quarta-feira, 14 de julho de 2010

Eventualmente...

Entendo eu, que daqui a poucos dias, grandes amigos não irão se ver, e dentre poucos segundos, um pai irá morrer e seu filho tentará seguir a vida, assim todos nós continuaremos numa rotina, até que um tipo de choque como esses caia em nossas cabeças.

Temos a certeza convicta de que o mal nunca irá atingir nossas mentes, corpo, e espírito, mas, quando pensamos exatamente assim, porque tende a dar errado ? Talvez, quando pensamos que nunca acontecerá, é quando nos mostramos mais proprícios, e mais a vontée para acontecer tal ato. O que nos deixa ao exposto; É quando o sábio nos diz que nunca é uma palara forte, e mesmo assim a usamos. O que em alguns casos se parece eficaz.

E, alguém aí tem uma recordação boa dos seus 15 anos ? Eu lembro muito bem: Brigas, primeiros porres, andar sozinho ou muito bem acompanhado no centro da cidade, um Paulista, e ainda por cima Paulistano, tem todo esse estinto de pisar numa rua, numa praça, e fingir que conheçe, falar que já esteve lá, e pensar consigo mesmo se os seus pais, avôs, ou raramente, bisavôs já estiveram nessas ruas. Ter amigos que não são da escola, rua, ou coisa assim. Começar a pensar em mulheres de um jeito diferente, perca da virgindade, ou algo assim...

O Mal do ser humano, é acreditar em Deus, ou "na força superior que rege o universo", e nos que não acreditam, nada lhes acontecem, por mais que nós religiosos tentamos falar que lhes acontecem, mais, a nós, que protegemos aos nossos, e a honra de Deus, não nos acontece muita coisa, só a tragédia grega. Quantas crianças não deixaram de acreditar na força do Pai quando seus pais se separam ? O que isso tem a ver com esse texto ?

O problema da humanidade, é ser abençoada, e assim achar que não nos acontece nada, mais o que nos esquecemos, é que; Quanto mais abençoados estamos, mais preparados ainda estamos para aprender uma lição, seja-a forte, ou cruel. Mesmo que rezemos, e acendamos velas para os santos, espíritos e afins, nada pode nos proteger da ira do Criador, e se perdemos a namorada, ou o cachorro, ou a bateria, ou até mesmo nossos pais, talvez, foi porque não demos a moeda para o mendigo tomar a pinga do dia, ou para a criança e sua pedra de crack. Caridade não se vê. Sua moeda, é para o bem do próximo, por isso deveríamos a dar, sem saber para quê.

Se nós acharmos um absurdo, tudo o que vemos, nós mudaríamos tudo, e faríamos o melhor, ou seríamos brasileiros e tocariamos com a barriga e comeríamos uma feijoada com uma bela de uma caipirinha e uma laranja pra descer melhor ?

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