dois sentir frio. Você tira minha camisa, eu tiro sua blusa, e assim ficamos nós, e você, acaba por fim tirando meu fôlego por inteiro. Eu sinto você, sinto suas covinhas, sinto suas linhas, curvas, acentuações, frisos, cachos, e tatuagem. Gostosa. Eu te amo, eu te amo.
Se enrosca em mim, para de dois virar apenas um. Deixa (mais uma vez, mais uma vez) essa noite ser pouco para nós dois. Que a cama, chão, sofá, banheiro, cozinha, varanda, rua, universo se dana por não ter amor, por não ter vida, por não ter você. E você eu tenho. Não sou seu dono, mas, você eu digo que tenho. E não tenho? Casa comigo, e vai ser nós dois contra o mundo, chegar no serviço atrasado para curtir uma conchinha, e chegar cansado após um dia estafante e ver você só de avental, salto e o cabelo todo bagunçado, me esperando com nossa cerveja e bacon. Eu não quero mais nada dessa vida, a não ser você. Qualquer coisa além de você é tolice, inanimação, desperdício de tempo, ou falsa beleza; Macumba vil dos/das invejosas que querem nos separar. Se pra eles você é gorda, pra mim você é a Minha Rainha. Se pra eles sua mancha é horrenda, pra mim ela é a marca que Deus fez pra nessa encarnação eu te conhecer, se você é baixa, é porque Deus te fez na altura certa pra te abraçar e beijar a testa, se você tem a boca pequena, é pra beijar melhor, e se seu cabelo é encaracolado, é pra me enlouquecer de tesão na hora de puxar durante as preliminares, Agnish, mostra teu dom e me imola, me trás pra perto de ti, dentro de ti, cada vez mais perto, forte, sem hesitar, sem medo de machucar ou doer, e danar-se-á tudo, o que importa é nós dois, aqui, agora.
Deixa, que nas nossas aventuras e assuntos de camas, logo mais num futuro não-tão-assim distante, Childesh venha, para ser a prova mais indelegável daquilo que as pessoas chamam de "nosso amor". Deixa que esses treinamentos sempre se renovem, continuem, fiquem cada vez melhores, e só tragam a tona as nossas verdades, nosso desejo mútuo de acabar-se no outrém, não por malícia, nem pelo camário de prazer barato, mas, sim pelo complemento do amor, desejo que é fruto proibido na boca da dama louca chamada Vida. Gostosa.

terça-feira, 22 de julho de 2014

Epístola Aos Escritureiros.

Texto dedicado aos meus amigos; Escritureiros.

São Paulo; 22º dia do Alto de Julho de 2014.
A vida é um desafio. A cada dia suprir as necessidades, e arrumar as bagunças deixadas, esquecer nossa fadiga e fazer da dor alegria. A vida é trazer o impossível as mãos, olhos, bocas e alma de quem precisa de um motivo para viver, de um amigo para conversar, de uma muleta para se manter firme, ou até mesmo de algo para encaminhar na vida, ou sair de sua atual situação.
"Lá do escuro;
De onde eu vim;
Da terra - vida arrancada;
Nada valeu sue lamento;
E o vento mesmo assim:
Soprou igual, e o sal secou..."
Não posso dizer que sou um de vocês. Porque não me vejo entre vocês, o brilho de vocês em coletivo, é o brilho de cada um em individual, que quão soma aos demais, torna-se um candeeiro que incandeia até aquele que não vê. Eu - como toda pessoa no universo - tenho minha luz, mas, ainda não estou no mesmo patamar que vocês, então, apenas contento em valetear vocês, e suprir as raríssimas (quase nulas) faltas que vocês tem. Vossas cabeças são boas, seus sorrisos são cânfora e bálsamo, seus abraços tem a calma do Anjo Mineiro de 29, e suas vozes - individualmente - soam bem; Mas, me agradam idôneamente, quando lhes ouço em coro.
Suas ações são necessárias, e seus meios são efetivos, porque vocês fazem pelas pessoas, o que um dia também fizeram comigo há muito, muito, muito tempo atrás (não do mesmo jeito, mas, com a mesma essência, toda vez que assisto o cortejo, ou vou a BCCL, me sinto um flash-back), e, o que vocês fazem, pode não $er tão bem reconhecido, $abe? Mas, peço agora o lado humano de vocês, e peço também o melhor de vocês, que sei que bem tens em cada um de vós. Vinde até onde estou, e vede junto a mim: Vocês estão transformando, renovando, mudando e gerundiando comigo. Aqui, do E&Cc; A escrita é outra. Estão vocês a tirar pessoas de caminhos errados, opostos e avessos, e pondo pessoas a exercitar a mais maravilhosa máquina anti-mercantil: A mente. E pondo ela a vapor, como o Benjamin Guimarães; Nada pode se deter; Vinde até onde estou, e vede comigo, amigos: Vocês estão dando asas a pássaros coxos, olhos a cegos, muletas a amputados, e pão a quem tem fome. E$queçam algun$ fatore$, e lembrem-se, como disse São Francisco: "O reino de Deus é aonde a alma de exalta, e não o bolso farto de dinário". ...Mas, sim. Alguma ajuda é $empre bem-vinda.
Louvados sejam vocês a cada segundo e lembrados e reconhecidos por vossos atos. Estóicamente, re-escreverei quantas vezes puder sobre vocês, povo bonito. Não porque Agnish é uma dentre vocês, ou porque vocês me deixaram estar entre vós, ou porque a Sidinéia é uma pessoa maravilhosa, porque eu amo o humor do Rodrigo de Carvalho, tampouco bagunçar a mente do Bruninho, ou das idéias humildes e consisas do Rafael, ou das danças cheias de "rebolagem" do Eduardo, ou da risada da Silvani e da Ketlin. Quantas letras Deus me der, o dobro estenderei elas para vocês. Em mim tens um amigo, um aliado..."Irmão de Sol", como se dizia antigamente.

Vos me são incríveis; Me fascinam. Captam a minha íris esmeraldina. Louvados vos sejam em todoso seus afazeres. Perseverança, amor, e paz. Continuem o bom combate, e Mantenham a Fé; Sempre.

Do Vosso Irmão-de-Sol;
Marcus Queiroz.

terça-feira, 15 de julho de 2014

Deus.

Deus, me dê um sinal ao menos uma vez, eu preciso muito saber disso, sei que você anda ocupado e tem muitas coisas a fazer, mas, olha pra mim e pro meu desespero; Vou começar a jogar fora tudo aquilo que não me convém e eu preciso da sua ajuda: Mais precisamente do seu conselho, tato, ministração e audição pra ouvir meus medos e anseios, e saber que você está aí, e vai me dar um sinal do que fazer.
Deus, ao menos você está aí?
Você me vê, sente, sabe ou conhece minha cabeça fétida e meus sentimentos? Você ao menos já olhou na minha alma e me tomou pra junto de Ti? Sua Mãe nunca tardou comigo, mas, com você parece que a agenda é sempre cheia, sempre ocupada...Quando vou ter a ilustre honra de te ver fuça a fuça, e poder desaguar todos os potes de mágoa que me encheram, e você me explicar um a um, as gotas que continham-os? Será que ao menos você consegue perceber que estou desesperadamente atrás de você por este mundo de cão, e quanto mais te caço, mais Te somes? Você ao menos existe? Parece que no fim das coisas nada realmente importa pra ti, e eu apenas sou um lunático que reclama com o invisível, em silêncio.
Por favor, que minha vida até aqui não tenha sido em vão. Mostra sua face em piedade a minha ignorância, nem que eu precise morrer pra isso. Olha pro meu coração tão pesado, negro e machucado, e alivia. Nem muda, porque eu já sou ruim por natureza, sei que não mereço salvação, apenas, alivie todas essas coisas, esses pensamentos ruins, todo esse medo das ondas que batem nas pedras do mar. Poxa, me ouve, eu não tô mais fazendo nada de errado.
Estou cansado, e você sabe disso, e cada vez mais vem mais desafios, e cada vez sinto vontade de ter feito o que deveria ter feito na merda daquele heliponto. Não me sinto mais afim de continuar nada, quero deixar todos os pontos em suspenso e criar um fim abrupto, assim como a maioria dos meus projetos...Sabe, eu fico pensando em quanta coisa pode ser feita, mas, mesmo que eu tente, eu não consigo encontrar um ponto que me faça motivar, que me faça além. Devo admitir, Você pôs, e põe ainda anjos no meu caminho, pessoas de bem e que dão a cara pra bater contra o asfalto, mas, até quando? Até quando cada um de nós, pessoas do bem merece morrer, cair e padecer contra o chão duro enquanto essa vida maldita continua? Por quê Você não nos alivia na hora dura, poxa? Tudo bem, erramos no Éden, Touro de Bronze, mas, Seu Filho, nos lavou do mal, e hoje ainda sim existem pessoas que tentam viver em harmonia Contigo, e eu sou um deles, mas, parece que nada muda, nada diferencia, e quanto mais perto eu tento chegar de Você, mais difícil fica, e mais tretas avém vindo, e mais fraco, cansado, emputecido e raivoso eu fico. Poxa, porque não nos livra do mal (até da cabeça) enquanto nós rezamos (e alguns tatuam) isto?
Olha pra mim. Sou só um jovem ainda, nada tenho. Minhas mãos já estão se calejando, e do nada que tenho, o pouco dele me basta, não tire de mim a rala alegria que tenho, mesmo Você sendo Deus, Você não tem esse direito, Você não deve, tampouco pode ser tão sádico assim, Você tinha que ser meu amigo, o meu melhor amigo, que corresse comigo, e ficasse do meu lado, até mesmo quando eles estavam me medindo torto. Quando eu apanhei, você não apreceu, quando meu pai morreu, Você não se manifestou. Tira de mim todas as coisas vãs, os caprichos, mas, me deixa com a minha essência, aquilo que ninguém possa me tomar. Estou cansado, meus pés doem, e nessa batida eu não quero mais ver a Cecília, tampouco a mim mesmo, queria estar aonde está Pallas, Palmito, Digo, Chelsea e Fábio, e Você simplesmente olha. Tenha clemência de mim e de todos, e age ao nosso favor. Não por mal, não por mal. Por justiça, mesmo.
Eu estou me sentindo como aquela criança que se perdeu no metrô, e só tem a flanela de recordação dos pais. Mas, não tire a minha flanela, por favor. Interceda por mim, e me ajude a ser melhor, mas, saia desse silêncio, e se mostre a mim. Ao menos uma vez, e me mostre o porque de tudo. Estou realmente muito cansado. Tive que crescer cedo, chorar sem fazer barulho, e nunca sorrir, tampouco rir alto, porque minha risada era feia, como diziam. Tive que trabalhar cedo pra ter dinheiro para viver, e cair de cabeça em um relacionamento pra saber que aquela menina não prestava, tive que ficar sem dinheiro, mas pagar meus credores, ajudar em casa, tive que passar muitas coisas, e você sabe de todas elas, até agora. Mas, por quê o oculto?
Ao menos uma vez, eu te peço com todo o meu coração: Se manifeste.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

O Argonauta.

Pega o barco, toma a réa dos ventos e sai para velejar, e que te importa tal medo da morte, se no seio de Deus te guardou a vida? Sai por aí e esquece toda a dor, toda a mágoa, todo o medo, sofrimento e falta de sorte; Esquece quem já pisou em você, e releve: Neste momento, você estará pisando em uma madeira que está te livrando da gélida água do oceano. Deus será seu minarete mais próximo, e que suas provisões durem o quanto der o tempo de vento. Saia para passear a esmo, e deixe o mundo fazer seu caminho.
Esquece aqueles que magoaram teu coração. Transcenda, passe disso. Conte apenas com teu passo, compasso, força, voz e amor próprio.
Deixa que as pessoas venham até você, e te tragam novos ares, novas empreitadas, novas cousas que ultrapassam as idéias nossas, e que você não se sinta só, porque acima de tua cabeça há um Deus, e no oceano existem peixes que você não come, que lhe farão companhia. Siga as estrelas, e no lado sudoeste do Cruzeiro Do Sul e estarão lhe esperando as docas artesanais entre as pedras. Não que tenha alguém lá, mas, talvez uma parada vez ou outra num solo firme lhe faz bem para descansar o espírito, e sair do mareijo constante.
Vista teu casaco, a noite será longa, e tire um pouco o bornal da cabeça para seu cabelo sentir um pouco o bom vento do noroeste. Ele te inflará até algum lugar. Olha para um lado, e não te vê nada, e tampouco para o outro. Em um raio de quilômetros, não te vê em nada, não te sente nada, e nem ninguém. Agora se sente como eu, isolado dentro de um cardume de peixes abaixo de teus pés. Apenas respire, e cante - se preciso - para não perder a sanidade. Em algum lugar, há de alguém algum dia pôr o pensamento em ti, e talvez até sentir saudade. Mas, seu paradeiro é inócuo e longínquo, então, se alguém realmente quiser te ter de volta, que venha atrás de ti, e te faça voltar. E, tenha certeza que alguém, ao menos uma pessoa, seja ela quem for, se importa e há de vir.
Olha as estrelas, você crê no firmamento entre elas? Você crê em mim? A solidão é passageira, é só o medo primal de criança, a noite acordado ficou lembrou dos tempos de escola: Humilhado por conhecer demais, por professar a fé que tinha, por usar a camisa dentro da calça, por ter vergonha de falar em público, e de nunca olhar ninguém nos olhos. O Ketchup atirado no cabelo, na surra coletiva no recreio, no não do par da quadrilha, no medo de desagradar alguém, na solidão: Sozinho no pátio, comendo seu pão com presunto e queijo e tomando suco de laranja. Sozinho no barco, tomando vodka com suco de laranja e comendo misto-quente. Algumas coisas não mudam.
Ele dorme, e acorda. Franze a testa e vê que é cedo ainda. Uma praia está bem mais a frente, por quê não atracar?
Um novo dia pode trazer uma nova situação.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Maria.

Maria, me ouve. Desce dessas nuvens e me acode. Me leva pra junto de ti e me guarda embaixo da barra do teu sari e me vela, me deixa ao menos alimentar da migalha do teu pão e guardar meu amor no teu coração materno. Maria, nada sou sem ti, meu coração é teu, mais ainda minha alma, e sem ti, me nada sou, e nada existo. Meu pendão e minha glória tem teu signo. Louvado o Deus que te escolheu e mais ainda eu que te tenho como Advogada, Mãe, Rainha, Amiga, Defensora e Amante. Conforta meu coração na hora ruim, e não deixa o mal adentrar em mim. Não, nunca.
Maria, me livra da angústia. Guarda o grito preso na garganta, e me faz calar a boca cada vez mais, e me faça cada vez mais voltar a ser aquela criança estúpida e boba que você abençoou: Inocente e bobo, sentia medo de ver um Cristo crucificado e rezava para não ser o próximo. Maria, olha por mim e pelo meu coração tão bobo, tão ousado, incandescente e inocente, que cada vez que passa se joga louca e inocentemente a cada relacionamento, não vendo a queda, e sim o vôo livre e se alguém um dia - quiçá - o pegará em pouso (leve o forçado). Maria, me põe nos teus braços e me faça dormir, como fizeste dormir tantos homens, que hoje estão do seu lado, lado que eu almejo estar cada dia da minha vida.
Guarda meu caráter embaixo das tuas mãos, e que toda a minha sinceridade contenha tua mão, teu beijo, teu carinho, teu tato, teu afago e tua sensatez. Maria, me faça ter compaixão do próximo e fazer por ele o que poderiam ter feito por mim e não fizeram (e nunca hão de fazer em suas vernas mais silenciosas, a eles peço justiça por nunca me olhar com olhos do seu povo, Mãe Maria, olha por nós, filhos teus que morrem e padecem por esta terra bruta, maldita e fétida, que nunca tem reconhecimento, amor, e afago de quem mais se precisa e ama).
Mãe Maria, me ouve. Ajoelha-se pra me ouvir, mesmo não merecendo isto. Dá-me maturidade para não entender as coisas por um prisma errado. Forja em mim a luz que incandeia do teu candinheiro, e não deixa meu caminho escurecer, ou que quaisquer pessoas o escureçam. Maria, olha por mim aqui embaixo, e me dá uma resposta, um sinal, qualquer coisa pra dizer que você tá me ouvindo, e que este texto, de alguma forma há de chegar até ti. Me manda um raio, um Sol, uma palavra amiga, um comentário, um beijo, um acorde perfeito, um sorriso, um sim, não ou talvez, mas, peço que me cegue com tua graça, porque não aguento o silêncio. Você tem uma das melhores partes de mim, que é seu afilhado. Teu afilhado, Maria, pode não ter sido um bom homem, mas, foi o homem mais importante da minha vida, mesmo não prestando, bebendo, xingando, ofendendo, rindo, cantando, dançando e olhando o pôr-do-Sol fumando seu maço esmaecido de Hollywood (que dentro tinha cigarro "Vila Rica"). Maria, guarda ele no seu colo, e o ensina a dormir o sono que perturbado algum dorme. Ensina ele a tua dormição, e que é a mesma dormição a qual tanto amo, tanto quero, tanto anseio...Demora muito pra gente se ver?
Maria, as coisas não são como imagino, e disso já me sei até pro mês. Então, nada mais me resta além de sentar na bancada para ver emergir da lagoa o Monstro que come a virgem da aldeia. Protege ela, Mãe Maria, assim como me protegeu do Cão Da Bestafera, e me fez criança pra brincar na barra do seu vestido, mais de uma vez.  Tira de mim as idéias feas, as pessoas erradas, os caminhos incertos, os passos infalsos e o medo de cair em meio a rua movimentada. Segue comigo, e que tua mão aperte a minha, e que de mãos dadas nós vamos para todos os locais juntos, sem medo de tiro, bala, faca, corda ou alabarda. Maria, a morte é a maior alegria da minha vida, porque é na minha morte que vou te rever e que vou poder entender todos os porquês, sim's e não's. Maria, em ti está a minha salvação, carinho, medo, glória, raiva aflição, enfim...Sem ti, de nada sou.
Maria, me ouve. Desesperadamente, me ouça. A ti, ascendo essas palavras, e sei que há de me responsoriar, porque a ti Deus corou de estrelas e planetas, então, sei que apesar d'Eu não merecer teu carinho, mais ainda tua benção, tu como a Mãe Santa que é, há de ouvir minha palavra sobre Israel. E quando eu me pegar em tempos de aflição, aperreia: me leva pra junto de ti, e que d'um alto duma nuvem, nós fiquemos rindo de toda a confusão e toda essa cousa estranha que é a vida.
Maria, obrigado por ontem, por hoje, por sempre. Por tudo.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Oração.

Senhor, isola meus amigos numa nuvem, perto de Ti, e do Véu da doce Mãe Maria. Guarda eles em cada um na sua devida força motriz e amor. Guarda eles como guardas a mim e minha família. Protege cada um e seus projetos, inclina-se para ouvir a mim, e a eles, meu bom Deus. Guarda minha família, embaixo de sete chaves, sete correntes e sete cadeados, e que cada um tenha sua força conservada em natural estado, e que mal algum atinja a porta deles. Senhor Deus, confirma meu escrito sobre essa terra bruta.
Cuida, Deus, de cada coisa que se mantém viva e inteira no mundo. Protege, faça parte, e interaja com cada um de nós que se perde nas ruas cheio de dúvidas e porquês, e se sente cada vez mais perto da morte, ou da caída do ser, olha por cada um de nós que se perde a cada esquina, a cada copo, riso fútil ou vontade de sair andando por aí, sem ter mais ou sem ter porque. Deus, olha por cada um que tem seu coração esmigalhado por uma menina, ou por cada garota que decide virar uma durona, sendo que nunca foi assim, nem há de ser. Deus, cuida de mim e de minha mente atribulada, e que algum dia - que não tarde, Dulcíssimo Deus - eu ache o colo certo para minha cabeça pesada parar de pensar, e assim cair meu corpo contra a grama, e assim deixar o mundo ruir em pedaços.
Cuida, do meu coração, e que nunca ninguém alcance ele, sequer mexa, machuque, pise, humilhe ou debande dele. Deixa-me voltar a ser a coisa errante e cega de antes, se debatendo nos cantos de cimento e concreto para poder brotar um riso sádico da boca - e sim, tem gosto de sangue. Que mal algum adentre em meu coração, e qualquer pessoa que o magoar e o machucar, não o faça parte. Eu agora, Deus, estou deixando e passando para depois todo tipo de maldade, descaso, e mentira, sinto-me unido, porém vivendo por mim, e não por nada. Conserva-me em minha essência, e se eu estiver errado, mostra-me agora meu errado (cousa que sei que você NUNCA irá me mostrar, porque cada vez que eu erro, você só sabe me afundar em dúvidas e porquês).
Deus, por quê?
Deus, a menina mais linda, do sorriso mais lindo, do corpo mais lindo, do mais do mais está por aí, e eu estou aqui. Seria isso karma, cousa da vida passada, ou maldade com minha alma que tanto se importa com cousas vãs? Deus, será que pedi tanto pelos meus amigos, que - a grosso modo - você esqueceu de mim, ou eles não retribuíram as orações? Deus, olha por mim, e por tantas cousas que deixei de fazer pelos outros (tolamente). Deus, segura-me em tua mão, e percebe o quão dependo de ti, e o quanto ninguém liga, ninguém importa, ninguém tá nem aí. Deus, se pá tá todo mundo omisso nessa porra, enquanto eu tô de peito aberto, esperando por alguém, alguma coisa, alguma forma de vida que me abraça e me tire desse furacão de pensamentos e que realmente se importe comigo, que realmente tenha a porra da voz ativa, que tenha palavra, que chore, que sangre, e pereça de joelhos ante essa terra de gosto amargo que meus avós pisaram em 1958.
Deus, cuida da minha mente tão conturbada, dos meus sonhos tão esmigalhados, dos meus desejos há tanto perdidos, das minhas vontades tão distantes e silenciadas, dos meus medos tão ocultos e da minha música, da nossa música, do que me leva até Ti. Me põe em tua vista, despe de minhas vestes e me guarda em teu altar. Olha por mim, Doce Cristo. Eis-me aqui. Me fiz em tua morada, e agora nada mais sou além de um servo teu. Faça-me em mim segundo tua vontade. Tira de mim tudo o que tenho, para ser apenas a base certa e nivelada para ti, e para teu caminho. Sou Teu, demasiadamente Teu, e dos Teus planos divinos ante a toda essa balbúrdia e calamidade. Sou Teu filho, discípulo e seguidor, e por ti hasteio qualquer bandeira, mestre.
Olha por mim, urgentemente. E se não olhar, vai olhar de perto. Cara a cara.

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Soneto da Agnish.

Eu te amo tanto;
Que mal cabe a mim dizer;
Tudo desta vida;
Que fiz e refiz por você;
Surta em mim o desejo mútuo;
Rosa cálida, eu te amo tanto;
Este versejo é pra te comemorar.

Cai o céu em cor;
Ambos estamos só,
Aonde o som diz sim,
E o beijo sela em amén,
Para tudo dar certo;
Deixa eu invadir o seu quintal;
Rosa Cálida, eu desejo você.

Dentre todas a melhor,
Vinde a ti meu desejo secreto;
Refúgio dos anjos escondido,
Em corpo e forma de mulher,
Quisera eu ter um dia em tua vida;
Para o resto da minha ser abençoado;
Mulher, me note uma vez.

Uma vez eu acordo só;
Com o intenso som do silêncio na rua,
Logo vi que era mais uma ilusão;
Mais um dia você está longe,
Logo um dia iremos nos rever;
E tudo aquilo guardado em mim;
Será devotado e consumado a vós.

Na rua existo por existir;
Entre todas as coisas do mundo,
Será só mais um dia sem utilidade,
Se não houver do teu beijo,
Se não tiver da tua presença,
Por favor ignore este texto;
Apenas estou com saudades tuas.

Caso caia de joelhos;
Caia por terra minha palavra também,
E tudo aquilo que disse até aqui,
Se seu amor não for meu,
De nada valeria tudo isso moça;
Seria apenas (mais uma) ilusão;
Coisa que não quero que seja você.

Menina, ouve essa trova de taverna;
Morde os lábios, geme, e eparreia;
Sente que aqui eu estou,
Tentando te dizer por aqui,
Que o que Deus fez com esmero;
Se resume em você;
E em toda a sua descendência.