sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Milady.

Milady, quisera eu saber com quais palavras dizer a minh'admiração por você, como está sendo legal, e como estás sendo uma pessoa de boa fé comigo. Milady, Milady, eu ouço sinos trovosos de igreja tocando tão forte que chegam até a me ensurdecer...Milady, me perdoa, se quando eu falo contigo eu até rio a toa, mas, é que faz tanto tempo que eu nem sinto isso que nem mesmo me sabia como era me sentir, mais, obrigado por me trazer a vista, os doces/meigos/gostosos/glorios, maneios de você.
Milady, o Céu estava lindo hoje. Poderia jurar que te vi, ou a graça maior, vi até mesmo Deus. E colhi frutos que não posso comer, e ri de palavras que proferiram da boca dos meus. Milady, milady! Eu tenho muito é muito medo de estar sendo totalmente pressionado, a pressionar você dizendo que te curto e te quero, e que cada segundo sem tua presença é uma facada no peito de quem pensa em ter você.
Milady, perdoa o atrevimento, e a vontade de dizer algo por menos, mais se eu morrer amanhã, quero morrer com o peito aberto a dizer que prefiro ganhar do riso teu, do que ganhar do silêncio da Dama Da Morte. Os sinos param de tocar gradativamente, e eu sinto meus pés no chão, a reia é limpa, Milady, e de súbito encontro tua torre. Ao seu pé, vejo uma Chimera de três ventas por quatro metros, e um dragão de porte, com chamas mais fortes que o próprio fogo do inferno.
Sinto o cheiro da morte, posso morrer tentando nesta batalha? Milady, feche a sua janela e desfie um rosário de orações, pois quero nem que seja morrer depois de te tascar um beijo, Milady, eu quero, não, eu desejo, não, eu me honraria morrer na ombrada da escada da tua torre, enquanto busco você para dar uma volta. Venha ver meu riso tão marcado, veja meus olhos verdes-cinzentos, e veja meu joelho machucado, meu jeans de rasgo firme, e minha camisa inglesa e costeletas de 3/4.
Milady, eu adoraria te ver, te gostar, te abraçar, sentir seu cheiro, e estar com você.

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