terça-feira, 30 de julho de 2013

Confronto.

Deixo, não deixo,
faz o silêncio ser Rei da razão.
Ouso ser quieto.
Para você ver seu erro e correr até o acerto.
Jogo o caxangá para alguém poder ouvir:
Meu canto doído,
e sentir amor em mim.
Deus me fez forte,
mais forte, minha trovada.
Nada temo, nem muo:
Faze-me teu instrumento, Javé.
Se sou tua harpa,
Tocas em mim a boa música;
E me ensina o semeio dela.
Me livra do mal,
e das coisas tolas.
Que as palavras caiam;
E eu seja (re) erguido.
Dá-me a frieza boa para ninguém mangar de mim.
Quando era criança;
Eu tinha medo, até chorava,
pois fortes touros de Basã me arrodeavam,
e juízes me julgavam pela trova.
Mal conto até dois,
e Tu vem até mim,
me livrando do mal e ungindo,
E aperreia, e segue me amando.
Se eu cair, me levante.
Dá a força de carregar mil esquifes.
E se eu chorar, seque o meu pranto. Me ame.
Seja meu pendão, alpendre, brasão e motivo.
Esteja comigo, e me livra de todas essas maldades.
Me complete, e me livre de todas essas angústias.
Me dê um sorriso, para eu lhe devolver.

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