domingo, 6 de janeiro de 2013

Quando eu estiver só.

Quando eu estiver só;
Eu estarei meditando em tudo.
No Céu, na música, no trânsito, na música
nas coisas pequenas e belas da vida,
nas sombras daquilo que eles chamam de nós.
Eu estarei no pé-direito do universo,
esperando inúmeras coisas,
menos quem me tire da solidão,
pois, eu sou o sinônimo da mesma, mesmo tendo meu amor.

Quando eu estiver só;
Carregarei o mundo nas costas,
farei conversas salvarem os meus da maldade fea,
não por obrigação, mas, porque é válido o fazer,
assim, serei de novo o ordinário homem comum,
E morrerei entre esquinas, beijos, e copos;
Eu serei o homem da sucursal, do Mar de Syracrusa.

Quando eu estiver só;
Farei minha oração para você, nega;
Esperarei a tábula de preços da Trindade;
Escreverei e revisarei com Filipe;
Tocarei com Victtor;
Ouvirei com Wendel;
Colecionarei e honrarei a raíz como André,
Irei ler como Karoline;
Discordarei veemente como Armando;
Farei o negócinho como o Robson;
Terei saudades como o Leandro;
E rezarei por mim e meus erros como Antônia.

Quando eu estiver só;
Mesmo assim, estarei atrelado a tudo,
Pois eu me desligo de tudo e todos quando me retiro,
mais, mantenho a antena ligada a qualquer chamado,
quando quiser, me chame. Venha prosear,
abrirei a porta da vida,
e com você por ela eu irei andar, e dialogar,
e o resto, será silêncio do zero adiante.

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