terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Para Beth; Ravi Shankar; Hendrix e Eu.

Bom, hoje eu vou transcrever um texto antigo (com umas atualizações), que já teve sua áurea, e quase foi postado aqui no alto de Agosto/2009.

Quando criança, costumava ouvir;
Que dentre todos, eu estava na média;
E que para sempre você iria me amar;
E nunca mais iria me deixar...
...Como eu não soube antes, Deus?

Na Pedra De Outono, aprendi a rezar.
Pensamentos a se perder na imensidão do mar.
Lágrimas correm quando lembro que você,
Me disse uma vez que nunca iria me amar...
...É, em tempos as coisas podem mudar!

E, Meu Deus! Nos Dias de Shiva, eu fui a perdição!
Voando tão alto e mais pesado que o ar;
Abaixo! Eu vi, uma Morena a chorar;
E dos teus lábios achei meu caminho para a casa;
E desse mel eu vivo tão, tão bem...

Minha Musa, Rainha Azul, Rosa do Sião, venha cá,
Deixe eu contar o que eu sei do amor,
Agarrar tua cintura, minha boca na tua;
Ver a tarde passar na cama com nossas filhas nanando...
...Esse é o meu maior ponto de paz.

E quando a música acabar, por favor, esteja lá!
Segure minha mão e diga que foi bom,
Veja minha mudança, tire essa faca do meu peito;
Perceba, não há outro pierrot no mundo como eu...
...Eu te quero só para mim, e sei que você quer o mesmo!

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