domingo, 12 de junho de 2011

A Concha Dos Dias III.

Eu morreria a cada dia que você não ficasse comigo, e assim, eu ficaria altamente desencarnado, e no plano superior, não teria o teu amor, a tua voz e o teu gemido louco no meu ouvido, ou até mesmo as coisas que eu costumo ouvir no alto da noite longa, ou da tarde que sobrepõe o que tem em nós dois, em relevo e sulco.
Eu creio na morte, nos enfermos, na verdade escondida nos olhos das ciganas, eu creio na paz que reina nos becos, e no silêncio entre os nóias das vielas semi-claras; Eu creio em São Jorge Guerreiro e em sua proteção e amor, e na Mãe Das Candeias, que apõe seu véu na cabeça de nós todos, eu creio que a cerveja do sabbath/domingoés possa causar um riso lindo pro resto da vida, e que Deus ouça o riso, e abençoe quem ri e quem está ouvindo o riso que precede a geral. Creio na Concha dos Dias, a amada concha da namorada, ou na concha inversa hoje, tendo juntos/ligados, em parte conectados, e altamente inovadores e apaixonados.
Em verdade, eu te digo, Morena Minha, como Eu Amo Você.
No dia dos namorados, escondemo-nos no baixo relevo do mudo, e fizemos o nosso próprio, fizemos tudo o que se mantém em constante atenção; Deixado o acaso de lado, e até mesmo o ocaso, explodo as granadas de problemas no Céu, para lhe fazer fogos de artifício; O mundo vai rodar, o mundo vai girar, e assim você vai ver que eu vou estar a te encontrar, aonde o Sol faz morada, aonde se acaba uma jornada, no meio dos vossos seios, e aonde mais eu puder me bem estar.

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