domingo, 19 de setembro de 2010

Muitas Vezes Antes...

Ele morreu ontem junto com a imagem do Santo, e ele o protegeu de um mal, sua face poderia estar bem rasgada, mas, uma faca o perfurou; Este foi o seu destino.
Você, tolamente brinca com o perigo e faz pergntas idiotas em demanda, reza por sangue e sinais que comprovem o facto, mas, se esqeuce que o mundo é irreal e bizzaro, seu filho ainda não veio, este é o teu destino. Facas e lanças não quebram quem é rezado, e nem quem tem fé no seu amanhã, o seu bocadinho mais, é abençoado pelas multidões cheias de boas intenções.
De tanta saudade morri e revivi, e nos teus lábios me fiz poeta, santo louco ou mártir. De ter seu sorriso ganhei um beijo de Deus, vi um trem de ferro correndo solto pelas cordilehrias e candeias dos postes antigos, dentre as cerrações e neblinas, a ilusão d'Outro alguém não se dá presente para a Virginiana de 4 de Setembro. É apenas eu'Ela. Vem comigo correr por essa vida aventureira e ouvir o som d'Uma onda quando rebenta na pedra do mar, hoje é só eu e você.
Nas janelas iluminadas por uma lanterna de pouca luz, e o teu corpo colado ao meu no suor da batida do coração incandescente, depois de um beijo atimidado, intimado por um de nós dois, vejamos de nós nossa história, nosso abraço tímido, nosso selinho, seu cabelo azul e tudo aquilo que não nos tem, mas nos deu força para ser o que somos. E mesmo que não se tenha dado algo mais, de um jeito temos amor. Eu Amo Você.


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