domingo, 6 de abril de 2014

O Último Post. (Sim).

Senhores, estou aqui exercendo um desejo de muitos leitores: Um post digno do blog, para seu fim. Bem, irei tentar. Não apertem os cintos, não haverá emoção alguma.
 Após muito pensar, concluo que não há fim. Há ciclos que se fazem e refazem, e neste momento, declaro a morte do E&Cc. Fazem-se 7 anos que ele começou, e, como o meu misticismo manda, o 7 é o número chave de tudo, então, não se é data melhor para fechá-lo. Não me peçam mais para escrever nele, porque, este é o derradeiro, último. E atendendo a muitos pedidos, eu o manterei aberto pelo valor na vida das pessoas, e pela histórias que algumas (poucas) pessoas construíram com este humilde site que escreve e relata o cotidiano de todo mundo.
Para quem buscava amor, o teve aqui. Ódio também, assim como conforto e alegria e reflexões. Nas mais incoesas das minhas palavras, consegui abranger e atender inúmeras pessoas desse globo com a positividade, reflexão, ódio, e meus draminhas pessoais. Para todos que estiveram do meu lado, viram a progressividade de minha "escrivinhação", e torceu por cada amor meu, viu cada vitória minha, e etc.; Meu muito obrigado, que cada um que torceu por mim, ou quiçá se identificou com essas linhas do meu blog, muito obrigado mesmo. Não há prazer que pague nada disto. A todos que já foram citados: Luz, paz e perseverança em seus caminhos. Para quem procura um escritor novo nos meus moldes: André Somora, guardem esse nome. A escrita desse menino irá parar vocês; Guardem e aguardem.
E para minha nova amada; Morada dos meus sonhos: Vem e me guarda, seja meu travesseiro como ontem e ante-ontem: Seja meu infinito no corpo de uma mulher. Que sua coxa seja magnífica e seu cabelo sempre armado, que seus olhos me tragam o cais da perseverança e seu beijo tire da minha cabeça todas as aversões da vida, e que em tudo o que eu faça, eu continuamente continue pensando em ti, Agnish. Que seja você a última musa que faltava escrever, e seja agora a eterna dona da minha escrita: Que seja você, não para sempre, mas, enquanto pudermos manter, e até quando o destino lutar ao nosso favor. Corre nos meus braços e se rende quando eu te fechar em muralha, conta até três, ri e suspira: Não tem medo agora, pequena, agora você é minha.
Mã, olha nos meus olhos, unge-me com o óleo, Pap, olhe por mim, adelante por onde os inimigos vêem. São muitos, e eu sou um só, e apesar de ser feo, burro e bobo, irei vencer. A minha essência bate em todos, antes do meu soco. Fui eu que criei a alegria da Feira Da Renascença e a penumbra do Crepúsculo Esmeralda. Deus, sou eu quem eles querem? Então terão agora, porque agora é o fim. Não vou como mártir, e sim como bedéu que viveu intensamente (coisa que se credita em verdade). Nem em pensamento mal me machucaram, porque, quando o fio da doce navalha da vida real vier me pegar, me transformarei, assim, mal me pegarão com vida. Eu não nasci para ser um dos todos, eu sou o todos de um.
Amigos, nos vemos por aí. Quem precisar da minha escrita terá, mas, não por aqui. Irradiarei toda a luz que essa incandeia manteve para vocês: O jogo agora está se ampliando. Conheço muitos bons escritores que farão melhores que eu, obrigado por vocês permitirem que eu ensinasse um pouquinho do que sei, para que vocês crescessem assim e ficassem melhores que eu. Obrigado mesmo. Cumpram a setença, e mandem ver, garotos.
Dedico, últimamente, este post ao meu Anjo Mineiro, o espírito de 1929, que guia, reza e abençoa meus passos, e que é uma das poucas pessoas que eu amo acima de todas as coisas nesse universo. Obrigado por existir, e por me dar um conselho - Conselho este, que fez nascer esse blog, que fez minha história, e contou minha história, a modos codificados, e biscoitíveros.
André, escreva selvagemente. O mundo precisa de letras urgentemente. Não guarde nem um rascunho para depois, meu discípulo/amigo. Faça-se ouvido, amado e odiado; Essa é a graça de ser humano: Ser vivo e estar vivo, lindão. Cuide de sua menina, torço por cês dois.

Pai, firmei o ponto;
Ali, PRIYA! ;
Agnish, te quero, te desejo, te devoro ♥